terça-feira, 24 de junho de 2025

Exposição Filatélica Leiria 1954 - Castelo de Leiria - Selo da autoridade de D. Dinis


O selo da autoridade de D. Dinis, também conhecido como o “selo do cavalinho”, é uma das emissões mais icónicas da filatelia portuguesa. Lançado em 1953 pelos CTT – Correios de Portugal, este selo faz parte da série ordinária que retrata o rei D. Dinis como cavaleiro medieval, simbolizando a autoridade régia e o espírito cavaleiresco da época.

Características do Selo

  • Ano de emissão: 1953
  • Design: Representa D. Dinis montado a cavalo, com armadura e estandarte, evocando a figura do rei como defensor do reino e promotor da cultura.
  • Valor simbólico: O selo celebra o papel de D. Dinis na consolidação do Estado português, na fundação da Universidade de Coimbra e na promoção da língua portuguesa.
  • Apelido popular: “Selo do cavalinho”, por causa da imagem marcante do cavaleiro medieval.

D. Dinis (1261–1325), conhecido como o Rei Poeta, foi uma figura central na história de Portugal. Além de guerreiro e administrador, destacou-se como patrono das artes e da educação. O selo procura capturar essa dualidade — o rei como figura de autoridade militar e símbolo cultural.

O rei D. Dinis e a cidade de Leiria estão profundamente ligados por vários elementos históricos, culturais e simbólicos. Aqui estão os principais pontos de conexão entre ambos:

1. Castelo de Leiria

  • D. Dinis mandou realizar importantes obras de reconstrução e ampliação no Castelo de Leiria, transformando-o numa residência real.
  • O castelo tornou-se um dos principais símbolos da cidade e um marco da presença régia na região.

2. Promoção da Cultura e da Língua Portuguesa

  • D. Dinis foi um grande promotor da língua portuguesa, tendo ordenado que fosse usada nos documentos oficiais.
  • Leiria, como cidade ligada à corte, beneficiou desse impulso cultural, sendo palco de atividades literárias e administrativas.

3. Fundação do Pinhal de Leiria

  • Uma das ações mais visionárias de D. Dinis foi a plantação do Pinhal de Leiria, com o objetivo de proteger os solos e fornecer madeira para a construção naval.
  • Este pinhal é ainda hoje um dos maiores legados ecológicos e económicos da região.

4. Presença Administrativa

  • Durante o reinado de D. Dinis, Leiria foi sede de cortes e decisões administrativas importantes.
  • A cidade ganhou relevância política e estratégica no reino.

5. Legado Cultural

  • D. Dinis, conhecido como o Rei Poeta, escreveu várias cantigas de amigo e de amor.
  • Leiria, com o seu ambiente cortesão e artístico, foi cenário provável de manifestações culturais ligadas à lírica trovadoresca.

Exposição Filatélica Leiria 1954 - Castelo de Leiria - Selo da autoridade de D. Dinis


O selo da autoridade de D. Dinis, também conhecido como o “selo do cavalinho”, é uma das emissões mais icónicas da filatelia portuguesa. Lançado em 1953 pelos CTT – Correios de Portugal, este selo faz parte da série ordinária que retrata o rei D. Dinis como cavaleiro medieval, simbolizando a autoridade régia e o espírito cavaleiresco da época.

Características do Selo

  • Ano de emissão: 1953
  • Design: Representa D. Dinis montado a cavalo, com armadura e estandarte, evocando a figura do rei como defensor do reino e promotor da cultura.
  • Valor simbólico: O selo celebra o papel de D. Dinis na consolidação do Estado português, na fundação da Universidade de Coimbra e na promoção da língua portuguesa.
  • Apelido popular: “Selo do cavalinho”, por causa da imagem marcante do cavaleiro medieval.

D. Dinis (1261–1325), conhecido como o Rei Poeta, foi uma figura central na história de Portugal. Além de guerreiro e administrador, destacou-se como patrono das artes e da educação. O selo procura capturar essa dualidade — o rei como figura de autoridade militar e símbolo cultural.

O rei D. Dinis e a cidade de Leiria estão profundamente ligados por vários elementos históricos, culturais e simbólicos. Aqui estão os principais pontos de conexão entre ambos:

1. Castelo de Leiria

  • D. Dinis mandou realizar importantes obras de reconstrução e ampliação no Castelo de Leiria, transformando-o numa residência real.
  • O castelo tornou-se um dos principais símbolos da cidade e um marco da presença régia na região.

2. Promoção da Cultura e da Língua Portuguesa

  • D. Dinis foi um grande promotor da língua portuguesa, tendo ordenado que fosse usada nos documentos oficiais.
  • Leiria, como cidade ligada à corte, beneficiou desse impulso cultural, sendo palco de atividades literárias e administrativas.

3. Fundação do Pinhal de Leiria

  • Uma das ações mais visionárias de D. Dinis foi a plantação do Pinhal de Leiria, com o objetivo de proteger os solos e fornecer madeira para a construção naval.
  • Este pinhal é ainda hoje um dos maiores legados ecológicos e económicos da região.

4. Presença Administrativa

  • Durante o reinado de D. Dinis, Leiria foi sede de cortes e decisões administrativas importantes.
  • A cidade ganhou relevância política e estratégica no reino.

5. Legado Cultural

  • D. Dinis, conhecido como o Rei Poeta, escreveu várias cantigas de amigo e de amor.
  • Leiria, com o seu ambiente cortesão e artístico, foi cenário provável de manifestações culturais ligadas à lírica trovadoresca.

Mostra Filatélica Tomás Cabreira - Ano Internacional da Criança

 


Em 1979, Portugal juntou-se à celebração global do Ano Internacional da Criança, proclamado pela Organização das Nações Unidas (ONU) com o objetivo de chamar a atenção para os direitos, necessidades e bem-estar das crianças em todo o mundo. Como parte desta iniciativa, os Correios de Portugal lançaram uma emissão filatélica especial que se tornou um marco na história da filatelia nacional.

O selo de 5$50, em particular, destacou-se pela sua representação simbólica e cativante: crianças a brincar. Esta imagem simples, mas poderosa, capturava a essência da infância — a liberdade, a alegria e a importância do brincar como parte fundamental do desenvolvimento infantil. Com dimensões de 37 mm x 30,4 mm e picotado 12 x 12½, este selo teve uma tiragem de 1.000.000 de exemplares, tornando-se um dos mais emblemáticos da série.

A escolha do tema “crianças a brincar” para o selo de menor valor facial não foi aleatória. Representava a universalidade da infância e a necessidade de garantir a todas as crianças o direito ao lazer, à segurança e à felicidade. Através da arte filatélica, esta emissão procurou não só homenagear as crianças, mas também despertar consciências para os desafios que muitas enfrentavam — e ainda enfrentam — em todo o mundo.


Milreu Séc. III D.C. - Vestígios Romanos

 

Em 1988, o governo português lançou uma emissão especial de selos dedicada aos vestígios da civilização romana em Portugal, destacando locais arqueológicos de grande relevância histórica. Entre os selos emitidos, um dos mais notáveis é o que representa Milreu, uma antiga villa romana situada perto de Faro, no Algarve, datada do século III d.C.

Este selo, com um valor facial de 80$00, foi impresso com tarja fosforescente e integrou uma série que também incluía outros sítios romanos como Conímbriga. A emissão foi autorizada pela Portaria n.º 689/88, publicada a 14 de outubro de 1988, e teve uma tiragem de 600.000 exemplares.

A escolha de Milreu para esta emissão filatélica não foi casual. Este sítio arqueológico é um dos mais bem preservados exemplos de uma villa romana em território lusitano. No século III d.C., Milreu floresceu como um centro rural de luxo, com mosaicos elaborados, termas privadas, e um templo consagrado às ninfas aquáticas, que mais tarde foi adaptado ao culto cristão.

A emissão do selo de Milreu não só homenageia o património arqueológico português, como também serve como um convite à descoberta da riqueza cultural deixada pelos romanos na Península Ibérica. Através da filatelia, preserva-se a memória de um passado que continua a moldar a identidade histórica de Portugal.

Casa Transmontana - Arquitetura Popular Portuguesa (Emissão Base)

Entre 1985 e 1989, os CTT – Correios de Portugal colocaram em circulação uma das mais emblemáticas séries filatélicas dedicadas ao património cultural português: a emissão “Arquitetura Popular Portuguesa”. Esta série destacou-se por retratar, com grande detalhe e sensibilidade artística, as diversas tipologias de habitação tradicional espalhadas pelas diferentes regiões do país.

Cada selo representa uma casa típica de uma região portuguesa, desde as casas de granito do Minho, passando pelas construções alentejanas caiadas de branco, até às habitações em pedra vulcânica dos Açores. Esta diversidade arquitetónica reflete a adaptação das comunidades locais ao clima, aos materiais disponíveis e às tradições culturais.

A emissão teve um forte impacto não só entre colecionadores, mas também como instrumento de valorização do património vernacular português. Através da filatelia, promoveu-se o conhecimento e a preservação de formas de habitar que fazem parte da identidade nacional.

Destaques do Selo da Casa Transmontana (2$50)

  • Valor facial: 2$50 (dois escudos e cinquenta centavos)
  • Região representada: Trás-os-Montes
  • Características arquitetónicas retratadas:
  • Paredes de pedra granítica, espessas e robustas, que garantem isolamento térmico.
  • Telhado de duas águas, com inclinação acentuada, ideal para resistir às chuvas e à neve.
  • Varanda em madeira, frequentemente usada como espaço de convívio e secagem de produtos agrícolas.
  • Portas e janelas pequenas, para melhor conservação do calor no inverno rigoroso da região.

Este selo não só presta homenagem à arquitetura tradicional transmontana, como também documenta um modo de vida profundamente ligado à terra, à família e à comunidade. 

Judiarias de Castelo de Vide - As Judiarias de Portugal

 


Em 5 de julho de 2010, os CTT lançaram uma emissão filatélica dedicada às judiarias de Portugal, homenageando a herança judaica no país. Com design da Folk Design, os selos foram impressos em offset pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda, destacando-se pela qualidade gráfica e simbologia histórica. Esta emissão celebra a memória das comunidades judaicas que, durante séculos, contribuíram para o desenvolvimento cultural, científico e económico de Portugal. Os selos retratam elementos arquitetónicos e culturais das judiarias de cidades como Tomar, Castelo de Vide e Lamego, onde ainda hoje se preservam vestígios da presença judaica. A iniciativa visa promover o reconhecimento da diversidade religiosa e cultural, reforçando a importância da tolerância e do diálogo intercultural. Esta coleção é um tributo visual à história viva das judiarias portuguesas.
A judiaria de Castelo de Vide é uma das mais bem preservadas de Portugal, datando do século XIV. Localiza-se junto à Porta da Vila e destaca-se pelas ruas estreitas, casas com marcas hebraicas e a antiga sinagoga, hoje museu. Foi um importante centro da comunidade judaica, especialmente após a expulsão de Castela em 1492. A presença judaica marcou profundamente a identidade cultural e histórica da vila.

Castelo de Marvão - Sete Maravilhas de Portugal


A emissão filatélica "7 Maravilhas de Portugal" foi lançada em 2007 pelos CTT – Correios de Portugal, celebrando os sete monumentos eleitos como as maiores maravilhas do património nacional português.

O Castelo de Marvão, situado no alto da Serra de São Mamede, é um exemplo notável da arquitetura militar medieval portuguesa. A sua localização estratégica, com vista panorâmica sobre a fronteira com Espanha, conferiu-lhe um papel crucial na defesa do território ao longo dos séculos. Este monumento não é apenas uma estrutura defensiva, mas também um espaço de contemplação e lazer, onde o tempo parece suspenso entre muralhas que contam histórias de reis, batalhas e resistência.

segunda-feira, 23 de junho de 2025

Cabeça Bifronte (Cacela - Algarve) - A Herança Romana em Portugal

 

A emissão filatélica "A Herança Romana em Portugal", lançada a 21 de junho de 2006, foi uma homenagem dos CTT à profunda influência da civilização romana no território português. Esta série destacou alguns dos mais notáveis vestígios arqueológicos e artísticos deixados pelos romanos, celebrando o legado histórico que moldou a cultura e a identidade nacional.

Com design de José Brandão e Paulo Falardo, os selos foram impressos pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda (INCM) e apresentam imagens de peças e monumentos emblemáticos:

  • €0,30 – Mosaico do Oceano, proveniente do Museu Municipal de Faro (tiragem: 300.000 exemplares)
  • €0,45 – Templo Romano de Évora, um dos mais icónicos monumentos romanos em Portugal (tiragem: 250.000 exemplares)
  • €0,50 – Pátera de Lameira Larga, peça de metal trabalhado do Museu Nacional de Arqueologia (tiragem: 1.700.000 exemplares)
  • €0,60 – Herma Bifronte, também do Museu Nacional de Arqueologia, representando a dualidade simbólica da escultura romana (tiragem: 250.000 exemplares)
  • A emissão incluiu ainda um bloco filatélico com um selo de €2,40, com uma tiragem limitada de 77.000 unidades, tornando-se uma peça de destaque para colecionadores e amantes da história.

Esta coleção não só valorizou o património arqueológico português, como também promoveu a educação histórica através da arte filatélica, aproximando o público da riqueza cultural herdada do Império Romano.

Centenário da Praça de Touros do Campo Pequeno

 



Monumento a Fernando Pessoa - Escultura Portuguesa


A emissão filatélica "Escultura Portuguesa (3.º grupo)", lançada a 27 de setembro de 1995 no âmbito da exposição Lubrapex 1995, foi uma homenagem dos CTT à riqueza da escultura em Portugal. Esta série destacou obras escultóricas de diferentes períodos e estilos, desde peças arqueológicas até esculturas contemporâneas, refletindo a diversidade e evolução da arte escultórica nacional.

Com design de Vítor Santos, os selos apresentam imagens de esculturas emblemáticas como o Guerreiro Castrejo, a Fonte Bicéfala, a escultura Verdade, o Monumento aos Mortos, a estátua de Fernão Lopes e o Monumento a Fernando Pessoa. Cada selo tem um valor facial distinto e foi impresso pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda, com tiragens que variaram entre 500.000 e 1.000.000 exemplares. A emissão incluiu ainda um bloco filatélico com quatro selos de 75$00, com uma tiragem limitada de 80.000 unidades.

Entre as peças representadas, destaca-se o selo dedicado ao Monumento a Fernando Pessoa, uma escultura emblemática que presta tributo a um dos maiores vultos da literatura portuguesa. Este monumento, situado em frente ao célebre café A Brasileira, no Chiado, em Lisboa, foi criado pelo escultor Lagoa Henriques e tornou-se um dos ícones culturais da cidade.

O selo que representa esta escultura capta a figura serena de Pessoa sentado à mesa, convidando o observador a partilhar um momento de contemplação com o poeta. A escolha desta obra para integrar a emissão sublinha não só a importância da escultura como forma de homenagem pública, mas também o papel da arte na preservação da memória coletiva.

Museu Nacional de Arte Antiga - Faiança Portuguesa (faiança azul meados do século XVI)

 

No dia 24 de janeiro de 1990, os CTT – Correios de Portugal lançaram uma emissão filatélica dedicada à Faiança Portuguesa, com especial enfoque nas peças dos séculos XVI e XVII pertencentes ao acervo do Museu Nacional de Arte Antiga. Esta emissão celebrou a riqueza artística e histórica da cerâmica portuguesa, destacando tanto a faiança policroma como a azul, duas expressões decorativas que marcaram a produção nacional.

Entre os selos emitidos, merece destaque o selo de 60$00, que reproduz uma peça de faiança azul de meados do século XVI. Esta peça é um exemplo notável da introdução da técnica da faiança em Portugal, trazida por ceramistas flamengos estabelecidos em Lisboa. A decoração em azul sobre fundo branco, inspirada na porcelana chinesa e na majólica italiana, reflete o gosto maneirista da época e a sofisticação técnica alcançada pelos oleiros portugueses.

A peça representada no selo de 60$00 é um testemunho da fase inicial da faiança em território nacional, marcada por formas elegantes e motivos decorativos que combinam elementos europeus e orientais. A sua inclusão nesta emissão filatélica sublinha a importância desta fase fundadora da cerâmica portuguesa e o papel do Museu Nacional de Arte Antiga na preservação deste património.

A emissão foi composta por vários selos e um bloco filatélico, todos ilustrando peças autênticas da coleção do museu, com o objetivo de divulgar e valorizar a arte da faiança junto do público filatélico e da sociedade em geral.


Palácio Nacional de Belém - Inauguração do Museu da Presidência

 


A emissão filatélica comemorativa da inauguração do Museu da Presidência da República foi colocada em circulação a 5 de outubro de 2004, assinalando a abertura oficial deste espaço museológico dedicado à história da Presidência da República Portuguesa e ao papel dos seus protagonistas ao longo do tempo.

A emissão foi lançada ao abrigo da Portaria n.º 1319/2004, e contou com a direção artística dos designers José Brandão e Paulo Falardo. O selo principal, com um valor facial de €0,45, apresenta uma composição visual que inclui a fachada do Palácio de Belém, o símbolo do Museu e um pormenor da entrada do edifício, numa representação que conjuga tradição e modernidade. Foram emitidos 350.000 exemplares deste selo, impressos pela prestigiada casa Joh. Enschedé.

O Palácio Nacional de Belém, situado na freguesia de Belém, em Lisboa, é a atual residência oficial do Presidente da República Portuguesa e um dos mais emblemáticos edifícios históricos do país. Com mais de 500 anos de história, o palácio reflete a evolução política e arquitetónica de Portugal desde o século XVI até aos dias de hoje.

A sua origem remonta a 1559, quando foi mandado construir por D. Manuel de Portugal, fidalgo da corte e filho dos condes de Vimioso. Inicialmente uma residência senhorial, o palácio foi adquirido em 1726 pelo rei D. João V, que o transformou numa das suas casas de recreio. Durante o século XVIII, o palácio foi ampliado e enriquecido com jardins, cavalariças e espaços de lazer, tornando-se parte da chamada Real Quinta de Belém.

Após o Terramoto de 1755, o palácio ganhou importância como refúgio da família real, que ali se instalou temporariamente. No século XIX, foi residência de membros da realeza, como D. Carlos e D. Amélia, e local de receção de convidados estrangeiros. Com a implantação da República em 1910, o Palácio de Belém passou a ter uma nova função: a de residência oficial dos Presidentes da República. Curiosamente, durante a Primeira República, os presidentes que ali residiram pagavam uma renda mensal, em respeito aos princípios igualitários do novo regime.

O edifício apresenta uma combinação de estilos barroco e neoclássico, com interiores ricamente decorados, jardins formais e uma capela palatina. Ao longo do século XX e início do XXI, o palácio foi alvo de várias intervenções de restauro e modernização, culminando na sua classificação como Monumento Nacional em 2007.

Palácio de São Bento - Parlamento - 25 anos da Revolução de 25 de abril de 1974 Assembleia da Republica / Sede da Democracia


A emissão filatélica comemorativa dos 25 anos da Revolução de 25 de Abril de 1974, lançada pelos CTT – Correios de Portugal em 25 de abril de 1999, assinala um dos marcos mais importantes da história contemporânea portuguesa: o fim da ditadura e o início de um regime democrático.

Esta emissão teve como objetivo celebrar o legado da Revolução dos Cravos, homenageando os valores de liberdade, democracia e cidadania que emergiram com o movimento militar e civil que pôs termo a quase meio século de regime autoritário. O selo principal da emissão apresenta uma composição visual simbólica, evocando os cravos vermelhos — símbolo maior da revolução — e elementos gráficos que remetem à participação popular e à esperança de um novo futuro.

Além da versão regular, foi também lançada uma edição especial em ouro, com réplicas do selo em ouro puro 999‰, autenticadas pela Contrastaria da Imprensa Nacional-Casa da Moeda (INCM). Esta edição limitada foi integrada numa versão de luxo do livro 25 de Abril, 50 anos de Democracia, reforçando o valor histórico e simbólico da peça filatélica.

A emissão de 1999 não só recorda o passado, como também reafirma o compromisso com os ideais de Abril, perpetuando na filatelia portuguesa a memória de um momento transformador da nação. 

Palácio Nacional de Queluz - Palácios Nacionais

 


A emissão filatélica intitulada "Palácios Nacionais – 1.º Grupo", lançada em circulação a 18 de outubro de 1989, representa uma homenagem significativa ao património arquitetónico e histórico de Portugal. Esta emissão, composta por dois selos, destaca dois dos mais emblemáticos palácios nacionais: o Palácio Nacional de Mafra e o Palácio Nacional da Ajuda. O Palácio de Mafra, mandado construir por D. João V no século XVIII, é uma grandiosa obra do barroco português, símbolo do poder régio e da religiosidade da época. Já o Palácio da Ajuda, situado em Lisboa, reflete o gosto neoclássico do século XIX e foi residência oficial da monarquia portuguesa. Os selos desta emissão foram concebidos com elevado rigor artístico, captando com detalhe os traços arquitetónicos e decorativos dos edifícios retratados. Esta série insere-se numa iniciativa mais ampla de valorização do património nacional através da filatelia, promovendo o conhecimento da história, da arte e da identidade cultural portuguesa. Através destes pequenos pedaços de papel, os CTT procuraram não só celebrar a riqueza do passado, mas também sensibilizar o público para a importância da preservação do legado histórico do país.

O selo dedicado ao Palácio Nacional de Queluz, incluído numa das emissões filatélicas da série "Palácios Nacionais" dos CTT, destaca-se como uma representação artística e histórica de um dos mais refinados exemplos da arquitetura rococó em Portugal. Este selo celebra não apenas a beleza arquitetónica do palácio, mas também a sua importância como residência real e palco de momentos marcantes da história portuguesa.

O Palácio de Queluz, situado no concelho de Sintra, começou a ser construído em 1747 por ordem de D. Pedro III, inicialmente como casa de veraneio, mas rapidamente transformado numa residência real de grande prestígio. Conhecido como o “Versalhes português”, o palácio é célebre pelos seus interiores luxuosos, jardins ornamentados com esculturas, fontes e o famoso canal revestido de azulejos.

O selo apresenta uma vista detalhada da fachada principal ou de um dos elementos decorativos emblemáticos do palácio, captando a elegância e o requinte do estilo rococó. Esta emissão filatélica não só presta homenagem ao património nacional, como também convida à descoberta da história e da arte que o Palácio de Queluz representa.

Palácio Nacional da Ajuda - Palácios Nacionais

 

A emissão filatélica intitulada "Palácios Nacionais – 1.º Grupo", lançada em circulação a 18 de outubro de 1989, representa uma homenagem significativa ao património arquitetónico e histórico de Portugal. Esta emissão, composta por dois selos, destaca dois dos mais emblemáticos palácios nacionais: o Palácio Nacional de Mafra e o Palácio Nacional da Ajuda. O Palácio de Mafra, mandado construir por D. João V no século XVIII, é uma grandiosa obra do barroco português, símbolo do poder régio e da religiosidade da época. Já o Palácio da Ajuda, situado em Lisboa, reflete o gosto neoclássico do século XIX e foi residência oficial da monarquia portuguesa. Os selos desta emissão foram concebidos com elevado rigor artístico, captando com detalhe os traços arquitetónicos e decorativos dos edifícios retratados. Esta série insere-se numa iniciativa mais ampla de valorização do património nacional através da filatelia, promovendo o conhecimento da história, da arte e da identidade cultural portuguesa. Através destes pequenos pedaços de papel, os CTT procuraram não só celebrar a riqueza do passado, mas também sensibilizar o público para a importância da preservação do legado histórico do país.

Aqueduto da Amoreira - Património UNESCO Cidade-Quartel Fronteiriça de Elvas e suas Fortificações

 

A emissão filatélica "Património UNESCO Cidade-Quartel Fronteiriça de Elvas e suas Fortificações", colocada em circulação a 30 de junho de 2014, celebra a classificação de Elvas como Património Mundial da UNESCO em 2012. Esta classificação reconhece o valor histórico e cultural excepcional do conjunto de fortificações de Elvas, que inclui o centro histórico, as muralhas abaluartadas do século XVII, o Forte de Santa Luzia, o Forte da Graça, o Aqueduto da Amoreira e os fortins de São Pedro, São Mamede e São Domingos ou da Piedade.

Elvas é conhecida como a maior cidade-quartel fortificada do mundo, com um sistema de fortificações abaluartadas que se estende por cerca de 10 quilómetros. Estas fortificações, influenciadas pelo estilo holandês, foram cruciais na defesa da fronteira portuguesa, especialmente durante a Guerra da Restauração da Independência de Portugal no século XVII.

A emissão filatélica visa homenagear este património único, destacando a importância de Elvas não apenas como um exemplo notável de arquitetura militar, mas também como um testemunho da história e da cultura portuguesa.

O selo de 0,50 € da emissão filatélica "Património UNESCO Cidade-Quartel Fronteiriça de Elvas e suas Fortificações" destaca o Aqueduto da Amoreira, uma das obras mais impressionantes e emblemáticas do património de Elvas.

O Aqueduto da Amoreira, construído no século XVI, é uma obra-prima da engenharia renascentista e foi essencial para o abastecimento de água à cidade e às suas fortificações. Com uma extensão de cerca de 8 quilómetros, o aqueduto é composto por cinco ordens de arcos sobrepostos, atingindo uma altura máxima de 31 metros. Esta estrutura monumental não só garantia o fornecimento de água, mas também desempenhava um papel estratégico na defesa da cidade, permitindo que Elvas resistisse a longos cercos.

O selo de 0,50€ captura a grandiosidade e a beleza arquitetónica do Aqueduto da Amoreira, destacando a sua importância histórica e cultural. Esta obra é um símbolo da resiliência e da engenhosidade dos construtores da época, e a sua representação no selo serve para celebrar e preservar a memória deste património único classificado pela UNESCO.

Jardim do Paço Episcopal Castelo Branco - Paisagens e Monumentos


A emissão filatélica "Paisagens e Monumentos de Portugal", lançada ao longo da década de 1970, foi uma das séries base mais emblemáticas dos CTT (Correios de Portugal). Esta emissão teve como objetivo destacar a riqueza patrimonial e natural do país, através de selos que retratavam locais icónicos de norte a sul de Portugal.

domingo, 22 de junho de 2025

Castelo de Almourol - Paisagens e Monumentos de Portugal


A emissão filatélica "Paisagens e Monumentos de Portugal", lançada ao longo da década de 1970, foi uma das séries base mais emblemáticas dos CTT (Correios de Portugal). Esta emissão teve como objetivo destacar a riqueza patrimonial e natural do país, através de selos que retratavam locais icónicos de norte a sul de Portugal.

O Castelo de Almourol, situado numa pequena ilha rochosa no meio do rio Tejo, junto a Vila Nova da Barquinha, é um dos mais cenográficos castelos medievais portugueses. A sua imagem no selo destaca a imponência da fortificação, com as suas muralhas e torre de menagem elevando-se sobre o rio, evocando a sua ligação histórica à Ordem dos Templários. O castelo foi reconstruído por esta ordem militar após a sua conquista em 1129, tendo sido concluído em 1171 sob a direção de Gualdim Pais.

O selo capta a essência romântica e histórica do monumento, sendo um dos mais reconhecíveis da série. Com um valor facial de 7$50, foi impresso pela Casa da Moeda.

Monumento aos mortos da grande guerra em Abrantes - Escultura Portugal

 


A emissão filatélica "Escultura Portuguesa (3.º grupo)", lançada a 27 de setembro de 1995 no âmbito da exposição Lubrapex 1995, foi uma homenagem dos CTT à riqueza da escultura em Portugal. Esta série destacou obras escultóricas de diferentes períodos e estilos, desde peças arqueológicas até esculturas contemporâneas, refletindo a diversidade e evolução da arte escultórica nacional.

Com design de Vítor Santos, os selos apresentam imagens de esculturas emblemáticas como o Guerreiro Castrejo, a Fonte Bicéfala, a escultura Verdade, o Monumento aos Mortos, a estátua de Fernão Lopes e o Monumento a Fernando Pessoa. Cada selo tem um valor facial distinto e foi impresso pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda, com tiragens que variaram entre 500.000 e 1.000.000 exemplares. A emissão incluiu ainda um bloco filatélico com quatro selos de 75$00, com uma tiragem limitada de 80.000 unidades.

Esta coleção filatélica não só celebrou a escultura portuguesa como também reforçou o papel da filatelia na divulgação do património artístico e cultural do país. 

O selo de 95$00 da emissão "Escultura Portuguesa (3.º grupo)", integrada na Lubrapex 1995, destaca o Monumento aos Mortos da Grande Guerra localizado em Abrantes, uma obra de forte expressão modernista projetada pelo escultor e arquiteto Ruy Roque Gameiro. Este monumento foi encomendado em 1930 pela Liga dos Combatentes da Grande Guerra e inaugurado a 4 de junho de 1940.

A escultura apresenta um conjunto simbólico e expressivo: uma figura feminina estilizada representa a Pátria, ladeada por um herói e um soldado com máscara de gás, evocando o sofrimento e a bravura dos combatentes portugueses na Primeira Guerra Mundial, especialmente na Batalha de La Lys. A composição transmite uma mensagem de dor, sacrifício e memória coletiva, sendo considerada uma das obras mais marcantes do modernismo escultórico português do século XX.

Monumentos Megalíticos de Alcalar - Arqueologia em Portugal

 


A emissão filatélica "Arqueologia em Portugal", colocada em circulação pelos CTT a 21 de setembro de 2011, foi concebida para homenagear e divulgar o vasto património arqueológico nacional. Através de cinco selos, esta emissão destaca sítios emblemáticos que representam diferentes períodos da história de Portugal, desde a pré-história até à época romana. Os locais escolhidos foram a Citânia de Briteiros, um povoado da cultura castreja; Foz Côa, com as suas gravuras rupestres paleolíticas classificadas como Património Mundial; Conímbriga, uma das mais importantes cidades romanas do território português; Milreu, uma villa romana no Algarve com vestígios de templos e mosaicos; e Alcalar, um complexo megalítico pré-histórico. Com design de José Brandão e Susana Brito, os selos apresentam imagens que evocam a riqueza histórica e estética destes locais, reforçando a importância da sua preservação e valorização. Esta emissão procurou sensibilizar o público para a relevância da arqueologia na construção da identidade cultural portuguesa.

O selo dedicado a Alcalar, incluído na emissão "Arqueologia em Portugal" lançada pelos CTT a 21 de setembro de 2011, presta homenagem a um dos mais importantes complexos megalíticos do sul de Portugal. Localizado no concelho de Portimão, o sítio arqueológico de Alcalar remonta ao 3.º milénio a.C., sendo composto por várias sepulturas monumentais, incluindo tholoi (túmulos com câmara circular e corredor), que testemunham práticas funerárias e sociais das comunidades pré-históricas.

O selo apresenta uma imagem evocativa de uma das estruturas tumulares mais emblemáticas do local, destacando a arquitetura em pedra e o ambiente árido e ancestral da região. O design, da autoria de José Brandão e Susana Brito, procura transmitir a imponência e o mistério deste sítio pré-histórico, reforçando a sua importância no contexto da arqueologia portuguesa.

Ruínas de Conímbriga - Arqueologia em Portugal

 


A emissão filatélica "Arqueologia em Portugal", colocada em circulação pelos CTT a 21 de setembro de 2011, foi concebida para homenagear e divulgar o vasto património arqueológico nacional. Através de cinco selos, esta emissão destaca sítios emblemáticos que representam diferentes períodos da história de Portugal, desde a pré-história até à época romana. Os locais escolhidos foram a Citânia de Briteiros, um povoado da cultura castreja; Foz Côa, com as suas gravuras rupestres paleolíticas classificadas como Património Mundial; Conímbriga, uma das mais importantes cidades romanas do território português; Milreu, uma villa romana no Algarve com vestígios de templos e mosaicos; e Alcalar, um complexo megalítico pré-histórico. Com design de José Brandão e Susana Brito, os selos apresentam imagens que evocam a riqueza histórica e estética destes locais, reforçando a importância da sua preservação e valorização. Esta emissão procurou sensibilizar o público para a relevância da arqueologia na construção da identidade cultural portuguesa.

O selo dedicado às Ruínas de Conímbriga na emissão "Arqueologia em Portugal", lançada pelos CTT a 21 de setembro de 2011, integra uma série de cinco selos que celebram importantes sítios arqueológicos nacionais. Este selo destaca a antiga cidade romana de Conímbriga, situada perto de Coimbra, conhecida pelos seus bem preservados mosaicos, termas, casas e muralhas.

O design do selo, da autoria de José Brandão e Susana Brito, apresenta uma imagem evocativa das ruínas, com especial atenção aos detalhes arquitetónicos e artísticos que caracterizam o local. A imagem escolhida transmite a grandiosidade e sofisticação da ocupação romana, sublinhando a importância de Conímbriga como um dos mais relevantes testemunhos da presença romana em Portugal.

Ruínas de Conímbriga - 7 Maravilhas de Portugal



A emissão filatélica "7 Maravilhas de Portugal" foi lançada em 2007 pelos CTT – Correios de Portugal, celebrando os sete monumentos eleitos como as maiores maravilhas do património nacional português.

O selo dedicado às Ruínas de Conímbriga, incluído na emissão filatélica das "7 Maravilhas de Portugal" de 2007, destaca um dos mais importantes sítios arqueológicos romanos em território português. Embora Conímbriga não tenha sido uma das sete vencedoras finais, foi um dos 21 monumentos finalistas da votação nacional, o que lhe garantiu um lugar na coleção especial de selos emitida pelos CTT.

Destaques do selo das Ruínas de Conímbriga:

  • Imagem: O selo apresenta uma vista das ruínas romanas, com destaque para os mosaicos bem preservados e estruturas arquitetónicas como colunas e vestígios de casas e termas.
  • Valor facial: €0,30 (como os restantes da coleção)
  • Design: Inclui o nome “Conímbriga” e o logótipo da iniciativa “7 Maravilhas de Portugal”
  • Contexto histórico: Conímbriga foi uma cidade florescente durante o Império Romano, habitada desde a Idade do Cobre e ativa até pelo menos o século IX

1.º Centenário da elevação a Cidade da Figueira da Foz

 


A emissão filatélica "1.º Centenário da Elevação a Cidade da Figueira da Foz" foi lançada pelos CTT a 24 de fevereiro de 1982, para assinalar os 100 anos da elevação da Figueira da Foz à categoria de cidade. Composta por dois selos, esta emissão destaca elementos simbólicos da identidade local. O primeiro selo, com o valor facial de 10$00, representa o Pelourinho e o Forte de Santa Catarina, dois marcos históricos que evocam a fundação e a defesa da cidade. O segundo selo, de 19$00, ilustra a ponte e a construção naval, refletindo a importância da Figueira da Foz como centro portuário e industrial. Os selos foram desenhados por Alberto Cardoso, impressos com tarja fosforescente, e apresentam dimensões de 25,5 x 40,5 mm, com denteado 13¼ x 13¼. Esta emissão celebra o desenvolvimento urbano, económico e cultural da cidade ao longo de um século, reforçando a sua relevância no contexto regional e nacional.

Piodão - Aldeias Históricas de Portugal

 


A emissão filatélica "Aldeias Históricas de Portugal", colocada em circulação a 8 de julho de 2005 pelos CTT – Correios de Portugal, celebra o património arquitetónico, cultural e paisagístico de algumas das mais emblemáticas aldeias históricas do país. Esta emissão insere-se num esforço de valorização e promoção do interior de Portugal, destacando localidades com forte identidade histórica e relevância patrimonial.

O selo de €0,57 dedicado a Piódão integra uma emissão filatélica dos CTT que homenageia aldeias históricas e patrimónios rurais de Portugal. Este selo destaca a aldeia de Piódão, situada na Serra do Açor, no concelho de Arganil, e é conhecida pelo seu traçado pitoresco, com casas de xisto e telhados de lousa, perfeitamente integradas na encosta da serra.

Síntese do selo:

  • Valor facial: €0,57
  • Tema: Aldeia de Piódão
  • Motivo: Valorização do património arquitetónico e cultural das aldeias históricas portuguesas
  • Características visuais: Representa a paisagem típica da aldeia, com as suas casas em xisto, ruas estreitas e a envolvência natural da serra
  • Objetivo da emissão: Promover o turismo cultural e a preservação das tradições e da arquitetura rural portuguesa

Este selo é um tributo à autenticidade e beleza de Piódão, frequentemente apelidada de “aldeia presépio”, e reforça o papel da filatelia na valorização do património nacional. 

Pelourinho Bragançano, Bragança - Pelourinhos de Portugal

 

A emissão filatélica "Pelourinhos de Portugal", colocada em circulação a 19 de setembro de 2001 pelos CTT – Correios de Portugal, presta homenagem a um dos elementos mais simbólicos da história administrativa e judicial portuguesa: o pelourinho. Estes monumentos em pedra, erguidos geralmente em praças centrais, simbolizavam a autonomia municipal e a autoridade judicial concedida pelo rei às vilas e cidades.

A emissão é composta por uma folha miniatura com vários selos, cada um representando diferentes pelourinhos de várias regiões do país, destacando a diversidade estilística e a riqueza escultórica destas estruturas. Através desta série, os CTT celebram o património arquitetónico e histórico português, promovendo a valorização da memória local e da identidade municipal.

O selo dedicado ao Pelourinho Bragançano, incluído na emissão "Pelourinhos de Portugal" lançada a 19 de setembro de 2001, presta homenagem a um dos mais singulares e simbólicos monumentos de justiça e autonomia municipal em Portugal. Com um valor facial de 53$00 (0,26€) e uma tiragem de 200.000 exemplares, este selo foi desenhado por Luiz Duran e impresso pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda (INCM).

O Pelourinho de Bragança, situado na cidade de Bragança, destaca-se pela sua originalidade arquitetónica. Assenta sobre um berrão lusitano — uma escultura proto-histórica zoomórfica — atravessado por uma coluna cilíndrica. O capitel é decorado com carrancas zoomórficas e figuras em relevo, sendo rematado por um "sileno" sentado, que segura o escudo da cidade. Esta composição invulgar reflete influências românicas e manuelinas, e simboliza a autoridade régia e a autonomia judicial da cidade, especialmente após a concessão do foral manuelino no século XVI.

Este selo valoriza não só o património arquitetónico de Bragança, mas também a riqueza simbólica e histórica dos pelourinhos portugueses enquanto marcos de identidade local e de poder municipal.

Azenha temporária / Douro - Lubrapex 86 - Azenhas

 

A emissão filatélica "Lubrapex 86 – Azenhas", lançada em 1986, integrou-se na exposição filatélica LUBRAPEX 86, uma mostra conjunta entre Portugal e o Brasil. Esta emissão teve como tema central as azenhas, pequenas estruturas hidráulicas tradicionais utilizadas para moer cereais, que fazem parte do património rural e cultural português.

O selo de 22$50 da emissão "Lubrapex 86 – Azenhas", lançado a 7 de novembro de 1986, representa uma azenha temporária do Douro. Esta peça filatélica integra uma série dedicada às azenhas tradicionais portuguesas, no âmbito da exposição LUBRAPEX 86, que celebrou o património cultural partilhado entre Portugal e o Brasil.

Destaques do selo:
  • Valor facial: 22$50
  • Tema: Azenha temporária do Douro
  • Autor: Luiz Duran
  • Dimensões: 40 x 30,6 mm
  • Denteado: 12 x 12½
  • Impressor: Imprensa Nacional-Casa da Moeda (INCM)
  • Tiragem: 1.000.000 exemplares
  • Primeiro dia de circulação: 7 de novembro de 1986
  • Incluído no bloco filatélico de 212$50, lançado a 21 de novembro de 1986
Este selo destaca uma forma tradicional de aproveitamento da força da água para moer cereais, típica das margens do Douro, refletindo a engenhosidade popular e a adaptação ao meio natural. 

Praça de Monção / 4.ª Mostra de Filatelia e Maximafilia - Engenharia Militar

 

A emissão filatélica "350 Anos da Engenharia Militar" foi colocada em circulação a 28 de janeiro de 1998 pelos CTT – Correios de Portugal, para assinalar a longa e distinta história da engenharia militar portuguesa. A emissão é composta por quatro selos, cada um representando uma praça militar e um oficial engenheiro de diferentes épocas, refletindo a evolução da engenharia militar ao longo dos séculos.

Selos da emissão:

  • 50$00 – Praça de Almeida, oficial engenheiro, 1848 (tiragem: 1.000.000 exemplares)
  • 80$00 – Praça de Miranda do Douro, oficial engenheiro, 1834 (tiragem: 500.000 exemplares)
  • 100$00 – Praça de Monção, oficial engenheiro, 1797 (tiragem: 500.000 exemplares)
  • 140$00 – Praça de Elvas, oficial engenheiro, 1806 (tiragem: 300.000 exemplares)

Detalhes técnicos:

  • Autor: Vítor Santos
  • Impressor: Litografia Maia
  • Dimensões: 40 x 30,6 mm
  • Denteado: 12 x 12 ½
  • Formato especial: Carteiras com uma série de selos, denteados lateralmente e guilhotinados em cima e em baixo (tiragem: 50.000)

Esta emissão presta homenagem ao papel fundamental da engenharia militar na defesa do território nacional, na construção de fortificações e infraestruturas estratégicas, e na formação técnica e científica dos seus quadros ao longo de 350 anos de história. 

Os Amigos da Filatelia: FDC e postal máximo da emissão filatélica “Cafés Históricos Café Aliança"

Os Amigos da Filatelia: FDC e postal máximo da emissão filatélica “Cafés ...: Caros leitores, aqui vos deixamos um FDC (sobrescrito de 1.º dia de circulação) e postal máximo da emissão filatélica “Cafés Histórico...

A emissão filatélica "Cafés Históricos – 2.º Grupo" celebra a importância cultural e social dos cafés em Portugal, não apenas como locais de consumo, mas como espaços de convivência, reflexão e identidade nacional. Lançada como continuação de uma série dedicada a estes estabelecimentos emblemáticos, esta emissão destaca o papel dos cafés na vida quotidiana portuguesa, onde “tomar um café” é muito mais do que um simples ato — é um ritual profundamente enraizado no imaginário coletivo.

A emissão homenageia cafés históricos que marcaram a vida social, cultural e política do país, especialmente entre meados do século XIX e o início do século XX. Estes espaços tornaram-se verdadeiros salões públicos, onde se cruzavam escritores, artistas, políticos e cidadãos comuns, partilhando ideias, leituras e debates.

Mais do que locais físicos, os cafés são apresentados como símbolos da alma portuguesa — lugares de pausa, de encontros e de continuidade afetiva. A emissão sublinha também o paradoxo entre a importância simbólica destes espaços e o seu relativo anonimato no reconhecimento patrimonial.

O selo dedicado ao Café Aliança, em Faro, integra a emissão filatélica "Cafés Históricos – 2.º Grupo", lançada pelos CTT a 31 de agosto de 2017. Com um valor facial de €0,50, este selo presta homenagem a um dos cafés mais antigos e emblemáticos do sul de Portugal, fundado em 1908. O Café Aliança é conhecido pelo seu ambiente requintado e pela sua importância como ponto de encontro da vida social, cultural e política da cidade de Faro ao longo do século XX.

O selo foi desenhado por Paulo Cintra e Laura C.C., e impresso pela BPOST, com uma tiragem de 125.000 exemplares. 

Vultos da História e da Cultura: Almada Negreiros ( 1893 - 1970)

Vultos da História e da Cultura: Almada Negreiros ( 1893 - 1970):   José Sobral de Almada Negreiros nasceu em Trindade a 07 de abril de 1893 distinguiu-se como um artista multidisciplinar dedicando sobretud...




A emissão filatélica "Centenário de Almada Negreiros", lançada pelos CTT em 1993, assinalou os 100 anos do nascimento de José de Almada Negreiros (1893–1970), uma das figuras mais marcantes do modernismo português. A emissão é composta por dois selos que representam diferentes facetas da sua obra artística. O primeiro selo, com o valor facial de 40$00, apresenta um auto-retrato de 1948, acompanhado de um excerto do seu texto "Monólogo Autodidata na Oficina de Pintura", revelando a sua dimensão introspectiva e literária. O segundo selo, de 65$00, reproduz um dos painéis da Gare Marítima de Alcântara, em Lisboa, destacando o seu contributo para a arte pública e monumental. Esta emissão presta homenagem à versatilidade de Almada como pintor, escritor, ilustrador e pensador, e sublinha a sua importância na renovação estética e cultural do século XX em Portugal.

sábado, 21 de junho de 2025

A Pátera de Lameira Larga, Museu Nacional de Arqueologia - A Herança Romana em Portugal

 

A série de selos "A Herança Romana em Portugal", emitida pelos CTT em 2006, celebra a profunda influência da civilização romana no território português. Composta por quatro selos e um bloco filatélico, esta emissão destaca elementos marcantes do legado romano, como monumentos, ruínas, inscrições e artefatos arqueológicos que testemunham a presença romana em várias regiões do país. Os selos foram concebidos com grande rigor histórico e artístico, refletindo a importância da romanização na formação da identidade cultural portuguesa.

A emissão foi acompanhada por uma publicação especial intitulada "A Herança Romana em Portugal", da autoria do arqueólogo e professor Carlos Fabião, que oferece um enquadramento histórico detalhado sobre a presença romana em Portugal. Esta obra, editada em formato de livro com tiragem limitada e numerada, complementa os selos com textos explicativos e imagens ilustrativas, tornando-se um valioso contributo para a divulgação do património histórico nacional.

Através desta série, os CTT prestam homenagem à herança deixada pelos Romanos, que se reflete ainda hoje na arquitetura, na organização urbana e em muitos aspetos da cultura portuguesa.

O selo "Pátera de Lameira Larga", integrado na série "A Herança Romana em Portugal" emitida pelos CTT em 2006, destaca-se como uma homenagem à arte e ao simbolismo religioso da época romana.

Este selo tem um valor facial de €0,50 e representa uma pátera, um recipiente cerimonial utilizado em rituais religiosos, encontrado em Lameira Larga, e atualmente conservado no Museu Nacional de Arqueologia. A pátera é um exemplo notável da ourivesaria romana, revelando o requinte técnico e estético da época.

A emissão foi impressa pela Imprensa Nacional Casa da Moeda (INCM), com design de José Brandão e Paulo Falardo, e posta em circulação a 21 de junho de 2006. Foram emitidos 1.700.000 exemplares deste selo, o que reflete a sua importância dentro da série.

Este selo não só valoriza o património arqueológico português, como também contribui para a divulgação da herança cultural romana que ainda hoje marca a identidade histórica do país.


Festa dos Tabuleiros - Festas Tradicionais Portuguesas / Emissão Base (1.º grupo)

 

A emissão base "Festas Tradicionais" de 2011 dos CTT – Correios de Portugal celebra algumas das mais emblemáticas festas populares portuguesas. 

Características da Emissão

  • Ano de emissão: 2011
  • Design: Atelier Whitestudio
  • Impressão: Offset pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda
  • Formato: Selos em folhas de 100 unidades, dentado 11-3/4
  • Temas representados: Festas tradicionais portuguesas

O selo "Festa dos Tabuleiros" da emissão base de 2011 destaca-se por representar uma das mais emblemáticas celebrações tradicionais de Portugal, realizada na cidade de Tomar.

Destaques do selo "Festa dos Tabuleiros"

  • Valor facial: €0,32
  • Cor de fundo: Azul-claro
  • Design: Mostra elementos típicos da festa, como os tabuleiros decorados com flores e pães, transportados à cabeça pelas mulheres.
  • Impressão: Offset sobre papel esmalte

A Festa dos Tabuleiros, também conhecida como Festa do Espírito Santo, é uma celebração única que ocorre na cidade de Tomar, no centro de Portugal. Realizada de quatro em quatro anos, esta festa é uma das mais antigas e simbólicas do país, com raízes que remontam ao século XIII e à tradição do culto ao Espírito Santo, introduzido pela Rainha Santa Isabel.

O ponto alto da festa é o Cortejo dos Tabuleiros, onde centenas de mulheres desfilam pelas ruas da cidade com tabuleiros à cabeça. Estes tabuleiros são estruturas altas, decoradas com flores de papel e pães, simbolizando a abundância e a partilha. Cada tabuleiro é composto por 30 pães de 400 gramas, dispostos em colunas sobre uma base enfeitada com espigas de trigo, flores e a coroa do Espírito Santo no topo.

A festa começa no Domingo de Páscoa, com a Festa das Coroas, e prolonga-se até ao segundo domingo de julho, incluindo eventos como:

  • Cortejo dos Rapazes
  • Desfile dos Mordomos
  • Jogos Populares
  • Celebrações religiosas e culturais

Mais do que um evento turístico, a Festa dos Tabuleiros é uma expressão viva da identidade local, da fé e da solidariedade comunitária. A cidade de Tomar transforma-se num palco de cor, música e tradição, atraindo milhares de visitantes nacionais e estrangeiros.


2.º aniversário da EXPOFIL 83 - Instrumentos de Trabalho - Bússolas


A emissão filatélica "Instrumentos de Trabalho" foi uma emissão ordinária lançada em Portugal com o objetivo de homenagear o trabalho humano através da representação simbólica das ferramentas utilizadas em diversas profissões.

Síntese da emissão:

  • Tema central: Os instrumentos de trabalho são apresentados como símbolos da presença humana e da dignidade do trabalho, mesmo sem a representação direta da figura humana.
  • Conceito artístico: A emissão opta por não incluir figuras humanas, destacando antes os objetos que representam o esforço, a técnica e a criatividade do trabalhador.
  • Mensagem: Ao focar nos instrumentos, a emissão valoriza o papel do trabalho na construção da sociedade e na identidade cultural portuguesa.
  • Estilo visual: Os selos apresentam um design limpo e simbólico, com destaque para ferramentas tradicionais e modernas de diferentes áreas profissionais.

Esta emissão é considerada uma homenagem discreta mas poderosa ao trabalhador, através da linguagem visual dos objetos que o representam.

Destaques do selo "Bússolas":

  • Série: Instrumentos de Trabalho
  • Data de emissão: A partir de 15 de fevereiro de 1978
  • Motivo: Representa bússolas de navegação, instrumento essencial para navegadores, engenheiros e técnicos de medição e orientação.
  • Valor facial: Um dos valores médios da série (precisa de confirmação exata, pois variava entre emissões)
  • Design: Ilustração estilizada de uma ou mais bússolas, com traços técnicos e fundo de cor sólida, típico da série.
  • Função postal: Uso corrente (série base), amplamente utilizado no correio nacional e internacional.
  • Curiosidade técnica: Alguns exemplares desta série, incluindo o selo das bússolas, foram impressos com tarja fosforescente, usada para facilitar o tratamento automático do correio.

Este selo é valorizado por colecionadores pela sua representação de instrumentos científicos e pela sua integração numa das séries mais duradouras e funcionais da filatelia portuguesa.

“O Almoço do Trolha”, da autoria de Júlio Pomar - Pintores do Século XX

 

A emissão filatélica "Pintores do Século XX", lançada pelos CTT a 15 de fevereiro de 1989, presta homenagem a quatro grandes nomes da pintura portuguesa que marcaram profundamente o panorama artístico nacional ao longo do século XX. Esta coleção celebra a diversidade de estilos e influências que caracterizam a arte moderna portuguesa, através da reprodução de obras emblemáticas de cada artista.

A emissão inclui quatro selos, cada um com uma reprodução fiel da obra escolhida, acompanhada do nome do pintor e do valor facial correspondente. O conjunto foi impresso em offset policromático, garantindo qualidade visual e fidelidade às cores originais. Esta emissão não só valoriza o património artístico português, como também aproxima o público da riqueza estética e cultural da pintura do século XX.

O selo “O Almoço do Trolha”, da autoria de Júlio Pomar é uma das mais emblemáticas obras do modernismo português e representa um momento marcante na carreira do artista, tanto pela sua temática como pela força expressiva da composição.

A pintura retrata um grupo de trabalhadores da construção civil durante a pausa para o almoço, captando com realismo e dignidade o quotidiano da classe operária. Júlio Pomar, com uma paleta vibrante e traço firme, confere aos trolhas uma presença monumental, quase heroica, sublinhando o valor humano e social do trabalho manual. A obra insere-se na fase neorrealista do pintor, marcada pelo compromisso político e pela atenção às questões sociais.

O selo reproduz esta pintura com grande fidelidade cromática, destacando-se pela sua expressividade e pela forma como transforma uma cena comum num símbolo de resistência e identidade coletiva. Ao integrar esta obra na emissão filatélica, os CTT prestam homenagem não só ao talento de Júlio Pomar, mas também à arte como instrumento de consciência social.

“Antítese da Calma” de António Dacosta - Pintores do Séc. XX

 

A emissão filatélica "Pintores do Século XX", lançada pelos CTT a 15 de fevereiro de 1989, presta homenagem a quatro grandes nomes da pintura portuguesa que marcaram profundamente o panorama artístico nacional ao longo do século XX. Esta coleção celebra a diversidade de estilos e influências que caracterizam a arte moderna portuguesa, através da reprodução de obras emblemáticas de cada artista.

A emissão inclui quatro selos, cada um com uma reprodução fiel da obra escolhida, acompanhada do nome do pintor e do valor facial correspondente. O conjunto foi impresso em offset policromático, garantindo qualidade visual e fidelidade às cores originais. Esta emissão não só valoriza o património artístico português, como também aproxima o público da riqueza estética e cultural da pintura do século XX.

O selo “Antítese da Calma” de António Dacosta, incluído na emissão filatélica "Pintores do Século XX" lançada a 15 de fevereiro de 1989, é uma homenagem à fase surrealista do artista açoriano, marcada por uma linguagem visual profundamente simbólica e introspectiva.

Este selo reproduz a obra Antítese da Calma, uma pintura que reflete o universo onírico e inquietante de Dacosta, onde formas orgânicas e cores densas se combinam para criar uma atmosfera de tensão poética. A composição transmite uma sensação de movimento contido, de contraste entre serenidade e perturbação, típica da estética surrealista que o artista explorou nas décadas de 1940 e 1950.

A escolha desta obra para a emissão filatélica sublinha o papel pioneiro de António Dacosta na introdução do surrealismo em Portugal, bem como a sua capacidade de transformar o inconsciente em expressão plástica. O selo, impresso em offset policromático, preserva a intensidade cromática e a complexidade formal da pintura original, tornando-se não apenas um objeto de colecionismo, mas também um veículo de divulgação da arte moderna portuguesa.

sexta-feira, 20 de junho de 2025

Palácio de São Mateus - 7 Maravilhas de Portugal

 


A emissão filatélica "7 Maravilhas de Portugal" foi lançada em 2007 pelos CTT – Correios de Portugal, celebrando os sete monumentos eleitos como as maiores maravilhas do património nacional português.

O selo dedicado ao Palácio de São Mateus destaca este importante monumento situado em Vila Real, conhecido pela sua arquitetura barroca e pelos jardins históricos que o rodeiam.

Destaques do selo:

  • Imagem principal: Representa o Palácio de São Mateus com vista para a fachada principal ou para os seus jardins simétricos, refletindo o estilo barroco e neoclássico.
  • Contexto histórico: O palácio é um dos mais emblemáticos da região de Trás-os-Montes, ligado à Casa de Mateus e à produção de vinho.

Sé de Vila Real - Rota das Catedrais

 


A emissão filatélica "Rota das Catedrais – 1.º Grupo" faz parte de uma série lançada pelos CTT – Correios de Portugal, dedicada a destacar o património religioso e arquitetónico das catedrais portuguesas. Esta emissão dá continuidade ao primeiro grupo da mesma temática, celebrando a riqueza histórica, artística e espiritual de mais catedrais espalhadas pelo país.

O selo da Sé de Vila Real, incluído na emissão filatélica Rota das Catedrais – 1.º Grupo, apresenta os seguintes elementos principais:

  • Imagem do interior da catedral: O selo destaca a riqueza arquitetónica do interior da Sé, evidenciando elementos como o altar-mor, colunas ou abóbadas, típicos do estilo gótico e manuelino.
  • Vista parcial do exterior: O selo mostra uma perspetiva da fachada e uma das torres, sublinhando a imponência e a sobriedade da pedra granítica característica da região de Trás-os-Montes.