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quinta-feira, 21 de agosto de 2025

Escultura do Infante D. Henrique (José Simões de Almeida, Sobrinho) em postal máximo

 


📮 Elemento Filatélico

Selo:

  • Emissão: Sexto Centenário do Nascimento do Infante D. Henrique
  • Valor Facial: 140$00
  • Data de Emissão: 04/03/1994
  • Número Mundifil: 721
  • Descrição do Selo: Retrato estilizado do Infante D. Henrique, figura central dos Descobrimentos Portugueses

Obliteração:

  • Tipo: Carimbo comemorativo (data e local visíveis, sem sobreposição excessiva)
  • Local: Lisboa
  • Data: 16/04/1994
  • Descrição: Carimbo comemorativo com inscrição alusiva XIII Feira Nacional de Filatelia F.PF. e efígie do Infante D. Henrique

🖼️ Postal

Imagem: Escultura do Infante D. Henrique
Edição: 

📚 Classificação

Tipo de Peça: Postal Máximo

Temas:

  • História de Portugal
  • Descobrimentos
  • Navegação
  • Infante D. Henrique
  • História da filatelia

🗂️ Dados Técnicos

Estado de Conservação: Papel limpo, sem manchas, rasgos ou vincos. Cor original preservada.
Localização Física: Coleção Infante de Sagres

Infante D. Henrique com obliteração discordante de selo

 

📮 Elemento Filatélico

Selo:

  • Emissão: Sexto Centenário do Nascimento do Infante D. Henrique
  • Valor Facial: 140$00
  • Data de Emissão: 04/03/1994
  • Número Mundifil: 721
  • Descrição do Selo: Retrato estilizado do Infante D. Henrique, figura central dos Descobrimentos Portugueses

Obliteração:

  • Tipo: Carimbo comemorativo (data e local visíveis, sem sobreposição excessiva.)
  • Local: Macau
    • Obliteração indevida uma vez que o selo é de Portugal (não podia ser obliterado com o carimbo de Macau)
  • Data: (...)
  • Descrição: Carimbo comemorativo com inscrição alusiva Sexto Centenário do Nascimento do Infante D. Henrique

🖼️ Postal

Imagem: Painéis de São Vicente de Fora (pormenor), Séc. XV
Edição: Instituto Hidrográfico

📚 Classificação

Tipo de Peça: Postal Máximo


Temas:

  • História de Portugal
  • Descobrimentos
  • Navegação
  • Infante D. Henrique

🗂️ Dados Técnicos

Estado de Conservação: Papel limpo, sem manchas, rasgos ou vincos. Cor original preservada.
Localização Física: Coleção Infante de Sagres

Postal Máximo Infante D. Henrique em Painéis de São Vicente de Fora

 


 Elemento Filatélico

Selo:

  • Emissão: Sexto Centenário do Nascimento do Infante D. Henrique
  • Valor Facial: 140$00
  • Data de Emissão: 04/03/1994
  • Número Mundifil: 721
  • Descrição do Selo: Retrato estilizado do Infante D. Henrique, figura central dos Descobrimentos Portugueses

Obliteração:

  • Tipo: Carimbo de 1.º dia de circulação (data e local visíveis, sem sobreposição excessiva)
  • Local: Lisboa
  • Data: 04/03/1994
  • Descrição: Sexto Centenário do Nascimento do Infante D. Henrique

🖼️ Postal

Imagem: Painéis de São Vicente de Fora (pormenor), Séc. XV
Edição: CTT - Correios de Portugal

📚 Classificação

Tipo de Peça: Postal Máximo

Temas:

  • História de Portugal
  • Descobrimentos
  • Navegação
  • Infante D. Henrique

🗂️ Dados Técnicos

Estado de Conservação: Papel limpo, sem manchas, rasgos ou vincos. Cor original preservada.
Localização Física: Coleção Infante de Sagres

Infante D. Henrique obliterado com marca dia CTT Bolsa - Porto

 


📮 Elemento Filatélico

Selo:

  • Emissão: Sexto Centenário do Nascimento do Infante D. Henrique
  • Valor Facial: 140$00
  • Data de Emissão: 04/03/1994
  • Número Mundifil: 721
  • Descrição do Selo: Retrato estilizado do Infante D. Henrique, figura central dos Descobrimentos Portugueses

Obliteração:

  • Tipo: Marca dia CTT Bolsa (parte da informação visível, mas desvanecido)
  • Local: Porto
  • Data: (...)
  • Descrição: Bolsa - CTT - 4050 Porto

🖼️ Postal

Imagem: Reprodução do selo da emissão Infante D. Henrique Selo: 3$50 com retrato do Infante D. Henrique com a cruz dos Descobrimentos. Legenda “Infante dom Henrique” e “PORTUGAL”. 
Edição: 

📚 Classificação

Tipo de Peça: Postal Máximo


Temas:

  • História de Portugal
  • Descobrimentos
  • Navegação
  • Infante D. Henrique

🗂️ Dados Técnicos

Estado de Conservação: Papel limpo, sem manchas, rasgos ou vincos. Cor original preservada.
Localização Física: Coleção Infante de Sagres

Museu da Marinha e a Memória Filatélica do Infante (emissão Sexto Centenário do Nascimento do Infante D. Henrique)

 


📮 Elemento Filatélico

Selo:

  • Emissão: Sexto Centenário do Nascimento do Infante D. Henrique
  • Valor Facial: 140$00
  • Data de Emissão: 04/03/1994
  • Número Mundifil: 721
  • Descrição do Selo: Retrato estilizado do Infante D. Henrique, figura central dos Descobrimentos Portugueses

Obliteração:

  • Tipo: Carimbo comemorativo (parte da informação visível, mas desvanecido)
  • Local: Lisboa
  • Data: 16/04/1994
  • Descrição: Carimbo comemorativo com inscrição alusiva XIII Feira Nacional de Filatelia F.PF. e efígie do Infante D. Henrique

🖼️ Postal

Imagem: Pintura de Severo Portela com alegoria da Escola do Infante
Edição: Museu da Marinha

📚 Classificação

Tipo de Peça: Postal Máximo
Temas: História de Portugal, Descobrimentos, Navegação, Infante D. Henrique

🗂️ Dados Técnicos

Estado de Conservação: Papel limpo, sem manchas, rasgos ou vincos. Cor original preservada.
Localização Física: Coleção Infante de Sagres

sábado, 12 de julho de 2025

Bordado da Madeira - Bordados Tradicionais Portugueses

 


A emissão filatélica “Bordados Tradicionais Portugueses”, lançada pelos CTT a 28 de junho de 2011, presta homenagem à riqueza e diversidade da arte têxtil tradicional em Portugal. Esta emissão celebra o saberfazer ancestral transmitido de geração em geração, refletido nos padrões, cores e técnicas dos bordados regionais.

Composição da emissão:

  • 6 selos individuais, representando diferentes tradições regionais:
    • Vila Verde
    • Arraiolos
    • Castelo Branco
    • Viana do Castelo
    • Madeira
    • Açores
    • 2 blocos filatélicos, com representações ampliadas de motivos bordados

Design e impressão:

Os selos apresentam detalhes minuciosos dos bordados, com destaque para os elementos florais, geométricos e simbólicos característicos de cada região.

A emissão foi impressa em offset, com cores vivas que realçam a textura e a delicadeza dos tecidos bordados.

Significado cultural:

Cada selo é uma janela para o património imaterial português, valorizando o papel das bordadeiras e das comunidades locais na preservação da identidade cultural. Esta emissão não só documenta visualmente os bordados, como também os eleva a expressão artística digna de reconhecimento nacional e internacional.

Destaque do Selo: Bordados da Madeira

  • Valor facial: €0,80
  • Data de emissão: 28 de junho de 2011
  • Design: Representação de um bordado típico da Madeira
  • Impressão: Offset sobre papel esmalte

    Descrição artística:

O selo apresenta um motivo floral delicado, bordado sobre linho branco, com cores suaves e traços finos que caracterizam os bordados madeirenses. A composição transmite a elegância e o requinte desta tradição artesanal, reconhecida internacionalmente pela sua qualidade e beleza.

    Contexto cultural:

Os bordados da Madeira são uma das expressões mais refinadas do artesanato português. Com origem no século XIX, são feitos à mão com técnicas exigentes e padrões florais, geométricos ou religiosos. Este selo homenageia o trabalho das bordadeiras madeirenses e a importância desta arte na identidade cultural da região.

Considerações sobre o Postal Máximo:

✅ 1. Concordância de imagem

O postal mostra bordadeiras madeirenses em trajes tradicionais, segurando uma peça de bordado. O selo representa um motivo bordado típico da Madeira. A ligação temática e visual é clara e direta.

✅ 2. Concordância de local de obliteração

O carimbo foi aplicado em Funchal (Zarco), local diretamente associado à tradição dos bordados da Madeira. Este é o local ideal para validar a autenticidade temática do postal máximo.

✅ 3. Concordância de data

A data do carimbo (20-07-2012) é posterior à data de emissão do selo (28-06-2011), mas ainda dentro de um intervalo aceitável. A FIP permite datas posteriores desde que sejam apropriadas e coerentes com o tema — o que se verifica neste caso.

Estátua João Gonçalves Zarco - Navegadores Portugueses / Emissão Base (1.º grupo)

 


A emissão filatélica "Navegadores Portugueses – Emissão Base (1.º grupo)", lançada a 6 de março de 1990, presta homenagem a figuras centrais da epopeia dos Descobrimentos. Esta série base, com tiragem ilimitada e tarja fosforescente, foi concebida para circulação regular, destacando o papel dos navegadores portugueses na expansão marítima dos séculos XV e XVI.

Destaques dos selos da 1.ª emissão:

   Valor facial e figuras retratadas:
  • 2$00 – João Gonçalves Zarco
  • 5$00 – Tristão Vaz Teixeira
  • 32$00 – Bartolomeu Perestrelo
  • 100$00 – Diogo de Silves
  • Data de emissão: 6 de março de 1990
  • Design: Luís Filipe de Abreu
  • Impressão: Imprensa Nacional – Casa da Moeda (INCM)
  • Dimensões: 30,6 mm × 27,7 mm
  • Denteado: 12 x 11 ¾ 
Sobre os navegadores:

Cada selo apresenta uma efígie estilizada de um navegador, acompanhada do seu nome e valor facial. As figuras escolhidas representam pioneiros da navegação atlântica e da exploração de novas rotas marítimas, como João Gonçalves Zarco e Tristão Vaz Teixeira, descobridores da Madeira, ou Diogo de Silves, associado à descoberta dos Açores.

Design dos selos:

Luís Filipe de Abreu optou por um traço limpo e expressivo, com retratos simbólicos que evocam a coragem e o espírito visionário dos navegadores. A paleta cromática sóbria e o fundo neutro conferem destaque às figuras, reforçando o caráter institucional da emissão.

Destaque do Postal e Selo João Gonçalves Zarco - Navegadores Portugueses / Emissão Base (1.º grupo)

A imagem apresenta uma estátua de João Gonçalves Zarco, navegador português associado à descoberta da ilha da Madeira. A escultura está colocada sobre um pedestal com o seu nome gravado e um relevo decorativo, além de um brasão de armas. 

A estátua de João Gonçalves Zarco, localizada no centro do Funchal, é uma homenagem ao navegador português que descobriu a ilha da Madeira em nome do Infante D. Henrique. A obra foi criada pelo escultor Francisco Franco em 1927, e representa Zarco em pose firme, sobre um pedestal com elementos decorativos e heráldicos.

A escultura destaca-se pela sua imponência e simbolismo, evocando os ideais dos Descobrimentos: povoamento, conquista, sabedoria e evangelização. Foi premiada com medalha de ouro na Exposição Ibero-Americana de Sevilha em 1929, reforçando o seu valor artístico e histórico.

Igreja dos Cedros na Ilha do Faial - Arquitetura do Período dos Descobrimentos – O Manuelino nos Açores

 


A emissão filatélica “Arquitetura do Período dos Descobrimentos – O Manuelino nos Açores”, colocada em circulação a 16 de setembro de 1994, presta homenagem ao legado artístico e arquitetónico do estilo Manuelino no arquipélago dos Açores. Este estilo, profundamente ligado à era da expansão marítima portuguesa, manifesta-se em monumentos religiosos e civis marcados pela exuberância decorativa e simbolismo náutico. A série destaca elementos esculpidos em pedra, como florões, pináculos e arcadas, que refletem a identidade insular e a influência dos Descobrimentos na cultura local. É uma valorização da memória coletiva e do património açoriano, agora eternizado em selos que são verdadeiras miniaturas de arte e história.

Síntese da emissão:

  • Título da emissão: Arquitetura do Período dos Descobrimentos – O Manuelino nos Açores
  • Data de circulação: 16 de setembro de 1994
  • Design: Carlos Alberto Pinto 
  • Impressão: Offset Impressor: Imprensa Nacional – Casa da Moeda
  • Denteado: 12 x 12 ¼

Destaque do selo "Igreja dos Cedros"

A Igreja de Santa Bárbara, situada na freguesia dos Cedros, na ilha do Faial, Açores, é um dos mais antigos templos religiosos da ilha, com origens que remontam ao século XVI. Referida por Gaspar Frutuoso nas Saudades da Terra, a igreja já existia no terceiro quartel desse século, sendo descrita como um templo de três naves sustentadas por cinco colunas.

Um dos elementos mais notáveis da igreja é o seu pórtico manuelino, que se destaca pela riqueza decorativa e pelo valor artístico. Este estilo, típico do final da Idade Média em Portugal, caracteriza-se por elementos ornamentais inspirados na natureza, como cordas, esferas armilares e motivos vegetais, refletindo a era dos Descobrimentos. A fachada da igreja, embora simples, preserva traços dessa época, com destaque para a porta principal em arco, ladeada por colunas esculpidas e uma inscrição datada de 1596, que assinala uma possível reedificação da capela lateral.

Apesar de ter sofrido um incêndio em 1971, que destruiu parte significativa da estrutura, a igreja foi reconstruída e reinaugurada em 1977, mantendo o respeito pela traça original. A torre sineira, de construção posterior, complementa o conjunto arquitetónico, conferindo-lhe uma presença imponente na paisagem dos Cedros.

Igreja dos Cedros na Ilha do Faial - Arquitetura do Período dos Descobrimentos – O Manuelino nos Açores

 


A emissão filatélica “Arquitetura do Período dos Descobrimentos – O Manuelino nos Açores”, colocada em circulação a 16 de setembro de 1994, presta homenagem ao legado artístico e arquitetónico do estilo Manuelino no arquipélago dos Açores. Este estilo, profundamente ligado à era da expansão marítima portuguesa, manifesta-se em monumentos religiosos e civis marcados pela exuberância decorativa e simbolismo náutico. A série destaca elementos esculpidos em pedra, como florões, pináculos e arcadas, que refletem a identidade insular e a influência dos Descobrimentos na cultura local. É uma valorização da memória coletiva e do património açoriano, agora eternizado em selos que são verdadeiras miniaturas de arte e história.

Síntese da emissão:

  • Título da emissão: Arquitetura do Período dos Descobrimentos – O Manuelino nos Açores
  • Data de circulação: 16 de setembro de 1994
  • Design: Carlos Alberto Pinto 
  • Impressão: Offset Impressor: Imprensa Nacional – Casa da Moeda
  • Denteado: 12 x 12 ¼

Destaque do selo "Igreja dos Cedros"

A Igreja de Santa Bárbara, situada na freguesia dos Cedros, na ilha do Faial, Açores, é um dos mais antigos templos religiosos da ilha, com origens que remontam ao século XVI. Referida por Gaspar Frutuoso nas Saudades da Terra, a igreja já existia no terceiro quartel desse século, sendo descrita como um templo de três naves sustentadas por cinco colunas.

Um dos elementos mais notáveis da igreja é o seu pórtico manuelino, que se destaca pela riqueza decorativa e pelo valor artístico. Este estilo, típico do final da Idade Média em Portugal, caracteriza-se por elementos ornamentais inspirados na natureza, como cordas, esferas armilares e motivos vegetais, refletindo a era dos Descobrimentos. A fachada da igreja, embora simples, preserva traços dessa época, com destaque para a porta principal em arco, ladeada por colunas esculpidas e uma inscrição datada de 1596, que assinala uma possível reedificação da capela lateral.

Apesar de ter sofrido um incêndio em 1971, que destruiu parte significativa da estrutura, a igreja foi reconstruída e reinaugurada em 1977, mantendo o respeito pela traça original. A torre sineira, de construção posterior, complementa o conjunto arquitetónico, conferindo-lhe uma presença imponente na paisagem dos Cedros.

quinta-feira, 10 de julho de 2025

Coleção de Azulejos de Ramalho Ortigão - Museu Municipal de Faro - Selo Personalizado

A 20 de outubro de 2018, o Museu Municipal de Faro inaugurou a mostra “De Faro a Goa: uma viagem pelos azulejos de Ramalho Ortigão”, celebrando uma das mais notáveis coleções de azulejaria portuguesa. Esta exposição filatélica comemorativa destacou peças dos séculos XVI a XX, doadas ao museu em 1963 pela família de António Macedo Ramalho Ortigão. A mostra não só homenageou o legado cultural do colecionador, como também evidenciou a riqueza estética e histórica dos azulejos portugueses, com ligações entre Portugal e Goa. Através de selos, painéis e documentos, os visitantes puderam explorar a importância da azulejaria como expressão artística e identitária. A iniciativa reforçou o papel do museu na preservação do património e na promoção da memória coletiva, proporcionando ao público uma viagem visual e sensorial pela história da cerâmica decorativa luso-oriental.

No mesmo dia foi inaugurada no Museu Municipal de Faro uma mostra filatélica comemorativa da coleção de azulejos “Ramalho Ortigão”. A exposição, organizada em parceria com os CTT e o Núcleo de Filatelia de Faro no qual foi elaborado pelos CTT um carimbo especial para obliterar peças postais.

Na mostra filatélica destacou-se a ligação entre arte azulejar e filatelia, com selos e peças alusivas à cerâmica portuguesa, celebrando o legado cultural de Ramalho Ortigão

Coleção de Azulejos de Ramalho Ortigão - Museu Municipal de Faro - Selo Personalizado


A 20 de outubro de 2018, o Museu Municipal de Faro inaugurou a mostra “De Faro a Goa: uma viagem pelos azulejos de Ramalho Ortigão”, celebrando uma das mais notáveis coleções de azulejaria portuguesa. Esta exposição filatélica comemorativa destacou peças dos séculos XVI a XX, doadas ao museu em 1963 pela família de António Macedo Ramalho Ortigão. A mostra não só homenageou o legado cultural do colecionador, como também evidenciou a riqueza estética e histórica dos azulejos portugueses, com ligações entre Portugal e Goa. Através de selos, painéis e documentos, os visitantes puderam explorar a importância da azulejaria como expressão artística e identitária. A iniciativa reforçou o papel do museu na preservação do património e na promoção da memória coletiva, proporcionando ao público uma viagem visual e sensorial pela história da cerâmica decorativa luso-oriental.

No mesmo dia foi inaugurada no Museu Municipal de Faro uma mostra filatélica comemorativa da coleção de azulejos “Ramalho Ortigão”. A exposição, organizada em parceria com os CTT e o Núcleo de Filatelia de Faro no qual foi elaborado pelos CTT um carimbo especial para obliterar peças postais.

Na mostra filatélica destacou-se a ligação entre arte azulejar e filatelia, com selos e peças alusivas à cerâmica portuguesa, celebrando o legado cultural de Ramalho Ortigão

Coleção de Azulejos de Ramalho Ortigão - Museu Municipal de Faro - Selo Personalizado


A 20 de outubro de 2018, o Museu Municipal de Faro inaugurou a mostra “De Faro a Goa: uma viagem pelos azulejos de Ramalho Ortigão”, celebrando uma das mais notáveis coleções de azulejaria portuguesa. Esta exposição filatélica comemorativa destacou peças dos séculos XVI a XX, doadas ao museu em 1963 pela família de António Macedo Ramalho Ortigão. A mostra não só homenageou o legado cultural do colecionador, como também evidenciou a riqueza estética e histórica dos azulejos portugueses, com ligações entre Portugal e Goa. Através de selos, painéis e documentos, os visitantes puderam explorar a importância da azulejaria como expressão artística e identitária. A iniciativa reforçou o papel do museu na preservação do património e na promoção da memória coletiva, proporcionando ao público uma viagem visual e sensorial pela história da cerâmica decorativa luso-oriental.

No mesmo dia foi inaugurada no Museu Municipal de Faro uma mostra filatélica comemorativa da coleção de azulejos “Ramalho Ortigão”. A exposição, organizada em parceria com os CTT e o Núcleo de Filatelia de Faro no qual foi elaborado pelos CTT um carimbo especial para obliterar peças postais.

Na mostra filatélica destacou-se a ligação entre arte azulejar e filatelia, com selos e peças alusivas à cerâmica portuguesa, celebrando o legado cultural de Ramalho Ortigão.

Coleção de Azulejos de Ramalho Ortigão - Museu Municipal de Faro - Selo Personalizado


A 20 de outubro de 2018, o Museu Municipal de Faro inaugurou a mostra “De Faro a Goa: uma viagem pelos azulejos de Ramalho Ortigão”, celebrando uma das mais notáveis coleções de azulejaria portuguesa. Esta exposição filatélica comemorativa destacou peças dos séculos XVI a XX, doadas ao museu em 1963 pela família de António Macedo Ramalho Ortigão. A mostra não só homenageou o legado cultural do colecionador, como também evidenciou a riqueza estética e histórica dos azulejos portugueses, com ligações entre Portugal e Goa. Através de selos, painéis e documentos, os visitantes puderam explorar a importância da azulejaria como expressão artística e identitária. A iniciativa reforçou o papel do museu na preservação do património e na promoção da memória coletiva, proporcionando ao público uma viagem visual e sensorial pela história da cerâmica decorativa luso-oriental.

No mesmo dia foi inaugurada no Museu Municipal de Faro uma mostra filatélica comemorativa da coleção de azulejos “Ramalho Ortigão”. A exposição, organizada em parceria com os CTT e o Núcleo de Filatelia de Faro no qual foi elaborado pelos CTT um carimbo especial para obliterar peças postais.

Na mostra filatélica destacou-se a ligação entre arte azulejar e filatelia, com selos e peças alusivas à cerâmica portuguesa, celebrando o legado cultural de Ramalho Ortigão.

Coleção de Azulejos de Ramalho Ortigão - Museu Municipal de Faro - Selo Personalizado

 

A 20 de outubro de 2018, o Museu Municipal de Faro inaugurou a mostra “De Faro a Goa: uma viagem pelos azulejos de Ramalho Ortigão”, celebrando uma das mais notáveis coleções de azulejaria portuguesa. Esta exposição filatélica comemorativa destacou peças dos séculos XVI a XX, doadas ao museu em 1963 pela família de António Macedo Ramalho Ortigão. A mostra não só homenageou o legado cultural do colecionador, como também evidenciou a riqueza estética e histórica dos azulejos portugueses, com ligações entre Portugal e Goa. Através de selos, painéis e documentos, os visitantes puderam explorar a importância da azulejaria como expressão artística e identitária. A iniciativa reforçou o papel do museu na preservação do património e na promoção da memória coletiva, proporcionando ao público uma viagem visual e sensorial pela história da cerâmica decorativa luso-oriental.
No mesmo dia foi inaugurada no Museu Municipal de Faro uma mostra filatélica comemorativa da coleção de azulejos “Ramalho Ortigão”. A exposição, organizada em parceria com os CTT e o Núcleo de Filatelia de Faro no qual foi elaborado pelos CTT um carimbo especial para obliterar peças postais.
Na mostra filatélica destacou-se a ligação entre arte azulejar e filatelia, com selos e peças alusivas à cerâmica portuguesa, celebrando o legado cultural de Ramalho Ortigão.

Mosaico do Oceano - Museus Centenários de Portugal (1.º grupo)

 

A emissão filatélica "Museus Centenário de Portugal – 1.º Grupo", colocada em circulação a 5 de abril de 2019, presta homenagem a museus portugueses com mais de cem anos de existência, reconhecendo o seu papel na preservação da memória coletiva e na valorização do património cultural e científico nacional. Esta série integra-se num esforço de divulgação das instituições museológicas mais antigas do país, promovendo o seu legado junto do público filatélico e da sociedade em geral.

Síntese da emissão:

  • Título da emissão: Museus Centenário de Portugal – 1.º Grupo
  • Data de circulação: 5 de abril de 2019
  • Design: AF Atelier
  • Impressão: Offset
  • Impressor: BPOST
  • Formato dos selos: 40 mm x 30,6 mm
  • Denteado: 12 ¼ x 12 e "Cruz de Cristo" nos lados

Museus representados:

  • Museu da Ciência da Universidade de Coimbra
  • Museu Nacional Soares dos Reis
  • Museu Militar de Lisboa
  • Museu Nacional de História Natural e da Ciência (MUHNAC)
  • Museu Geológico de Lisboa
  • Museu Arqueológico do Carmo
  • Museu Carlos Machado
  • Museu Etnográfico da Sociedade de Geografia de Lisboa
  • Museu Nacional de Arte Antiga
  • Museu Arqueológico da Sociedade Martins Sarmento
  • Museu Nacional de Arqueologia
  • Museu Municipal de Faro
  • Museu Municipal Santos Rocha

Design dos selos:

Cada selo apresenta uma imagem cuidadosamente selecionada que destaca a singularidade arquitetónica, o acervo e o contexto histórico de cada museu. A composição gráfica valoriza a diversidade temática e geográfica das instituições, reforçando o papel dos museus como guardiões da memória e promotores da cultura em Portugal.

Destaque do Selo do Museu Municipal de Faro

O Museu Municipal de Faro foi fundado em 1894 como Museu Arqueológico e Lapidar Infante D. Henrique, em homenagem ao navegador. Está instalado no antigo Convento de Nossa Senhora da Assunção, edifício renascentista do século XVI. O espólio inicial era arqueológico, destacando-se peças romanas como o Mosaico do Oceano. Hoje, o museu preserva e expõe a história de Faro e do Algarve, desde a pré-história até à arte sacra dos séculos XVI a XIX

terça-feira, 8 de julho de 2025

Fonte da Praça do Giraldo, Évora - Chafarizes de Portugal

 


A emissão filatélica "Chafarizes de Portugal", lançada em 1 de outubro de 2003, celebrou os mais belos e emblemáticos chafarizes do país, destacando a sua importância histórica, artística e funcional. Entre os exemplares destacados está a Fonte da Praça do Giraldo, em Évora, uma peça central do espaço urbano eborense.

Destaques do selo da Fonte da Praça do Giraldo:

  • Valor facial: €0,43
  • Localização: Praça do Giraldo, Évora
  • Data de emissão: 1 de outubro de 2003
  • Design: Sofia Martins
  • Fotografia: Jorge Barros

Sobre a fonte:

A fonte foi construída em 1571-1573, após a demolição de estruturas anteriores, como um arco romano, para abrir espaço à nova organização da praça. De estilo barroco, é feita em mármore branco e possui oito bicas, cada uma representando uma das ruas que desembocam na praça. No topo, uma coroa real foi colocada por ordem de Filipe III de Espanha, em 1619, como símbolo de nobreza e centralidade urbana 1.

Design do selo:

A imagem do selo destaca a simetria da fonte e a sua integração no coração da cidade. A fotografia valoriza o mármore claro sob a luz alentejana, com foco na coroa e nas bicas, transmitindo a importância simbólica e funcional da água no espaço público.

segunda-feira, 7 de julho de 2025

Fonte da Senhora da Saúde, São Marcos de Tavira - Chafarizes de Portugal

 

A emissão filatélica "Chafarizes de Portugal", lançada em 1 de outubro de 2003, homenageou os mais belos e emblemáticos chafarizes do país, destacando a sua importância histórica, artística e funcional no espaço urbano português. Entre os exemplares destacados está a Fonte da Senhora da Saúde, em São Marcos de Tavira, uma peça de valor artístico e simbólico ligada à ermida homónima.

Destaques do selo da Fonte da Senhora da Saúde:
  • Valor facial: €0,43
  • Localização: São Marcos, Tavira
  • Data de emissão: 1 de outubro de 2003
  • Design: Sofia Martins
  • Fotografia: Jorge Barros
Sobre a fonte:
A fonte, de estilo barroco, integra-se no conjunto da Ermida de Nossa Senhora da Saúde, datada do século XVI. Apresenta uma bica única inserida num alçado retangular que se estreita no topo, culminando numa concha vertical suportada por figuras míticas. Esta composição escultórica revela a influência decorativa da época e a ligação simbólica à água como elemento de purificação e devoção 1.

Design do selo:
A imagem do selo destaca a verticalidade e o detalhe escultórico da fonte, com ênfase na concha e nas figuras mitológicas. A fotografia valoriza o contraste entre a pedra trabalhada e o fundo branco da ermida, transmitindo a serenidade e espiritualidade do local.


Fonte da Vila Castelo de Vide - Chafarizes de Portugal


A emissão filatélica "Chafarizes de Portugal", lançada em 1 de outubro de 2003, celebrou os mais notáveis chafarizes do país, destacando o seu valor histórico, artístico e funcional. Entre os exemplares mais emblemáticos está a Fonte da Vila, em Castelo de Vide, símbolo da ligação entre o património hidráulico e a herança judaica portuguesa.

Destaques do selo da Fonte da Vila:

  • Valor facial: €0,43
  • Localização: Largo Dr. Frederico Laranjo, Castelo de Vide
  • Data de emissão: 1 de outubro de 2003
  • Design: Sofia Martins
  • Fotografia: Jorge Barros

Sobre a fonte:

Construída no século XVI, durante o reinado de D. João III, a Fonte da Vila localiza-se no coração da antiga judiaria de Castelo de Vide. É composta por um tanque retangular com colunas de mármore que sustentam uma cobertura piramidal. Ao centro, um corpo discóide com quatro bicas e decoração heráldica — incluindo as armas de Portugal e do concelho — rematado por uma pinha em forma de flor. Ao lado, um tanque adicional servia os animais de carga.

Design do selo:

A imagem do selo capta a simetria e elegância da fonte, com destaque para os seus elementos escultóricos e o enquadramento urbano. A fotografia valoriza a textura da pedra e a harmonia do conjunto, evocando a importância da água como elemento vital e social.

Pelourinho de Tabuleiro / Vila de Rua - Pelourinhos de Portugal

 

A emissão filatélica “Pelourinhos de Portugal”, lançada pelos CTT – Correios de Portugal a 19 de setembro de 2001, presta tributo a um dos mais emblemáticos símbolos da história administrativa e judicial portuguesa: o pelourinho. Estes monumentos, erguidos em pedra nas praças centrais das vilas e cidades, representavam a autonomia municipal e a autoridade conferida pelo rei. Os selos dedicados aos pelourinhos, tiveram valor facial de 53$00 (0,26€) e uma tiragem de 200.000 exemplares. Foram desenhados por Luiz Duran e impressos pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda (INCM), integrando uma coleção que valoriza o património arquitetónico e cultural do país.

O Pelourinho da Vila da Rua, em Moimenta da Beira, foi construído no século XVI, após o foral manuelino de 1512. De estilo manuelino, assenta sobre soco octogonal com seis degraus e possui fuste prismático encimado por capitel decorado com cabeças coroadas e rosetas. O remate em tabuleiro exibe cinco pináculos, simbolizando a justiça régia. É Monumento Nacional desde 1915.

Pelourinho de Linhares da Beira - Pelourinhos de Portugal

 


A emissão filatélica “Pelourinhos de Portugal”, lançada pelos CTT – Correios de Portugal a 19 de setembro de 2001, presta tributo a um dos mais emblemáticos símbolos da história administrativa e judicial portuguesa: o pelourinho. Estes monumentos, erguidos em pedra nas praças centrais das vilas e cidades, representavam a autonomia municipal e a autoridade conferida pelo rei. Os selos dedicados aos pelourinhos, tiveram valor facial de 53$00 (0,26€) e uma tiragem de 200.000 exemplares. Foram desenhados por Luiz Duran e impressos pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda (INCM), integrando uma coleção que valoriza o património arquitetónico e cultural do país.
O Pelourinho de Linhares da Beira foi construído no início do século XVI, após o foral manuelino concedido em 1510. Ergue-se num largo central da vila, junto aos antigos Paços do Concelho. Apresenta um fuste prismático sobre soco octogonal e é encimado por uma esfera armilar com cruz em ferro. Símbolo da autonomia municipal, é um dos mais emblemáticos exemplares do estilo manuelino na Beira Interior