Portugal possui um património cultural e histórico de extrema riqueza e diversidade, refletido tanto em seu património material quanto imaterial.
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quinta-feira, 3 de julho de 2025
Marialva - Aldeias Históricas de Portugal
Castelo de Beja - Castelos e Brasões de Portugal
A emissão filatélica "Castelos e Brasões de Portugal", lançada a 18 de fevereiro de 1986, inclui um selo dedicado ao imponente Castelo de Beja, símbolo da herança militar e histórica do Alentejo. Esta peça foi desenhada por José Luís Tinoco e J. Bérnard Guedes, artistas reconhecidos pela sua contribuição para a filatelia portuguesa. A impressão foi realizada em offset na Imprensa Nacional-Casa da Moeda, utilizando papel de esmalte, conferindo ao selo uma apresentação de elevada qualidade. Com uma tiragem de 1.000.000 de exemplares, esta emissão teve ampla distribuição, promovendo o património nacional. O Castelo de Beja, com origens romanas e reconstruções sucessivas ao longo da Idade Média, destaca-se pela sua torre de menagem em mármore, uma das mais altas de Portugal.
O Castelo de Beja, situado no Alentejo, tem origens romanas e foi reconstruído durante a ocupação muçulmana. Após a reconquista cristã, no século XIII, foi ampliado por ordem de D. Dinis. A sua torre de menagem, em mármore, é uma das mais altas de Portugal. Ao longo dos séculos, desempenhou um papel estratégico na defesa da região, sendo hoje um símbolo da história militar e arquitetónica portuguesa.
Castelo Évora-Monte - Castelos e Brasões de Portugal
quarta-feira, 2 de julho de 2025
Castelo de Marvão - Castelos e Brasões de Portugal (6.º grupo)
A emissão filatélica "Castelos e Brasões de Portugal" incluiu o selo dedicado ao Castelo de Marvão, colocado em circulação a 15 de setembro de 1987. Este selo foi desenhado por José Luís Tinoco e J. Bérnard Guedes, artistas reconhecidos pela sua contribuição à arte gráfica portuguesa. A impressão foi feita em offset na Imprensa Nacional-Casa da Moeda, utilizando papel de esmalte, o que lhe conferiu brilho e resistência. Com uma tiragem de 1.000.000 de exemplares, o selo destaca a imponência do castelo medieval, situado no alto de uma escarpa na Serra de São Mamede, com vista sobre a fronteira com Espanha. Esta emissão valoriza o papel da filatelia na divulgação do património histórico e cultural português, promovendo o conhecimento de monumentos que marcaram a identidade nacional.
O Castelo de Marvão, situado no alto da Serra de São Mamede, foi fundado no século IX por Ibn Marwan, de quem herdou o nome. De grande importância estratégica, vigiava a fronteira com Espanha e foi reforçado após a Reconquista cristã. Ao longo dos séculos, desempenhou papel defensivo em várias guerras. Com muralhas robustas e vistas deslumbrantes, é hoje um dos castelos mais bem preservados de Portugal e símbolo da história militar da região raiana.
terça-feira, 1 de julho de 2025
Castelo de Palmela - Castelos e Brasões de Portugal (8.º grupo)
A série "Castelos e Brasões de Portugal" celebrou o património histórico nacional através da filatelia. O selo dedicado ao Castelo de Palmela foi emitido a 15 de março de 1988, integrando esta coleção que homenageia fortalezas emblemáticas do país. O design ficou a cargo de José Luís Tinoco e J. Bérnard Guedes, artistas reconhecidos pelo seu trabalho gráfico. A impressão foi realizada em offset pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda, em papel de esmalte, conferindo brilho e durabilidade. Com uma tiragem de 1.000.000 de exemplares, o selo destaca a imponência do castelo, situado entre a serra da Arrábida e o estuário do Sado, com raízes islâmicas e importância estratégica na defesa do território. Esta emissão reforça o papel da filatelia na preservação e divulgação da identidade e história portuguesas.
O Castelo de Palmela, situado na serra com o mesmo nome, tem origens pré-romanas e foi fortificado pelos muçulmanos no século VIII. Conquistado por D. Afonso Henriques em 1147, tornou-se sede da Ordem de Santiago. Ao longo dos séculos, foi ampliado e adaptado a funções militares e religiosas. Com vista privilegiada sobre o Sado e a Arrábida, é hoje um importante monumento nacional, testemunho da história militar e religiosa de Portugal.
Castelo de São Jorge - Castelos e Brasões de Portugal (6.º grupo)
A série filatélica "Castelos e Brasões de Portugal" presta homenagem ao património arquitetónico nacional. O selo dedicado ao Castelo de São Jorge, em Lisboa, foi emitido a 15 de setembro de 1987. Com design de José Luís Tinoco e J. Bérnard Guedes, o selo destaca a imponência desta fortaleza histórica, símbolo da capital portuguesa. A impressão foi realizada em offset pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda, em papel de esmalte, garantindo qualidade e durabilidade. Com uma tiragem de 1.000.000 de exemplares, esta emissão celebra um dos castelos mais emblemáticos de Portugal, com raízes islâmicas e importância estratégica ao longo dos séculos. Através da filatelia, esta série promove a valorização da história e da identidade nacional.
O Castelo de São Jorge, em Lisboa, tem origens que remontam ao século XI, durante a ocupação muçulmana. Conquistado por D. Afonso Henriques em 1147, tornou-se residência real e símbolo do poder régio. Ao longo dos séculos, foi palco de eventos históricos e sofreu várias transformações. Com vista privilegiada sobre a cidade e o Tejo, é hoje um dos monumentos mais visitados de Portugal.
Castelo do Almourol - Castelos e Brasões de Portugal (7.º grupo)
A emissão filatélica "Castelos e Brasões de Portugal" celebrou o património histórico nacional, destacando fortalezas icónicas. O selo dedicado ao Castelo de Almourol foi lançado a 19 de janeiro de 1988, integrando esta série. A ilustração foi criada por José Luís Tinoco e J. Bérnard Guedes, artistas reconhecidos pelo seu trabalho gráfico. A impressão foi feita em offset na Imprensa Nacional-Casa da Moeda, sobre papel de esmalte, conferindo-lhe brilho e qualidade. Com uma tiragem de 1.000.000 de exemplares, o selo homenageia o castelo templário, situado numa ilhota do rio Tejo, símbolo de defesa e mistério. Esta emissão reforça a ligação entre arte, história e identidade nacional, promovendo o conhecimento do património português através da filatelia.
Castelo de Montemor-o-Velho - Castelos e Brasões de Portugal (3.º grupo)
A emissão filatélica "Castelos e Brasões de Portugal" destacou-se pela valorização do património histórico nacional. Um dos selos mais emblemáticos desta série é o do Castelo de Montemor-o-Velho, colocado em circulação a 18 de setembro de 1986. Este selo foi desenhado por José Luís Tinoco e J. Bérnard Guedes, dois nomes de referência no design gráfico português. A impressão foi realizada em offset na Imprensa Nacional-Casa da Moeda, utilizando papel de esmalte, o que lhe conferiu brilho e durabilidade. Com uma tiragem de 1.000.000 de exemplares, este selo homenageia a imponência do castelo medieval, símbolo da defesa e da história da região centro de Portugal.
O Castelo de Montemor-o-Velho, situado no distrito de Coimbra, remonta ao século XI e teve um papel estratégico na defesa do Mondego durante a Reconquista. Foi palco de importantes eventos históricos, como as cortes de D. Afonso Henriques. Ao longo dos séculos, sofreu várias remodelações, refletindo estilos românico, gótico e manuelino. Hoje, é um símbolo do património nacional e oferece vistas deslumbrantes sobre o rio Mondego e os campos do Baixo Mondego.
Castelo de Leiria - Castelos e Brasões de Portugal (5.º grupo)
A 10 de abril de 1987, os CTT emitiram um selo dedicado ao Castelo de Leiria, no âmbito da série “Castelos e Brasões de Portugal”. Esta emissão homenageia um dos mais emblemáticos castelos do centro do país, com origens no século XII e fortemente ligado à história da fundação da nacionalidade. O selo foi desenhado por José Luís Tinoco e J. Bérnard Guedes, artistas reconhecidos pela sua capacidade de representar o património com rigor e sensibilidade estética. Impresso em offset na Imprensa Nacional – Casa da Moeda, em papel de esmalte, o selo destaca-se pela qualidade gráfica e riqueza de detalhe. Com uma tiragem de 1.000.000 de exemplares, esta emissão valoriza o património histórico e arquitetónico nacional, sendo uma peça de destaque na filatelia temática portuguesa dedicada à história, à arquitetura militar e à identidade cultural do país.
O Castelo de Leiria, situado em Portugal, foi construído no século XII por ordem de D. Afonso Henriques para defender a fronteira sul do reino cristão. Ao longo dos séculos, foi ampliado e usado como residência real. Destaca-se pela sua torre de menagem e vista sobre a cidade. Foi restaurado no século XX e hoje é um importante ponto turístico e símbolo da história medieval portuguesa.
Castelo de Trancoso - Castelos e Brasões de Portugal (5.º grupo)
A 10 de abril de 1987, os CTT emitiram um selo dedicado ao Castelo de Trancoso, no âmbito da série “Castelos e Brasões de Portugal”. Esta emissão homenageia uma das fortalezas mais emblemáticas da Beira Alta, com raízes medievais e grande importância na defesa da fronteira durante a Reconquista. O selo foi desenhado por José Luís Tinoco e J. Bérnard Guedes, artistas reconhecidos pela sua capacidade de representar o património com rigor e sensibilidade estética. Impresso em offset na Imprensa Nacional – Casa da Moeda, em papel de esmalte, o selo destaca-se pela qualidade gráfica e riqueza de detalhe. Com uma tiragem de 1.000.000 de exemplares, esta emissão valoriza o património histórico e arquitetónico nacional, sendo uma peça de destaque na filatelia temática portuguesa dedicada à história, à arquitetura militar e à identidade cultural do país.
O Castelo de Trancoso, situado na Beira Interior, tem origens na época da Reconquista, com registos desde o século X. Foi reforçado após ataques muçulmanos no século XII e desempenhou papel estratégico na defesa da fronteira com Leão. Recebeu foral de D. Afonso Henriques em 1155. Ao longo dos séculos, foi ampliado e adaptado. É Monumento Nacional desde 1921 e símbolo histórico da cidade de Trancoso.
Castelo de Penedono - Castelos e Brasões de Portugal (9.º grupo)
Castelo da Feira - Castelos e Brasões de Portugal (1.º grupo)
A 18 de fevereiro de 1986, os CTT lançaram um selo dedicado ao Castelo da Feira, no âmbito da série “Castelos e Brasões de Portugal”. Esta emissão presta homenagem a um dos mais notáveis castelos medievais portugueses, situado em Santa Maria da Feira, com origens no século XI e fortemente ligado à defesa do território durante a Reconquista.
O selo foi desenhado por José Luís Tinoco e J. Bérnard Guedes, artistas reconhecidos pela sua precisão gráfica e sensibilidade histórica. Impresso em offset na Imprensa Nacional – Casa da Moeda, em papel de esmalte, o selo apresenta grande qualidade visual.
Com uma tiragem de 1.000.000 de exemplares, esta emissão destaca-se na filatelia temática pela valorização do património arquitetónico e histórico nacional, sendo uma peça de referência para colecionadores e apreciadores da história de Portugal.
Porto - Muralhas Fernandinas - Castelos e Brasões de Portugal (7.º grupo)
Castelo de Bragança - Castelos e Brasões de Portugal (2.º grupo)
Castelo de Guimarães - Castelos e Brasões de Portugal (2.º grupo)
4.º Centenário da Fundação da Cidade de São Paulo
A17 de dezembro de1954, os CTT colocaram em circulação quatro selos comemorativos do 4.º Centenário da Fundação da Cidade de São Paulo, homenageando a histórica ligação entre Portugal e o Brasil. Fundada a 25 de janeiro de 1554 por missionários jesuítas, São Paulo tornou-se um dos maiores centros urbanos da América Latina.
O Padre Manuel da Nóbrega foi um dos principais fundadores da cidade de São Paulo, em 1554. Jesuíta português, chegou ao Brasil em 1549 com a missão de evangelizar os povos indígenas. Juntamente com José de Anchieta, fundou o Colégio de São Paulo de Piratininga, núcleo inicial da futura metrópole. Defensor dos direitos dos indígenas, teve papel central na organização social e religiosa do Brasil colonial. Sua atuação marcou profundamente a história luso-brasileira.
O selo foi desenhado por Jaime Barata Martins, artista de grande prestígio, que representou a cidade com elementos simbólicos da sua fundação e desenvolvimento.
A impressão foi realizada em talhe-doce pela casa Jon V. Enschedé & Zonen, de Haarlem, nos Países Baixos, reconhecida internacionalmente pela sua excelência tipográfica.
Esta emissão filatélica destaca-se pela sua qualidade artística e valor histórico, sendo hoje uma peça apreciada por colecionadores e estudiosos da história luso-brasileira.
6.º Congressos Internacionais de Medicina Tropical e de Paludismo
Em 1958, os CTT emitiram uma série de selos comemorativos dos 6.º Congressos Internacionais de Medicina Tropical e de Paludismo, realizados em Lisboa, destacando a importância da investigação científica e da cooperação internacional no combate às doenças tropicais.
O selo foi desenhado por Álvaro Duarte de Almeida, artista conhecido pela sua precisão gráfica e sentido simbólico.
A impressão foi feita em offset na Casa da Moeda, assegurando uma elevada qualidade visual e durabilidade.
Esta emissão filatélica não só assinala um evento científico de grande relevância, como também reforça o papel de Portugal na investigação médica internacional. É hoje uma peça valorizada na filatelia temática dedicada à saúde, ciência e cooperação global.
1.º Centenário do Telégrafo Eléctrico em Portugal
5.º Centenário do nascimento da Princesa Santa Joana
4.º Centenário da Fundação da Antiga Universidade de Évora (1559 - 1959)
Europa CEPT
A emissão de selos Europa CEPT colocada em circulação a 18/09/1961, com desenhos de Manuel Rodrigues e impressos em offset na Casa da Moeda, representa um marco significativo na filatelia europeia. Estes selos, emitidos sob os auspícios da Conferência Europeia de Administrações de Correios e Telecomunicações (CEPT), celebram a unidade e a cooperação entre os países europeus. A série Europa CEPT é conhecida por promover temas comuns que refletem a cultura, a história e os valores partilhados no continente.
O selo Europa CEPT de 1961, desenhado por Manuel Rodrigues e impresso em offset na Casa da Moeda de Lisboa, representa uma imagem simbólica da unidade e cooperação europeia.
Este design foi parte de uma emissão conjunta entre os países membros da CEPT (Conferência Europeia das Administrações dos Correios e Telecomunicações), com o objetivo de promover a integração europeia através de uma imagem comum
Emissão filatélica comemorativa do Dia da Mãe
segunda-feira, 30 de junho de 2025
1.º centenário do nascimento do Professor Doutor Gomes Teixeira
Europa CEPT 1960
150.º aniversário da fundação do Colégio Militar
sábado, 28 de junho de 2025
Um lugar para o Colecionismo: Descobertas Arqueológicas - Cultura da cana-de-açúcar
Um lugar para o Colecionismo: Europa 2025 - Descobertas Arqueológicas - Colubrina (mestre fundidor Joham Diaz)
quinta-feira, 26 de junho de 2025
Um lugar para o Colecionismo: Camélias do parque Terra Nostra nos Açores - Povoação - Ilha de São Miguel
Um lugar para o Colecionismo: Camélias do parque Terra Nostra nos Açores - Ilha de São Miguel - Povoação
Um lugar para o Colecionismo: Camélias do parque Terra Nostra nos Açores - Povoação - Ilha de São Miguel
Castelo de Chaves - Castelos e Brasões de Portugal
- Data de emissão: 1 de julho de 1988
- Valor facial: 27$00
- Ilustração: Representação do Castelo de Chaves, com destaque para a sua torre de menagem, símbolo da resistência e da importância estratégica da cidade no contexto da defesa da fronteira norte.
- Brasão associado: Vila Real (capital de distrito)
- Design:
- Castelo: José Luís Tinoco
- Heráldica: José Bènard Guedes
- Tiragem:
- 1.000.000 exemplares em folhas de 5x10
- 85.000 carteiras ilustradas com quatro selos
- Impressão: INCM – Imprensa Nacional-Casa da Moeda
- Obliterações de 1.º dia: Lisboa, Porto, Coimbra, Faro, Funchal, Ponta Delgada e Chaves
Castelo de Vila Nova de Cerveira - Castelos e Brasões de Portugal
A emissão filatélica “Castelos e Brasões de Portugal – 8.º Grupo” foi colocada em circulação no âmbito de uma série dedicada ao património histórico e heráldico nacional. Esta emissão destacou-se por combinar a representação de castelos medievais com os brasões das respetivas cidades ou regiões, celebrando assim a identidade histórica e cultural de Portugal.
Destaques do Selo – Castelo de Vila Nova de Cerveira
- Data de emissão: 15 de março de 1988
- Valor facial: 22$50
- Ilustração: Representação artística do castelo medieval de planta oval, com torres quadrangulares e muralhas robustas, situado na margem do rio Minho
- Brasão: Inclui o brasão de armas de Vila Nova de Cerveira, reforçando a identidade histórica da vila
- Design: José Luís Tinoco (castelo) e José Bènard Guedes (heráldica)
- Impressão: INCM – Imprensa Nacional-Casa da Moeda
O Castelo de Vila Nova de Cerveira, mandado construir por D. Dinis em 1321, é um símbolo da defesa da fronteira norte de Portugal. A sua representação no selo destaca a importância estratégica e histórica da fortificação, que ainda hoje domina o centro histórico da vila.
Este selo tornou-se uma peça valorizada entre colecionadores, não só pela sua beleza gráfica, mas também pelo seu valor cultural e simbólico. A emissão contribuiu para a divulgação do património nacional através da filatelia, promovendo o conhecimento da história local e da arquitetura militar portuguesa.
Mostra de Maximafilia - 8.º Aniversário da Associação Portuguesa de Maximafilia - Casas Alentejanas Arquitetura Popular Portuguesa
Entre 1985 e 1989, os CTT – Correios de Portugal colocaram em circulação uma das mais emblemáticas séries filatélicas dedicadas ao património cultural português: a emissão “Arquitetura Popular Portuguesa”. Esta série destacou-se por retratar, com grande detalhe e sensibilidade artística, as diversas tipologias de habitação tradicional espalhadas pelas diferentes regiões do país.
Cada selo representa uma casa típica de uma região portuguesa, desde as casas de granito do Minho, passando pelas construções alentejanas caiadas de branco, até às habitações em pedra vulcânica dos Açores. Esta diversidade arquitetónica reflete a adaptação das comunidades locais ao clima, aos materiais disponíveis e às tradições culturais.
A emissão teve um forte impacto não só entre colecionadores, mas também como instrumento de valorização do património vernacular português. Através da filatelia, promoveu-se o conhecimento e a preservação de formas de habitar que fazem parte da identidade nacional.
Destaques do Selo das Casas Alentejanas (22$50)
- Valor facial: 22$50 (vinte e dois escudos e cinquenta centavos)
- Região representada: Alentejo
- Características arquitetónicas retratadas:
- Paredes caiadas de branco, com barras coloridas em azul ou ocre, típicas da estética alentejana.
- Coberturas de telha de canudo, com baixa inclinação, adequadas ao clima quente e seco da região.
- Chaminés altas e decoradas, símbolo de identidade local e funcionalidade.
- Portas e janelas pequenas, que ajudam a manter o interior fresco durante os verões intensos.
Vultos da História e da Cultura: Câmara Pestana (1863 - 1899) - Cientistas Portugueses
quarta-feira, 25 de junho de 2025
80 anos do Clube Filatélico de Portugal - Rainha D. Maria II
O inteiro postal comemorativo dos 80 anos do Clube Filatélico de Portugal foi colocado em circulação pelos CTT a 31 de outubro de 2023, celebrando uma das mais antigas e prestigiadas associações filatélicas do país.
Este inteiro postal, classificado como Inteiro Postal da República, presta homenagem ao papel do Clube na promoção da filatelia nacional ao longo de oito décadas. A peça foi concebida com um design que reflete a identidade visual do clube e a sua ligação à história postal portuguesa.
Depois de muitas batalhas, foi a 8 de novembro de 1943 que, finalmente, se deu a publicação do Alvará nº 117 do Governo Civil de Lisboa, com a data de 27 de outubro de 1943. Assim, foi este dia que, naturalmente, foi considerado como o dia da fundação do Clube.
O pintor Pedro Guedes foi o responsável pelo logótipo do Clube Filatélico de Portugal e, de acordo com a página do Clube, depois de o desenhar, ainda assinou mais duas séries de selos em 1949 e 1951: Fundação da Dinastia de Avis, e 1.º Centenário do Nascimento de Guerra Junqueiro.
Para a elaboração deste postal máximo utilizou-se o selo alusivo aos 200 anos do nascimento de D. Maria II e obliteração da emissão dos Vultos da História e Cultura de 2024 para obtenção da concordância.
- O inteiro postal: neste caso, apresenta o retrato de D. Maria II, o que estabelece o tema principal da peça — a figura histórica da rainha.
- O selo comemorativo: é um selo da emissão de 2019 que assinala os 200 anos do nascimento de D. Maria II, reforçando o tema e acrescentando valor histórico e filatélico à peça.
- A obliteração (carimbo): pertence à emissão de 2024 intitulada “Vultos da História e Cultura”, que, apesar dessa série não ter qualquer selo alusivo a D. Maria II o tem do carimbo enquadra perfeitamente o tema principal da peça, completando assim a tríade temática.
A 25 de fevereiro de 2019, os CTT – Correios de Portugal lançaram uma emissão filatélica comemorativa dos 200 anos do nascimento de D. Maria II, uma das figuras mais marcantes da monarquia portuguesa. Esta emissão incluiu quatro selos e um bloco filatélico, com tiragens de 100.000 exemplares por selo e 45.000 exemplares do bloco, com valores faciais entre 0,53€ e 2,00€.
Os selos retratam momentos e locais emblemáticos da vida da rainha, como o seu batismo no Rio de Janeiro, a leitura da Carta Constitucional, o Palácio de S. Cristóvão, retratos oficiais e o Teatro Nacional D. Maria II. O bloco filatélico destaca a cidade natal da rainha, a coroa do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, e um retrato de D. Maria II.
A emissão foi acompanhada do livro “D. Maria II – Uma mulher entre a família e a política”, de Paulo Drumond Braga, que traça o percurso da rainha desde a infância no Brasil até à sua morte precoce aos 34 anos. A obra, bilingue e com design de Fernando Pendão, teve uma tiragem limitada de 4.000 exemplares numerados.
O selo de 0,86€ da emissão filatélica comemorativa dos 200 anos do nascimento de D. Maria II, lançada pelos CTT a 25 de fevereiro de 2019, destaca um momento marcante da vida política da rainha: a leitura da Carta Constitucional.
Este selo simboliza o papel de D. Maria II como figura central do liberalismo português, sublinhando o seu compromisso com os ideais constitucionais e a modernização do Estado. A imagem representa a jovem rainha num gesto solene, evocando a sua coragem e determinação num período de intensas convulsões políticas.
Com uma tiragem de 100.000 exemplares, este selo integra uma coleção de quatro selos e um bloco filatélico, todos com design do Atelier Pendão & Prior
200 anos do nascimento de D. Maria II
200 anos do nascimento de D. Maria II
A 25 de fevereiro de 2019, os CTT – Correios de Portugal lançaram uma emissão filatélica comemorativa dos 200 anos do nascimento de D. Maria II, uma das figuras mais marcantes da monarquia portuguesa. Esta emissão incluiu quatro selos e um bloco filatélico, com tiragens de 100.000 exemplares por selo e 45.000 exemplares do bloco, com valores faciais entre 0,53€ e 2,00€.
Os selos retratam momentos e locais emblemáticos da vida da rainha, como o seu batismo no Rio de Janeiro, a leitura da Carta Constitucional, o Palácio de S. Cristóvão, retratos oficiais e o Teatro Nacional D. Maria II. O bloco filatélico destaca a cidade natal da rainha, a coroa do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, e um retrato de D. Maria II.
A emissão foi acompanhada do livro “D. Maria II – Uma mulher entre a família e a política”, de Paulo Drumond Braga, que traça o percurso da rainha desde a infância no Brasil até à sua morte precoce aos 34 anos. A obra, bilingue e com design de Fernando Pendão, teve uma tiragem limitada de 4.000 exemplares numerados.
O selo do bloco filatélico emitido pelos CTT a 25 de fevereiro de 2019, em homenagem aos 200 anos do nascimento de D. Maria II, é uma peça de destaque na coleção. Com um valor facial de 2,00€ e uma tiragem limitada de 45.000 exemplares, este selo apresenta uma composição rica em simbolismo histórico:
- Uma imagem do Rio de Janeiro, cidade natal da rainha.
- A Coroa do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, evocando a união das coroas sob D. João VI.
- Um retrato de D. Maria II, que sublinha a sua importância como figura central do liberalismo português.
O bloco tem dimensões de 125 x 95 mm e foi desenhado pelo Atelier Pendão & Prior, integrando-se numa emissão que celebra a vida e o legado de uma das mais marcantes rainhas de Portugal
terça-feira, 24 de junho de 2025
Vultos da História e da Cultura: D. Maria II (1819 - 1853)
Mostra Filatélica Tomás Cabreira - Ano Internacional da Criança
Em 1979, Portugal juntou-se à celebração global do Ano Internacional da Criança, proclamado pela Organização das Nações Unidas (ONU) com o objetivo de chamar a atenção para os direitos, necessidades e bem-estar das crianças em todo o mundo. Como parte desta iniciativa, os Correios de Portugal lançaram uma emissão filatélica especial que se tornou um marco na história da filatelia nacional.
O selo de 5$50, em particular, destacou-se pela sua representação simbólica e cativante: crianças a brincar. Esta imagem simples, mas poderosa, capturava a essência da infância — a liberdade, a alegria e a importância do brincar como parte fundamental do desenvolvimento infantil. Com dimensões de 37 mm x 30,4 mm e picotado 12 x 12½, este selo teve uma tiragem de 1.000.000 de exemplares, tornando-se um dos mais emblemáticos da série.
A escolha do tema “crianças a brincar” para o selo de menor valor facial não foi aleatória. Representava a universalidade da infância e a necessidade de garantir a todas as crianças o direito ao lazer, à segurança e à felicidade. Através da arte filatélica, esta emissão procurou não só homenagear as crianças, mas também despertar consciências para os desafios que muitas enfrentavam — e ainda enfrentam — em todo o mundo.
Exposição Filatélica Leiria 1954 - Castelo de Leiria - Selo da autoridade de D. Dinis
Características do Selo
- Ano de emissão: 1953
- Design: Representa D. Dinis montado a cavalo, com armadura e estandarte, evocando a figura do rei como defensor do reino e promotor da cultura.
- Valor simbólico: O selo celebra o papel de D. Dinis na consolidação do Estado português, na fundação da Universidade de Coimbra e na promoção da língua portuguesa.
- Apelido popular: “Selo do cavalinho”, por causa da imagem marcante do cavaleiro medieval.
D. Dinis (1261–1325), conhecido como o Rei Poeta, foi uma figura central na história de Portugal. Além de guerreiro e administrador, destacou-se como patrono das artes e da educação. O selo procura capturar essa dualidade — o rei como figura de autoridade militar e símbolo cultural.
O rei D. Dinis e a cidade de Leiria estão profundamente ligados por vários elementos históricos, culturais e simbólicos. Aqui estão os principais pontos de conexão entre ambos:
1. Castelo de Leiria
- D. Dinis mandou realizar importantes obras de reconstrução e ampliação no Castelo de Leiria, transformando-o numa residência real.
- O castelo tornou-se um dos principais símbolos da cidade e um marco da presença régia na região.
2. Promoção da Cultura e da Língua Portuguesa
- D. Dinis foi um grande promotor da língua portuguesa, tendo ordenado que fosse usada nos documentos oficiais.
- Leiria, como cidade ligada à corte, beneficiou desse impulso cultural, sendo palco de atividades literárias e administrativas.
3. Fundação do Pinhal de Leiria
- Uma das ações mais visionárias de D. Dinis foi a plantação do Pinhal de Leiria, com o objetivo de proteger os solos e fornecer madeira para a construção naval.
- Este pinhal é ainda hoje um dos maiores legados ecológicos e económicos da região.
4. Presença Administrativa
- Durante o reinado de D. Dinis, Leiria foi sede de cortes e decisões administrativas importantes.
- A cidade ganhou relevância política e estratégica no reino.
5. Legado Cultural
- D. Dinis, conhecido como o Rei Poeta, escreveu várias cantigas de amigo e de amor.
- Leiria, com o seu ambiente cortesão e artístico, foi cenário provável de manifestações culturais ligadas à lírica trovadoresca.







































