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domingo, 26 de outubro de 2025

Torre de Belém - Paisagens e Monumentos

 



Torre de Belém - Maximafilia e Temática - Paisagens e Monumentos

 



📘 Ficha de Catálogo Digital


Título: Torre de Belém – Lisboa


Descrição Geral: Postal máximo com temática arquitetónica, representando a icónica Torre dos Belém, um dos monumentos mais emblemáticos da cidade do Lisboa.


📮 Elemento Filatélico


Selo:

  • Emissão: Paisagens Monumentos
  • Valor Facial: 1$00
  • Data de Emissão: 1972
  • Número Mundifil: 
  • Descrição do Selo: Vista da Torre de Belém.

Obliteração:

  • Tipo: Carimbo de 1.º dia de circulação
  • Local: Porto
  • Data: 01-03-1972
  • Descrição: Emissão ordinária Paisagens e Monumentos no qual no centro está imagem de um postilhão

🖼️ Postal


Imagem: Representação artística da Torre de Belém, com detalhes arquitetónicos realçados e tonalidades suaves.
Edição: Registada


📚 Classificação


Tipo de Peça: Postal Máximo


Temas:

  • Arquitetura
  • Património Cultural
  • Lisboa
  • Monumentos Históricos

🗂️ Dados Técnicos


Estado de Conservação: Papel limpo, sem manchas, rasgos ou vincos. Cores originais preservadas.
Localização Física: Alberto de Sousa: A Arte em Postal Máximo

quinta-feira, 23 de outubro de 2025

Torre dos Clérigos - Por Alberto de Souza - Paisagens e Monumento de Portugal

 



📘 Ficha de Catálogo Digital


Título: Torre dos Clérigos – Porto


Descrição Geral: Postal máximo com temática arquitetónica, representando a icónica Torre dos Clérigos, um dos monumentos mais emblemáticos da cidade do Porto. A imagem mostra a torre em destaque, rodeada por edifícios históricos e uma área ajardinada na base, evocando a importância cultural e turística do local.


📮 Elemento Filatélico


Selo:

  • Emissão: Paisagens Monumentos
  • Valor Facial: 1$00
  • Data de Emissão: 1972
  • Número Mundifil: 
  • Descrição do Selo: Vista da Torre dos Clérigos e da cidade do Porto, destacando a arquitetura barroca e a imponência do monumento.

Obliteração:

  • Tipo: Carimbo de 1.º dia de circulação
  • Local: Porto
  • Data: 01-03-1972
  • Descrição: Emissão ordinária Paisagens e Monumentos no qual no centro está imagem de um postilhão

🖼️ Postal


Imagem: Representação artística da Torre dos Clérigos, com detalhes arquitetónicos realçados e tonalidades suaves, transmitindo a atmosfera histórica do centro do Porto.
Edição: Registada


📚 Classificação


Tipo de Peça: Postal Máximo


Temas:

  • Arquitetura
  • Património Cultural
  • Porto
  • Monumentos Históricos
  • Barroco

🗂️ Dados Técnicos


Estado de Conservação: Papel limpo, sem manchas, rasgos ou vincos. Cores originais preservadas.
Localização Física: Alberto de Sousa: A Arte em Postal Máximo

Torre dos Clérigos - Porto - Paisagens e Monumento de Portugal

 


📘 Ficha de Catálogo Digital


Título: Torre dos Clérigos – Porto


Descrição Geral: Postal máximo com temática arquitetónica, representando a icónica Torre dos Clérigos, um dos monumentos mais emblemáticos da cidade do Porto. A imagem mostra a torre em destaque, rodeada por edifícios históricos e uma área ajardinada na base, evocando a importância cultural e turística do local.


📮 Elemento Filatélico


Selo:

  • Emissão: Paisagens Monumentos
  • Valor Facial: 1$00
  • Data de Emissão: 1972
  • Número Mundifil: 
  • Descrição do Selo: Vista da Torre dos Clérigos e da cidade do Porto, destacando a arquitetura barroca e a imponência do monumento.

Obliteração:

  • Tipo: Marca dia dos CTT
  • Local: 4000 Porto
  • Data: 20-05-1982
  • Descrição: Marca circular com inscrição “FILATELIA” e código postal, usada para autenticar a peça.

🖼️ Postal


Imagem: Representação artística da Torre dos Clérigos, com detalhes arquitetónicos realçados e tonalidades suaves, transmitindo a atmosfera histórica do centro do Porto.
Edição: Registada


📚 Classificação


Tipo de Peça: Postal Máximo


Temas:

  • Arquitetura
  • Património Cultural
  • Porto
  • Monumentos Históricos
  • Barroco

🗂️ Dados Técnicos


Estado de Conservação: Papel limpo, sem manchas, rasgos ou vincos. Cores originais preservadas.
Localização Física: Alberto de Sousa: A Arte em Postal Máximo

quinta-feira, 10 de julho de 2025

Museu Municipal de Faro - Museus Centenários de Portugal (1.º grupo)

 


A emissão filatélica "Museus Centenário de Portugal – 1.º Grupo", colocada em circulação a 5 de abril de 2019, presta homenagem a museus portugueses com mais de cem anos de existência, reconhecendo o seu papel na preservação da memória coletiva e na valorização do património cultural e científico nacional. Esta série integra-se num esforço de divulgação das instituições museológicas mais antigas do país, promovendo o seu legado junto do público filatélico e da sociedade em geral.

Síntese da emissão:

  • Título da emissão: Museus Centenário de Portugal – 1.º Grupo
  • Data de circulação: 5 de abril de 2019
  • Design: AF Atelier
  • Impressão: Offset
  • Impressor: BPOST
  • Formato dos selos: 40 mm x 30,6 mm
  • Denteado: 12 ¼ x 12 e "Cruz de Cristo" nos lados

Museus representados:

  • Museu da Ciência da Universidade de Coimbra
  • Museu Nacional Soares dos Reis
  • Museu Militar de Lisboa
  • Museu Nacional de História Natural e da Ciência (MUHNAC)
  • Museu Geológico de Lisboa
  • Museu Arqueológico do Carmo
  • Museu Carlos Machado
  • Museu Etnográfico da Sociedade de Geografia de Lisboa
  • Museu Nacional de Arte Antiga
  • Museu Arqueológico da Sociedade Martins Sarmento
  • Museu Nacional de Arqueologia
  • Museu Municipal de Faro
  • Museu Municipal Santos Rocha

Design dos selos:

Cada selo apresenta uma imagem cuidadosamente selecionada que destaca a singularidade arquitetónica, o acervo e o contexto histórico de cada museu. A composição gráfica valoriza a diversidade temática e geográfica das instituições, reforçando o papel dos museus como guardiões da memória e promotores da cultura em Portugal.

Destaque do Selo do Museu Municipal de Faro

O Museu Municipal de Faro foi fundado em 1894 como Museu Arqueológico e Lapidar Infante D. Henrique, em homenagem ao navegador. Está instalado no antigo Convento de Nossa Senhora da Assunção, edifício renascentista do século XVI. O espólio inicial era arqueológico, destacando-se peças romanas como o Mosaico do Oceano. Hoje, o museu preserva e expõe a história de Faro e do Algarve, desde a pré-história até à arte sacra dos séculos XVI a XIX

Catedral do Funchal - Rota das Catedrais (2.º grupo)

 


A emissão filatélica "Rota das Catedrais – 2.º Grupo", colocada em circulação a 06 de junho de 2013, celebra o património religioso e arquitetónico de Portugal, destacando algumas das mais notáveis catedrais do país. Esta série integra-se num projeto nacional de valorização da arte sacra, promovido em parceria com o Secretariado Nacional para os Bens Culturais da Igreja.

Síntese da emissão:

  • Título da emissão: Rota das Catedrais – 2.º Grupo
  • Data de circulação: 06 de maio de 2013
  • Design: Atelier Design&etc
  • Impressão: Offset
  • Impressor: Cartor
  • Formato dos selos: 40 mm x 30,6 mm
  • Denteado: 12 ¼ x 12 ¼  e "Cruz de Cristo" nos lados inferior e superior

Catedrais representadas:

  • Sé de Aveiro
  • Sé de Castelo Branco
  • Sé de Coimbra - Sé Nova
  • Sé de Coimbra - Sé Velha
  • Sé de Leiria
  • Sé de Portalegre
  • Sé de Angra - Açores
  • Sé de Funchal - Madeira

Design dos selos:

Cada selo apresenta uma imagem cuidadosamente selecionada que destaca a imponência, o detalhe arquitetónico e o contexto urbano de cada catedral. A composição gráfica valoriza a diversidade estilística — do românico ao barroco — e transmite a riqueza espiritual e cultural do património religioso português.

Destaque do Selo da Catedral do Funchal

A Catedral do Funchal, iniciada em 1493 por ordem de D. Manuel I, é um dos mais antigos edifícios da Madeira. Foi consagrada em 1517 e tornou-se sede da Diocese do Funchal em 1514, abrangendo todas as terras descobertas por Portugal. De estilo gótico manuelino, destaca-se pelo cadeiral da capela-mor e pela cruz processional oferecida por D. Manuel I 

terça-feira, 8 de julho de 2025

Catedral de Portalegre - Rota das Catedrais (2.º grupo)

 


A emissão filatélica "Rota das Catedrais – 2.º Grupo", colocada em circulação a 06 de junho de 2013, celebra o património religioso e arquitetónico de Portugal, destacando algumas das mais notáveis catedrais do país. Esta série integra-se num projeto nacional de valorização da arte sacra, promovido em parceria com o Secretariado Nacional para os Bens Culturais da Igreja.

Síntese da emissão:

  • Título da emissão: Rota das Catedrais – 2.º Grupo
  • Data de circulação: 06 de maio de 2013
  • Design: Atelier Design&etc
  • Impressão: Offset
  • Impressor: Cartor
  • Formato dos selos: 40 mm x 30,6 mm
  • Denteado: 12 ¼ x 12 ¼  e "Cruz de Cristo" nos lados inferior e superior

Catedrais representadas:

  • Sé de Aveiro
  • Sé de Castelo Branco
  • Sé de Coimbra - Sé Nova
  • Sé de Coimbra - Sé Velha
  • Sé de Leiria
  • Sé de Portalegre
  • Sé de Angra - Açores
  • Sé de Funchal - Madeira

Design dos selos:

Cada selo apresenta uma imagem cuidadosamente selecionada que destaca a imponência, o detalhe arquitetónico e o contexto urbano de cada catedral. A composição gráfica valoriza a diversidade estilística — do românico ao barroco — e transmite a riqueza espiritual e cultural do património religioso português.

Destaque do Selo da Catedral de Portalegre

A Catedral de Portalegre, dedicada a Nossa Senhora da Assunção, começou a ser construída em 1556, por ordem do bispo D. Julião de Alva, e foi concluída em 1575. De estilo renascentista maneirista, destaca-se pelos retábulos com 96 pinturas dos séculos XVI e XVII, claustro barroco e abóbadas decoradas com motivos grotescos. É Monumento Nacional desde 1910 e um dos mais ricos templos do interior português

Catedral de Santarém - Rota das Catedrais (1.º grupo)

 


A emissão filatélica "Rota das Catedrais – 1.º Grupo", colocada em circulação a 18 de maio de 2012, celebra o património religioso e arquitetónico de Portugal, destacando algumas das mais notáveis catedrais do país. Esta série integra-se num projeto nacional de valorização da arte sacra, promovido em parceria com o Secretariado Nacional para os Bens Culturais da Igreja.

Síntese da emissão:

  • Título da emissão: Rota das Catedrais – 1.º Grupo
  • Data de circulação: 18 de maio de 2012
  • Design: Atelier Acácio Santos / Hélder Soares
  • Impressão: Offset
  • Impressor: Joh. Enschedé
  • Formato dos selos: 40 mm x 30,6 mm
  • Denteado: 13 e "Cruz de Cristo" nos lados verticais

Catedrais representadas:

  • Sé de Braga
  • Sé de Viseu
  • Sé de Santarém
  • Sé de Silves
  • Sé de Vila Real
  • Sé de Viana do Castelo
  • Sé do Porto
  • Sé de Lamego
  • Sé da Guarda
  • Sé de Faro

Design dos selos:

Cada selo apresenta uma imagem cuidadosamente selecionada que destaca a imponência, o detalhe arquitetónico e o contexto urbano de cada catedral. A composição gráfica valoriza a diversidade estilística — do românico ao barroco — e transmite a riqueza espiritual e cultural do património religioso português.

Destaque do Selo da Catedral de Santarém

A Catedral de Santarém, dedicada a Nossa Senhora da Conceição, foi originalmente construída no século XVII como igreja do Colégio Jesuíta. Após a extinção da Companhia de Jesus, foi elevada a catedral em 1975. De estilo maneirista e barroco, destaca-se pela fachada sóbria e interior ricamente decorado com talha dourada, azulejos e pinturas. É um dos principais templos religiosos da região ribatejana.


Catedral da Guarda - Rota das Catedrais (1.º grupo)


A emissão filatélica "Rota das Catedrais – 1.º Grupo", colocada em circulação a 18 de maio de 2012, celebra o património religioso e arquitetónico de Portugal, destacando algumas das mais notáveis catedrais do país. Esta série integra-se num projeto nacional de valorização da arte sacra, promovido em parceria com o Secretariado Nacional para os Bens Culturais da Igreja.

Síntese da emissão:

  • Título da emissão: Rota das Catedrais – 1.º Grupo
  • Data de circulação: 18 de maio de 2012
  • Design: Atelier Acácio Santos / Hélder Soares
  • Impressão: Offset
  • Impressor: Joh. Enschedé
  • Formato dos selos: 40 mm x 30,6 mm
  • Denteado: 13 e "Cruz de Cristo" nos lados verticais

Catedrais representadas:

  • Sé de Braga
  • Sé de Viseu
  • Sé de Santarém
  • Sé de Silves
  • Sé de Vila Real
  • Sé de Viana do Castelo
  • Sé do Porto
  • Sé de Lamego
  • Sé da Guarda
  • Sé de Faro

Design dos selos:

Cada selo apresenta uma imagem cuidadosamente selecionada que destaca a imponência, o detalhe arquitetónico e o contexto urbano de cada catedral. A composição gráfica valoriza a diversidade estilística — do românico ao barroco — e transmite a riqueza espiritual e cultural do património religioso português.

Destaque do Selo da Catedral de Viseu

A Catedral da Guarda começou a ser construída em 1390, no reinado de D. João I, e foi concluída por volta de 1540. Combina os estilos gótico e manuelino, com influências do Mosteiro da Batalha. Destacam-se as colunas torsas, o portal manuelino e a abóbada nervurada. É um dos mais notáveis templos portugueses do final da Idade Média e está classificada como Monumento Nacional desde 1907.

Catedral da Guarda - Rota das Catedrais (1.º grupo)

 

A emissão filatélica "Rota das Catedrais – 1.º Grupo", colocada em circulação a 18 de maio de 2012, celebra o património religioso e arquitetónico de Portugal, destacando algumas das mais notáveis catedrais do país. Esta série integra-se num projeto nacional de valorização da arte sacra, promovido em parceria com o Secretariado Nacional para os Bens Culturais da Igreja.

Síntese da emissão:

  • Título da emissão: Rota das Catedrais – 1.º Grupo
  • Data de circulação: 18 de maio de 2012
  • Design: Atelier Acácio Santos / Hélder Soares
  • Impressão: Offset
  • Impressor: Joh. Enschedé
  • Formato dos selos: 40 mm x 30,6 mm
  • Denteado: 13 e "Cruz de Cristo" nos lados verticais

Catedrais representadas:

  • Sé de Braga
  • Sé de Viseu
  • Sé de Santarém
  • Sé de Silves
  • Sé de Vila Real
  • Sé de Viana do Castelo
  • Sé do Porto
  • Sé de Lamego
  • Sé da Guarda
  • Sé de Faro

Design dos selos:

Cada selo apresenta uma imagem cuidadosamente selecionada que destaca a imponência, o detalhe arquitetónico e o contexto urbano de cada catedral. A composição gráfica valoriza a diversidade estilística — do românico ao barroco — e transmite a riqueza espiritual e cultural do património religioso português.

Destaque do Selo da Catedral de Viseu

A Catedral da Guarda começou a ser construída em 1390, no reinado de D. João I, e foi concluída por volta de 1540. Combina os estilos gótico e manuelino, com influências do Mosteiro da Batalha. Destacam-se as colunas torsas, o portal manuelino e a abóbada nervurada. É um dos mais notáveis templos portugueses do final da Idade Média e está classificada como Monumento Nacional desde 1907.

Catedral de Viseu - Rota das Catedrais (1.º grupo)


A emissão filatélica "Rota das Catedrais – 1.º Grupo", colocada em circulação a 18 de maio de 2012, celebra o património religioso e arquitetónico de Portugal, destacando algumas das mais notáveis catedrais do país. Esta série integra-se num projeto nacional de valorização da arte sacra, promovido em parceria com o Secretariado Nacional para os Bens Culturais da Igreja.

Síntese da emissão:

  • Título da emissão: Rota das Catedrais – 1.º Grupo
  • Data de circulação: 18 de maio de 2012
  • Design: Atelier Acácio Santos / Hélder Soares
  • Impressão: Offset
  • Impressor: Joh. Enschedé
  • Formato dos selos: 40 mm x 30,6 mm
  • Denteado: 13 e "Cruz de Cristo" nos lados verticais

Catedrais representadas:

  • Sé de Braga
  • Sé de Viseu
  • Sé de Santarém
  • Sé de Silves
  • Sé de Vila Real
  • Sé de Viana do Castelo
  • Sé do Porto
  • Sé de Lamego
  • Sé da Guarda
  • Sé de Faro

Design dos selos:

Cada selo apresenta uma imagem cuidadosamente selecionada que destaca a imponência, o detalhe arquitetónico e o contexto urbano de cada catedral. A composição gráfica valoriza a diversidade estilística — do românico ao barroco — e transmite a riqueza espiritual e cultural do património religioso português.

Destaque do Selo da Catedral de Viseu

A Catedral de Viseu, dedicada a Santa Maria, começou a ser construída no século XII, com traços românicos. Ao longo dos séculos, foi enriquecida com elementos góticos, manuelinos, renascentistas e barrocos. Destacam-se o claustro renascentista, a abóbada de nós e a fachada maneirista. É um dos mais importantes monumentos religiosos do país e está classificada como Monumento Nacional desde 1910

Catedral de Lamego - Rota das Catedrais (1.º grupo)

A emissão filatélica "Rota das Catedrais – 1.º Grupo", colocada em circulação a 18 de maio de 2012, celebra o património religioso e arquitetónico de Portugal, destacando algumas das mais notáveis catedrais do país. Esta série integra-se num projeto nacional de valorização da arte sacra, promovido em parceria com o Secretariado Nacional para os Bens Culturais da Igreja.

Síntese da emissão:

  • Título da emissão: Rota das Catedrais – 1.º Grupo
  • Data de circulação: 18 de maio de 2012
  • Design: Atelier Acácio Santos / Hélder Soares
  • Impressão: Offset
  • Impressor: Joh. Enschedé
  • Formato dos selos: 40 mm x 30,6 mm
  • Denteado: 13 e "Cruz de Cristo" nos lados verticais

Catedrais representadas:

  • Sé de Braga
  • Sé de Viseu
  • Sé de Santarém
  • Sé de Silves
  • Sé de Vila Real
  • Sé de Viana do Castelo
  • Sé do Porto
  • Sé de Lamego
  • Sé da Guarda
  • Sé de Faro

Design dos selos:

Cada selo apresenta uma imagem cuidadosamente selecionada que destaca a imponência, o detalhe arquitetónico e o contexto urbano de cada catedral. A composição gráfica valoriza a diversidade estilística — do românico ao barroco — e transmite a riqueza espiritual e cultural do património religioso português.

Destaque do Selo Catedral de Lamego

A Catedral de Lamego, dedicada a Nossa Senhora da Assunção, foi fundada em 1129 sobre uma antiga capela. De estilo gótico, conserva a torre original, mas sofreu várias remodelações nos séculos XVI e XVIII. Destaca-se o claustro renascentista e a capela-mor barroca. É um dos mais importantes monumentos religiosos do país e símbolo da cidade, classificado como Monumento Nacional desde 1910.

domingo, 6 de julho de 2025

Pousada dos Loios - Pousadas Históricas

 


A emissão filatélica "Pousadas Históricas de Portugal", lançada em circulação a 7 de novembro de 1994, foi uma homenagem às emblemáticas pousadas que preservam o património histórico e arquitetónico português. Esta série, autorizada pela Portaria n.º 1052/94, foi composta por quatro selos, cada um representando uma pousada distinta: o Forte de São Filipe em Setúbal (45$00), o Castelo de Óbidos (75$00), o Convento dos Lóios em Évora (100$00) e o Mosteiro de Santa Marinha em Guimarães (140$00).

Os selos foram desenhados por Carlos Leitão, impressos pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda, com dimensões de 40 mm x 30,6 mm e picotado 12 x 12½. Esta emissão destacou-se pela sua qualidade artística e pelo valor cultural, promovendo o turismo e a valorização do património nacional. Com tiragens que variaram entre 500.000 e 1.000.000 exemplares.

A Pousada dos Lóios, em Évora, ocupa o antigo Convento de São João Evangelista, fundado em 1485 por D. Rodrigo de Melo como panteão familiar. Construído sobre ruínas do castelo medieval, é um exemplo da arquitetura gótica-manuelina com influências árabes. Após o terramoto de 1755, sofreu danos e foi restaurado. Desde 1965 funciona como pousada, preservando o claustro, azulejos e a igreja original.

sexta-feira, 4 de julho de 2025

Castelo de Óbidos - Pousadas Históricas

 

A emissão filatélica "Pousadas Históricas de Portugal", lançada em circulação a 7 de novembro de 1994, foi uma homenagem às emblemáticas pousadas que preservam o património histórico e arquitetónico português. Esta série, autorizada pela Portaria n.º 1052/94, foi composta por quatro selos, cada um representando uma pousada distinta: o Forte de São Filipe em Setúbal (45$00), o Castelo de Óbidos (75$00), o Convento dos Lóios em Évora (100$00) e o Mosteiro de Santa Marinha em Guimarães (140$00).

Os selos foram desenhados por Carlos Leitão, impressos pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda, com dimensões de 40 mm x 30,6 mm e picotado 12 x 12½. Esta emissão destacou-se pela sua qualidade artística e pelo valor cultural, promovendo o turismo e a valorização do património nacional. Com tiragens que variaram entre 500.000 e 1.000.000 exemplares.

O Castelo de Óbidos é uma fortaleza medieval situada na vila de Óbidos, em Portugal. Construído no século XII sobre vestígios romanos e muçulmanos, destaca-se pela sua arquitetura militar gótica e muralhas bem preservadas. Foi classificado como Monumento Nacional em 1951. Hoje, integra a rede das Pousadas de Portugal, oferecendo uma experiência única de hospedagem histórica. 

quinta-feira, 3 de julho de 2025

Castelo Évora-Monte - Castelos e Brasões de Portugal

 


A emissão filatélica intitulada "Castelos e Brasões de Portugal", colocada em circulação a 16 de janeiro de 1987, inclui um selo dedicado ao Castelo de Évora-Monte, monumento de relevante valor histórico e arquitetónico situado na região do Alentejo. Esta peça filatélica foi concebida pelos artistas José Luís Tinoco e J. Bérnard Guedes, cuja colaboração resultou numa representação gráfica de elevada qualidade estética e rigor histórico. A impressão foi executada em offset pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda, recorrendo a papel de esmalte, o que lhe confere um acabamento refinado e duradouro. Com uma tiragem de 1.000.000 de exemplares, este selo integrou uma das mais emblemáticas séries dedicadas ao património nacional.
O Castelo de Évora-Monte, construído no século XVI, localiza-se no Alentejo e destaca-se pela sua planta quadrangular e torres cilíndricas. É um exemplo notável da transição entre a arquitetura militar medieval e o estilo renascentista. Erguido em posição dominante sobre a serra d’Ossa, foi palco da assinatura da Convenção de Évora-Monte em 1834, que pôs fim às Guerras Liberais. É símbolo da história e identidade portuguesas.

terça-feira, 1 de julho de 2025

Castelo do Almourol - Castelos e Brasões de Portugal (7.º grupo)

 


A emissão filatélica "Castelos e Brasões de Portugal" celebrou o património histórico nacional, destacando fortalezas icónicas. O selo dedicado ao Castelo de Almourol foi lançado a 19 de janeiro de 1988, integrando esta série. A ilustração foi criada por José Luís Tinoco e J. Bérnard Guedes, artistas reconhecidos pelo seu trabalho gráfico. A impressão foi feita em offset na Imprensa Nacional-Casa da Moeda, sobre papel de esmalte, conferindo-lhe brilho e qualidade. Com uma tiragem de 1.000.000 de exemplares, o selo homenageia o castelo templário, situado numa ilhota do rio Tejo, símbolo de defesa e mistério. Esta emissão reforça a ligação entre arte, história e identidade nacional, promovendo o conhecimento do património português através da filatelia.

Castelo de Trancoso - Castelos e Brasões de Portugal (5.º grupo)

 


A 10 de abril de 1987, os CTT emitiram um selo dedicado ao Castelo de Trancoso, no âmbito da série “Castelos e Brasões de Portugal”. Esta emissão homenageia uma das fortalezas mais emblemáticas da Beira Alta, com raízes medievais e grande importância na defesa da fronteira durante a Reconquista. O selo foi desenhado por José Luís Tinoco e J. Bérnard Guedes, artistas reconhecidos pela sua capacidade de representar o património com rigor e sensibilidade estética. Impresso em offset na Imprensa Nacional – Casa da Moeda, em papel de esmalte, o selo destaca-se pela qualidade gráfica e riqueza de detalhe. Com uma tiragem de 1.000.000 de exemplares, esta emissão valoriza o património histórico e arquitetónico nacional, sendo uma peça de destaque na filatelia temática portuguesa dedicada à história, à arquitetura militar e à identidade cultural do país.

O Castelo de Trancoso, situado na Beira Interior, tem origens na época da Reconquista, com registos desde o século X. Foi reforçado após ataques muçulmanos no século XII e desempenhou papel estratégico na defesa da fronteira com Leão. Recebeu foral de D. Afonso Henriques em 1155. Ao longo dos séculos, foi ampliado e adaptado. É Monumento Nacional desde 1921 e símbolo histórico da cidade de Trancoso.

Castelo de Penedono - Castelos e Brasões de Portugal (9.º grupo)

 


A 1 de julho de 1988, os CTT emitiram um selo dedicado ao Castelo de Penedono, no âmbito da série “Castelos e Brasões de Portugal”. Situado no distrito de Viseu, este castelo é um dos mais singulares do país, com origens medievais e fortemente associado à figura lendária de Álvaro Gonçalves Coutinho, o Magriço. O selo foi desenhado por José Luís Tinoco e J. Bérnard Guedes, artistas reconhecidos pela sua capacidade de representar o património com rigor e sensibilidade estética. Impresso em offset na Imprensa Nacional – Casa da Moeda, em papel de esmalte, o selo destaca-se pela qualidade gráfica e riqueza de detalhe. Com uma tiragem de 1.000.000 de exemplares, esta emissão valoriza o património histórico e arquitetónico nacional, sendo uma peça de destaque na filatelia temática portuguesa dedicada à história e à identidade cultural.
O Castelo de Penedono localizado no Concelho de Penedomo remonta à época da Reconquista. Reconstruído no século X por Rodrigo Tedoniz, foi reforçado por D. Sancho I em 1195 e por D. Dinis no século XIII. A sua forma atual data do século XIV. Está ligado à figura lendária de Álvaro Gonçalves Coutinho, o Magriço. É Monumento Nacional desde 1910

Porto - Muralhas Fernandinas - Castelos e Brasões de Portugal (7.º grupo)

 

A 19 de janeiro de 1988, os CTT colocaram em circulação um selo dedicado à Muralha Fernandina do Porto, no âmbito da série “Castelos e Brasões de Portugal”. Esta emissão homenageia um dos mais importantes elementos defensivos da cidade, construído no século XIV por ordem de D. Fernando I. O selo foi desenhado por José Luís Tinoco e J. Bérnard Guedes, artistas reconhecidos pela sua atenção ao detalhe e rigor histórico. Impresso em offset na Imprensa Nacional – Casa da Moeda, em papel de esmalte, o selo apresenta elevada qualidade gráfica. Com uma tiragem de 1.000.000 de exemplares, esta emissão destaca o valor patrimonial da muralha e o seu papel na defesa da cidade do Porto. 
A Muralha Fernandina do Porto foi construída no século XIV, iniciada no reinado de D. Afonso IV e concluída por D. Fernando, de quem herdou o nome. Substituiu a antiga Cerca Velha, acompanhando a expansão urbana e comercial da cidade. Com cerca de 2.600 metros de perímetro, incluía portas, postigos e torres defensivas. Grande parte foi demolida no século XIX, mas alguns troços foram classificados como Monumento Nacional em 1926.

Castelo de Guimarães - Castelos e Brasões de Portugal (2.º grupo)

 


A 10 de abril de 1986, os CTT colocaram em circulação um selo dedicado ao Castelo de Guimarães, integrado na série “Castelos e Brasões de Portugal - 2.º grupo”.
Esta emissão presta homenagem a um dos mais emblemáticos monumentos nacionais, símbolo da fundação da nacionalidade portuguesa. O selo foi desenhado por José Luís Tinoco e J. Bérnard Guedes, dois reconhecidos artistas gráficos, que captaram com detalhe e elegância a imponência do castelo medieval.
A impressão foi realizada em offset na Imprensa Nacional Casa da Moeda.
Esta peça filatélica destaca-se não só pelo seu valor estético, mas também pelo seu contributo para a valorização do património histórico português, sendo hoje uma referência na filatelia temática dedicada à história e arquitetura de Portugal.
O Castelo de Guimarães, embora seja um dos monumentos mais emblemáticos da cidade, não está individualmente classificado como Património Mundial da UNESCO. No entanto, faz parte do Centro Histórico de Guimarães, que foi inscrito na Lista do Património Mundial da UNESCO em 13 de dezembro de 2001, e cuja área foi alargada em 2023 para incluir também a Zona de Couros