quinta-feira, 3 de julho de 2025

Marialva - Aldeias Históricas de Portugal

 

A 8 de junho de 2005, os CTT lançaram uma emissão filatélica dedicada às Aldeias Históricas de Portugal, celebrando o património arquitetónico e cultural destas localidades. Com um total de 70 000 exemplares, esta emissão destacou-se pelo cuidado artístico e técnico. Os selos foram desenhados por Acácio Santos e Elisabete Fonseca, dois nomes reconhecidos no design filatélico nacional, e impressos em offset, técnica que garante elevada qualidade de reprodução e detalhe.

Cada selo retrata uma aldeia histórica, captando a essência das suas paisagens, construções em pedra e tradições seculares. Esta coleção não só promove o turismo cultural, como também valoriza a identidade portuguesa, preservando a memória de locais como Monsanto, Sortelha ou Castelo Rodrigo. A emissão tornou-se um objeto de interesse para colecionadores e amantes da história, reforçando o papel dos selos como veículos de divulgação cultural e artística.

Marialva, situada no concelho de Mêda, é uma das Aldeias Históricas de Portugal com origens que remontam ao século VI a.C., quando foi fundada pelos Túrdulos como Cidade de Aravor. Posteriormente, foi romanizada como Civitas Aravorum, reconstruída nos tempos dos imperadores Adriano e Trajano. Em 1063, foi conquistada por D. Fernando Magno, que lhe deu o nome de Marialva. Com o seu castelo medieval, ruas em pedra e três núcleos distintos — Cidadela, Arrabalde e Devesa —, Marialva é um testemunho vivo da história portuguesa 

Castelo de Beja - Castelos e Brasões de Portugal

 


A emissão filatélica "Castelos e Brasões de Portugal", lançada a 18 de fevereiro de 1986, inclui um selo dedicado ao imponente Castelo de Beja, símbolo da herança militar e histórica do Alentejo. Esta peça foi desenhada por José Luís Tinoco e J. Bérnard Guedes, artistas reconhecidos pela sua contribuição para a filatelia portuguesa. A impressão foi realizada em offset na Imprensa Nacional-Casa da Moeda, utilizando papel de esmalte, conferindo ao selo uma apresentação de elevada qualidade. Com uma tiragem de 1.000.000 de exemplares, esta emissão teve ampla distribuição, promovendo o património nacional. O Castelo de Beja, com origens romanas e reconstruções sucessivas ao longo da Idade Média, destaca-se pela sua torre de menagem em mármore, uma das mais altas de Portugal.

O Castelo de Beja, situado no Alentejo, tem origens romanas e foi reconstruído durante a ocupação muçulmana. Após a reconquista cristã, no século XIII, foi ampliado por ordem de D. Dinis. A sua torre de menagem, em mármore, é uma das mais altas de Portugal. Ao longo dos séculos, desempenhou um papel estratégico na defesa da região, sendo hoje um símbolo da história militar e arquitetónica portuguesa.

Castelo Évora-Monte - Castelos e Brasões de Portugal

 


A emissão filatélica intitulada "Castelos e Brasões de Portugal", colocada em circulação a 16 de janeiro de 1987, inclui um selo dedicado ao Castelo de Évora-Monte, monumento de relevante valor histórico e arquitetónico situado na região do Alentejo. Esta peça filatélica foi concebida pelos artistas José Luís Tinoco e J. Bérnard Guedes, cuja colaboração resultou numa representação gráfica de elevada qualidade estética e rigor histórico. A impressão foi executada em offset pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda, recorrendo a papel de esmalte, o que lhe confere um acabamento refinado e duradouro. Com uma tiragem de 1.000.000 de exemplares, este selo integrou uma das mais emblemáticas séries dedicadas ao património nacional.
O Castelo de Évora-Monte, construído no século XVI, localiza-se no Alentejo e destaca-se pela sua planta quadrangular e torres cilíndricas. É um exemplo notável da transição entre a arquitetura militar medieval e o estilo renascentista. Erguido em posição dominante sobre a serra d’Ossa, foi palco da assinatura da Convenção de Évora-Monte em 1834, que pôs fim às Guerras Liberais. É símbolo da história e identidade portuguesas.

quarta-feira, 2 de julho de 2025

Castelo de Marvão - Castelos e Brasões de Portugal (6.º grupo)

 


A emissão filatélica "Castelos e Brasões de Portugal" incluiu o selo dedicado ao Castelo de Marvão, colocado em circulação a 15 de setembro de 1987. Este selo foi desenhado por José Luís Tinoco e J. Bérnard Guedes, artistas reconhecidos pela sua contribuição à arte gráfica portuguesa. A impressão foi feita em offset na Imprensa Nacional-Casa da Moeda, utilizando papel de esmalte, o que lhe conferiu brilho e resistência. Com uma tiragem de 1.000.000 de exemplares, o selo destaca a imponência do castelo medieval, situado no alto de uma escarpa na Serra de São Mamede, com vista sobre a fronteira com Espanha. Esta emissão valoriza o papel da filatelia na divulgação do património histórico e cultural português, promovendo o conhecimento de monumentos que marcaram a identidade nacional.

O Castelo de Marvão, situado no alto da Serra de São Mamede, foi fundado no século IX por Ibn Marwan, de quem herdou o nome. De grande importância estratégica, vigiava a fronteira com Espanha e foi reforçado após a Reconquista cristã. Ao longo dos séculos, desempenhou papel defensivo em várias guerras. Com muralhas robustas e vistas deslumbrantes, é hoje um dos castelos mais bem preservados de Portugal e símbolo da história militar da região raiana.

terça-feira, 1 de julho de 2025

Castelo de Palmela - Castelos e Brasões de Portugal (8.º grupo)

 


A série "Castelos e Brasões de Portugal" celebrou o património histórico nacional através da filatelia. O selo dedicado ao Castelo de Palmela foi emitido a 15 de março de 1988, integrando esta coleção que homenageia fortalezas emblemáticas do país. O design ficou a cargo de José Luís Tinoco e J. Bérnard Guedes, artistas reconhecidos pelo seu trabalho gráfico. A impressão foi realizada em offset pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda, em papel de esmalte, conferindo brilho e durabilidade. Com uma tiragem de 1.000.000 de exemplares, o selo destaca a imponência do castelo, situado entre a serra da Arrábida e o estuário do Sado, com raízes islâmicas e importância estratégica na defesa do território. Esta emissão reforça o papel da filatelia na preservação e divulgação da identidade e história portuguesas.

O Castelo de Palmela, situado na serra com o mesmo nome, tem origens pré-romanas e foi fortificado pelos muçulmanos no século VIII. Conquistado por D. Afonso Henriques em 1147, tornou-se sede da Ordem de Santiago. Ao longo dos séculos, foi ampliado e adaptado a funções militares e religiosas. Com vista privilegiada sobre o Sado e a Arrábida, é hoje um importante monumento nacional, testemunho da história militar e religiosa de Portugal.

Castelo de São Jorge - Castelos e Brasões de Portugal (6.º grupo)

 


A série filatélica "Castelos e Brasões de Portugal" presta homenagem ao património arquitetónico nacional. O selo dedicado ao Castelo de São Jorge, em Lisboa, foi emitido a 15 de setembro de 1987. Com design de José Luís Tinoco e J. Bérnard Guedes, o selo destaca a imponência desta fortaleza histórica, símbolo da capital portuguesa. A impressão foi realizada em offset pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda, em papel de esmalte, garantindo qualidade e durabilidade. Com uma tiragem de 1.000.000 de exemplares, esta emissão celebra um dos castelos mais emblemáticos de Portugal, com raízes islâmicas e importância estratégica ao longo dos séculos. Através da filatelia, esta série promove a valorização da história e da identidade nacional.

O Castelo de São Jorge, em Lisboa, tem origens que remontam ao século XI, durante a ocupação muçulmana. Conquistado por D. Afonso Henriques em 1147, tornou-se residência real e símbolo do poder régio. Ao longo dos séculos, foi palco de eventos históricos e sofreu várias transformações. Com vista privilegiada sobre a cidade e o Tejo, é hoje um dos monumentos mais visitados de Portugal.

Castelo do Almourol - Castelos e Brasões de Portugal (7.º grupo)

 


A emissão filatélica "Castelos e Brasões de Portugal" celebrou o património histórico nacional, destacando fortalezas icónicas. O selo dedicado ao Castelo de Almourol foi lançado a 19 de janeiro de 1988, integrando esta série. A ilustração foi criada por José Luís Tinoco e J. Bérnard Guedes, artistas reconhecidos pelo seu trabalho gráfico. A impressão foi feita em offset na Imprensa Nacional-Casa da Moeda, sobre papel de esmalte, conferindo-lhe brilho e qualidade. Com uma tiragem de 1.000.000 de exemplares, o selo homenageia o castelo templário, situado numa ilhota do rio Tejo, símbolo de defesa e mistério. Esta emissão reforça a ligação entre arte, história e identidade nacional, promovendo o conhecimento do património português através da filatelia.

Castelo de Montemor-o-Velho - Castelos e Brasões de Portugal (3.º grupo)

 


A emissão filatélica "Castelos e Brasões de Portugal" destacou-se pela valorização do património histórico nacional. Um dos selos mais emblemáticos desta série é o do Castelo de Montemor-o-Velho, colocado em circulação a 18 de setembro de 1986. Este selo foi desenhado por José Luís Tinoco e J. Bérnard Guedes, dois nomes de referência no design gráfico português. A impressão foi realizada em offset na Imprensa Nacional-Casa da Moeda, utilizando papel de esmalte, o que lhe conferiu brilho e durabilidade. Com uma tiragem de 1.000.000 de exemplares, este selo homenageia a imponência do castelo medieval, símbolo da defesa e da história da região centro de Portugal.

O Castelo de Montemor-o-Velho, situado no distrito de Coimbra, remonta ao século XI e teve um papel estratégico na defesa do Mondego durante a Reconquista. Foi palco de importantes eventos históricos, como as cortes de D. Afonso Henriques. Ao longo dos séculos, sofreu várias remodelações, refletindo estilos românico, gótico e manuelino. Hoje, é um símbolo do património nacional e oferece vistas deslumbrantes sobre o rio Mondego e os campos do Baixo Mondego.

Castelo de Leiria - Castelos e Brasões de Portugal (5.º grupo)

 


A 10 de abril de 1987, os CTT emitiram um selo dedicado ao Castelo de Leiria, no âmbito da série “Castelos e Brasões de Portugal”. Esta emissão homenageia um dos mais emblemáticos castelos do centro do país, com origens no século XII e fortemente ligado à história da fundação da nacionalidade. O selo foi desenhado por José Luís Tinoco e J. Bérnard Guedes, artistas reconhecidos pela sua capacidade de representar o património com rigor e sensibilidade estética. Impresso em offset na Imprensa Nacional – Casa da Moeda, em papel de esmalte, o selo destaca-se pela qualidade gráfica e riqueza de detalhe. Com uma tiragem de 1.000.000 de exemplares, esta emissão valoriza o património histórico e arquitetónico nacional, sendo uma peça de destaque na filatelia temática portuguesa dedicada à história, à arquitetura militar e à identidade cultural do país.

O Castelo de Leiria, situado em Portugal, foi construído no século XII por ordem de D. Afonso Henriques para defender a fronteira sul do reino cristão. Ao longo dos séculos, foi ampliado e usado como residência real. Destaca-se pela sua torre de menagem e vista sobre a cidade. Foi restaurado no século XX e hoje é um importante ponto turístico e símbolo da história medieval portuguesa.

Castelo de Trancoso - Castelos e Brasões de Portugal (5.º grupo)

 


A 10 de abril de 1987, os CTT emitiram um selo dedicado ao Castelo de Trancoso, no âmbito da série “Castelos e Brasões de Portugal”. Esta emissão homenageia uma das fortalezas mais emblemáticas da Beira Alta, com raízes medievais e grande importância na defesa da fronteira durante a Reconquista. O selo foi desenhado por José Luís Tinoco e J. Bérnard Guedes, artistas reconhecidos pela sua capacidade de representar o património com rigor e sensibilidade estética. Impresso em offset na Imprensa Nacional – Casa da Moeda, em papel de esmalte, o selo destaca-se pela qualidade gráfica e riqueza de detalhe. Com uma tiragem de 1.000.000 de exemplares, esta emissão valoriza o património histórico e arquitetónico nacional, sendo uma peça de destaque na filatelia temática portuguesa dedicada à história, à arquitetura militar e à identidade cultural do país.

O Castelo de Trancoso, situado na Beira Interior, tem origens na época da Reconquista, com registos desde o século X. Foi reforçado após ataques muçulmanos no século XII e desempenhou papel estratégico na defesa da fronteira com Leão. Recebeu foral de D. Afonso Henriques em 1155. Ao longo dos séculos, foi ampliado e adaptado. É Monumento Nacional desde 1921 e símbolo histórico da cidade de Trancoso.

Castelo de Penedono - Castelos e Brasões de Portugal (9.º grupo)

 


A 1 de julho de 1988, os CTT emitiram um selo dedicado ao Castelo de Penedono, no âmbito da série “Castelos e Brasões de Portugal”. Situado no distrito de Viseu, este castelo é um dos mais singulares do país, com origens medievais e fortemente associado à figura lendária de Álvaro Gonçalves Coutinho, o Magriço. O selo foi desenhado por José Luís Tinoco e J. Bérnard Guedes, artistas reconhecidos pela sua capacidade de representar o património com rigor e sensibilidade estética. Impresso em offset na Imprensa Nacional – Casa da Moeda, em papel de esmalte, o selo destaca-se pela qualidade gráfica e riqueza de detalhe. Com uma tiragem de 1.000.000 de exemplares, esta emissão valoriza o património histórico e arquitetónico nacional, sendo uma peça de destaque na filatelia temática portuguesa dedicada à história e à identidade cultural.
O Castelo de Penedono localizado no Concelho de Penedomo remonta à época da Reconquista. Reconstruído no século X por Rodrigo Tedoniz, foi reforçado por D. Sancho I em 1195 e por D. Dinis no século XIII. A sua forma atual data do século XIV. Está ligado à figura lendária de Álvaro Gonçalves Coutinho, o Magriço. É Monumento Nacional desde 1910

Castelo da Feira - Castelos e Brasões de Portugal (1.º grupo)

 


A 18 de fevereiro de 1986, os CTT lançaram um selo dedicado ao Castelo da Feira, no âmbito da série “Castelos e Brasões de Portugal”. Esta emissão presta homenagem a um dos mais notáveis castelos medievais portugueses, situado em Santa Maria da Feira, com origens no século XI e fortemente ligado à defesa do território durante a Reconquista.

O selo foi desenhado por José Luís Tinoco e J. Bérnard Guedes, artistas reconhecidos pela sua precisão gráfica e sensibilidade histórica. Impresso em offset na Imprensa Nacional – Casa da Moeda, em papel de esmalte, o selo apresenta grande qualidade visual. 

Com uma tiragem de 1.000.000 de exemplares, esta emissão destaca-se na filatelia temática pela valorização do património arquitetónico e histórico nacional, sendo uma peça de referência para colecionadores e apreciadores da história de Portugal.


Porto - Muralhas Fernandinas - Castelos e Brasões de Portugal (7.º grupo)

 

A 19 de janeiro de 1988, os CTT colocaram em circulação um selo dedicado à Muralha Fernandina do Porto, no âmbito da série “Castelos e Brasões de Portugal”. Esta emissão homenageia um dos mais importantes elementos defensivos da cidade, construído no século XIV por ordem de D. Fernando I. O selo foi desenhado por José Luís Tinoco e J. Bérnard Guedes, artistas reconhecidos pela sua atenção ao detalhe e rigor histórico. Impresso em offset na Imprensa Nacional – Casa da Moeda, em papel de esmalte, o selo apresenta elevada qualidade gráfica. Com uma tiragem de 1.000.000 de exemplares, esta emissão destaca o valor patrimonial da muralha e o seu papel na defesa da cidade do Porto. 
A Muralha Fernandina do Porto foi construída no século XIV, iniciada no reinado de D. Afonso IV e concluída por D. Fernando, de quem herdou o nome. Substituiu a antiga Cerca Velha, acompanhando a expansão urbana e comercial da cidade. Com cerca de 2.600 metros de perímetro, incluía portas, postigos e torres defensivas. Grande parte foi demolida no século XIX, mas alguns troços foram classificados como Monumento Nacional em 1926.

Castelo de Bragança - Castelos e Brasões de Portugal (2.º grupo)

 

A 10 de abril de 1986, os CTT lançaram um selo dedicado ao Castelo de Bragança, no âmbito da série “Castelos e Brasões de Portugal”. Esta emissão homenageia um dos mais bem preservados castelos medievais do país, símbolo da história e identidade da região transmontana. O selo foi desenhado por José Luís Tinoco e J. Bérnard Guedes, artistas de renome que captaram com rigor a imponência da fortificação. Impresso em offset na Imprensa Nacional – Casa da Moeda, em papel de esmalte, o selo destaca-se pela nitidez e qualidade gráfica. Com uma tiragem de 1.000.000 de exemplares, esta emissão teve ampla circulação, reforçando o valor cultural e patrimonial do castelo. É hoje uma peça de referência na filatelia temática portuguesa, celebrando a arquitetura militar e a herança histórica nacional.
O Castelo de Bragança, situado no nordeste de Portugal, remonta ao século XIII, embora a ocupação do local seja muito anterior, desde o período romano. Recebeu foral de D. Sancho I em 1187, que também mandou construir a primeira muralha. No reinado de D. Dinis, foi erguido um segundo perímetro defensivo. Bem preservado, destaca-se pela Torre de Menagem e pela sua importância estratégica na defesa da fronteira com Leão. É Monumento Nacional desde 1910.

Castelo de Guimarães - Castelos e Brasões de Portugal (2.º grupo)

 


A 10 de abril de 1986, os CTT colocaram em circulação um selo dedicado ao Castelo de Guimarães, integrado na série “Castelos e Brasões de Portugal - 2.º grupo”.
Esta emissão presta homenagem a um dos mais emblemáticos monumentos nacionais, símbolo da fundação da nacionalidade portuguesa. O selo foi desenhado por José Luís Tinoco e J. Bérnard Guedes, dois reconhecidos artistas gráficos, que captaram com detalhe e elegância a imponência do castelo medieval.
A impressão foi realizada em offset na Imprensa Nacional Casa da Moeda.
Esta peça filatélica destaca-se não só pelo seu valor estético, mas também pelo seu contributo para a valorização do património histórico português, sendo hoje uma referência na filatelia temática dedicada à história e arquitetura de Portugal.
O Castelo de Guimarães, embora seja um dos monumentos mais emblemáticos da cidade, não está individualmente classificado como Património Mundial da UNESCO. No entanto, faz parte do Centro Histórico de Guimarães, que foi inscrito na Lista do Património Mundial da UNESCO em 13 de dezembro de 2001, e cuja área foi alargada em 2023 para incluir também a Zona de Couros

4.º Centenário da Fundação da Cidade de São Paulo



A17 de dezembro de1954, os CTT colocaram em circulação quatro selos comemorativos do 4.º Centenário da Fundação da Cidade de São Paulo, homenageando a histórica ligação entre Portugal e o Brasil. Fundada a 25 de janeiro de 1554 por missionários jesuítas, São Paulo tornou-se um dos maiores centros urbanos da América Latina.

O Padre Manuel da Nóbrega foi um dos principais fundadores da cidade de São Paulo, em 1554. Jesuíta português, chegou ao Brasil em 1549 com a missão de evangelizar os povos indígenas. Juntamente com José de Anchieta, fundou o Colégio de São Paulo de Piratininga, núcleo inicial da futura metrópole. Defensor dos direitos dos indígenas, teve papel central na organização social e religiosa do Brasil colonial. Sua atuação marcou profundamente a história luso-brasileira.

O selo foi desenhado por Jaime Barata Martins, artista de grande prestígio, que representou a cidade com elementos simbólicos da sua fundação e desenvolvimento.

A impressão foi realizada em talhe-doce pela casa Jon V. Enschedé & Zonen, de Haarlem, nos Países Baixos, reconhecida internacionalmente pela sua excelência tipográfica.

Esta emissão filatélica destaca-se pela sua qualidade artística e valor histórico, sendo hoje uma peça apreciada por colecionadores e estudiosos da história luso-brasileira.

6.º Congressos Internacionais de Medicina Tropical e de Paludismo

Em 1958, os CTT emitiram uma série de selos comemorativos dos 6.º Congressos Internacionais de Medicina Tropical e de Paludismo, realizados em Lisboa, destacando a importância da investigação científica e da cooperação internacional no combate às doenças tropicais.

O selo foi desenhado por Álvaro Duarte de Almeida, artista conhecido pela sua precisão gráfica e sentido simbólico.

A impressão foi feita em offset na Casa da Moeda, assegurando uma elevada qualidade visual e durabilidade.

Esta emissão filatélica não só assinala um evento científico de grande relevância, como também reforça o papel de Portugal na investigação médica internacional. É hoje uma peça valorizada na filatelia temática dedicada à saúde, ciência e cooperação global.

1.º Centenário do Telégrafo Eléctrico em Portugal

 


Em 1955, os CTT emitiram uma série de selos comemorativos do 1.º Centenário do Telégrafo Eléctrico em Portugal, assinalando os 100 anos da introdução desta importante inovação tecnológica no país. O telégrafo elétrico revolucionou as comunicações, permitindo a transmissão rápida de mensagens a longas distâncias e marcando o início de uma nova era na história das telecomunicações portuguesas.
O selo foi desenhado por Cândido Costa Pinto, artista de grande prestígio, que representou com rigor técnico e sentido estético os elementos associados ao telégrafo, como fios, postes e sinais, evocando o espírito de progresso da época.
A impressão foi realizada em offset na Casa da Moeda.
Esta emissão filatélica não só celebra um marco tecnológico nacional, como também presta homenagem aos avanços científicos que moldaram a sociedade moderna. É hoje uma peça de destaque na filatelia temática dedicada à ciência e tecnologia.

5.º Centenário do nascimento da Princesa Santa Joana

 

A 14 de maio de 1953, os CTT colocaram em circulação uma emissão filatélica comemorativa do 5.º Centenário do Nascimento da Princesa Santa Joana (1452-1952), figura de grande devoção popular e relevância histórica em Portugal. Filha do rei D. Afonso V, Santa Joana renunciou aos privilégios da corte para se dedicar à vida religiosa no Convento de Jesus, em Aveiro, onde viveu com humildade e piedade até à sua morte. O selo foi desenhado por Jaime Barata Martins, artista de reconhecido talento, que representou a princesa com traços serenos e simbologia religiosa, evocando a sua santidade e renúncia ao mundo. A impressão foi feita em offset na Litografia Nacional, no Porto.

4.º Centenário da Fundação da Antiga Universidade de Évora (1559 - 1959)

 

Em 1959, os CTT emitiram uma série de selos comemorativos do 4.º Centenário da Fundação da Antiga Universidade de Évora (1559-1959), celebrando uma das mais antigas e prestigiadas instituições de ensino superior em Portugal. Fundada pelos Jesuítas com o apoio do Cardeal D. Henrique, a universidade destacou-se como um centro de saber, fé e cultura durante o período da sua atividade inicial. O selo foi desenhado por Alberto Cardoso.
A impressão foi realizada em offset na Casa da Moeda, assegurando uma elevada qualidade gráfica e durabilidade. A imagem do selo evoca elementos simbólicos da universidade, como a sua fachada e referências ao ensino clássico.
Esta emissão filatélica não só homenageia o legado académico da Universidade de Évora, como também se tornou uma peça de grande valor histórico e artístico no panorama da filatelia portuguesa.

Europa CEPT


A emissão de selos Europa CEPT colocada em circulação a 18/09/1961, com desenhos de Manuel Rodrigues e impressos em offset na Casa da Moeda, representa um marco significativo na filatelia europeia. Estes selos, emitidos sob os auspícios da Conferência Europeia de Administrações de Correios e Telecomunicações (CEPT), celebram a unidade e a cooperação entre os países europeus. A série Europa CEPT é conhecida por promover temas comuns que refletem a cultura, a história e os valores partilhados no continente.

O selo Europa CEPT de 1961, desenhado por Manuel Rodrigues e impresso em offset na Casa da Moeda de Lisboa, representa uma imagem simbólica da unidade e cooperação europeia. 

Este design foi parte de uma emissão conjunta entre os países membros da CEPT (Conferência Europeia das Administrações dos Correios e Telecomunicações), com o objetivo de promover a integração europeia através de uma imagem comum

Emissão filatélica comemorativa do Dia da Mãe

 

Imagem da "Virgem do Leite", estátua portuguesa do século XV

A 8 de dezembro de 1956, foi colocada em circulação uma emissão filatélica comemorativa do Dia da Mãe, destacando-se pela sua sensibilidade artística e valor simbólico. O selo foi desenhado por Jaime Barata Martins, um dos mais reconhecidos artistas gráficos portugueses da época, cuja obra se caracteriza por um traço delicado e expressivo. A impressão foi realizada em offset na Imprensa Nacional – Casa da Moeda, garantindo elevada qualidade e nitidez nos detalhes. Esta emissão homenageia o papel insubstituível da mãe na sociedade.

segunda-feira, 30 de junho de 2025

1.º centenário do nascimento do Professor Doutor Gomes Teixeira

 

A emissão de selos comemorativos do 1.º centenário do nascimento do Professor Doutor Gomes Teixeira, com desenhos de Pedro Guedes e impressos em offset na Litografia Nacional, é uma homenagem significativa a uma das figuras mais ilustres da ciência e da educação em Portugal. Francisco Gomes Teixeira, nascido em 1851, foi um matemático de renome internacional, cujas contribuições para a ciência e a educação deixaram um legado duradouro.

Europa CEPT 1960

 

A emissão de selos Europa CEPT colocada em circulação a 16/09/1960, com desenhos de P. Rahikainen e impressos em offset na Casa da Moeda, representa um marco significativo na filatelia europeia. Estes selos, emitidos sob os auspícios da Conferência Europeia de Administrações de Correios e Telecomunicações (CEPT), celebram a unidade e a cooperação entre os países europeus. A série Europa CEPT é conhecida por promover temas comuns que refletem a cultura, a história e os valores partilhados no continente.

150.º aniversário da fundação do Colégio Militar

 

A emissão de selos comemorativos do 150.º aniversário da fundação do Colégio Militar, colocada em circulação a 17 de novembro de 1954, é um marco significativo na filatelia portuguesa. Esta emissão celebra uma instituição de grande importância histórica e educacional em Portugal, refletindo o seu papel crucial na formação de gerações de jovens. O Colégio Militar, fundado em 1804, tem uma longa tradição de excelência na educação e formação militar, combinando uma educação académica rigorosa com uma formação militar disciplinada. Os selos emitidos em 1954, desenhados por Cândido Costa Pinto e impressos em offset na Casa da Moeda, são notáveis pelo seu design meticuloso e pela atenção aos detalhes. Eles apresentam imagens que simbolizam a história e os valores do Colégio Militar, capturando a essência da instituição.

sábado, 28 de junho de 2025

Um lugar para o Colecionismo: Descobertas Arqueológicas - Cultura da cana-de-açúcar


Um lugar para o Colecionismo: Descobertas Arqueológicas em Selos: Uma Viagem pel...: A Filatelia dos CTT tem sido uma ponte entre a cultura portuguesa e o mundo, promovendo o nosso património através de selos.
O bloco filatélico “Descobertas Arqueológicas – Madeira”, emitido a 9 de maio de 2025, presta homenagem à rica herança industrial e agrícola da ilha da Madeira, com foco na cultura da cana-de-açúcar. A composição visual do bloco inclui uma imagem de um engenho de açúcar retirada da obra Viagem Pitoresca através do Brasil de Johann Moritz Rugendas (Paris, 1835), além de fotografias históricas da apanha da cana-de-açúcar (c. 1900), do interior de uma fábrica de aguardente (c. 1871–1905), e de um martelo entalhado de uma oficina marroquina (c. 1970), sugerindo ligações culturais e técnicas transatlânticas.

A Madeira foi pioneira na cultura da cana-de-açúcar desde o século XV, tornando-se um dos primeiros centros de produção e exportação de açúcar na Europa. A ilha desempenhou um papel crucial na disseminação da tecnologia açucareira pelo Atlântico, influenciando práticas em África e nas Américas. No final do século XIX e início do século XX, a produção de açúcar e aguardente conheceu uma nova fase de modernização, com engenhos como o da Calheta, fundado em 1901, a liderar inovações no fabrico e destilação.

Este bloco filatélico não só celebra a arqueologia industrial da Madeira, como também evoca a memória de um passado agrícola que moldou profundamente a identidade e economia da ilha.

Um lugar para o Colecionismo: Europa 2025 - Descobertas Arqueológicas - Colubrina (mestre fundidor Joham Diaz)


Um lugar para o Colecionismo: Descobertas Arqueológicas em Selos: Uma Viagem pel...: A Filatelia dos CTT tem sido uma ponte entre a cultura portuguesa e o mundo, promovendo o nosso património através de selos.
O bloco filatélico “Descobertas Arqueológicas”, emitido a 9 de maio de 2025, celebra um importante achado subaquático na baía de Angra do Heroísmo, nos Açores. A peça central do bloco é uma imagem da cidade de Angra, baseada numa litografia de Louis Lebreton datada de cerca de 1845 (Biblioteca Nacional de Portugal), acompanhada da representação da retirada de uma colubrina de bronze junto ao Forte de Santo António.

Esta colubrina, descoberta em 1972 durante uma campanha arqueológica subaquática, é atribuída ao mestre fundidor Joham Diaz, ativo entre 1545 e 1575 ao serviço de D. João III. Trata-se da mais antiga boca-de-fogo de bronze fundida em Portugal, com cerca de 4,3 metros de comprimento e um calibre de 12 cm, decorada com elementos clássicos e símbolos régios como a esfera armilar e as armas de Portugal 1.

A peça foi proposta pelo Museu de Angra do Heroísmo como Património Móvel de Interesse Nacional, destacando-se não só pelo seu valor histórico e estético, mas também pelo seu papel na defesa marítima da ilha durante o período das grandes rotas ultramarinas.

quinta-feira, 26 de junho de 2025

Um lugar para o Colecionismo: Camélias do parque Terra Nostra nos Açores - Povoação - Ilha de São Miguel


Um lugar para o Colecionismo: Camélias do parque Terra Nostra nos Açores são tem...: Os CTT – Correios de Portugal lançam a partir desta sexta-feira, dia 04 de abril, uma coleção de selos dedicada às   Camélias do Parque Terr...

Um lugar para o Colecionismo: Camélias do parque Terra Nostra nos Açores - Ilha de São Miguel - Povoação


Um lugar para o Colecionismo: Camélias do parque Terra Nostra nos Açores são tem...: Os CTT – Correios de Portugal lançam a partir desta sexta-feira, dia 04 de abril, uma coleção de selos dedicada às   Camélias do Parque Terr...

Um lugar para o Colecionismo: Camélias do parque Terra Nostra nos Açores - Povoação - Ilha de São Miguel


Um lugar para o Colecionismo: Camélias do parque Terra Nostra nos Açores são tem...: Os CTT – Correios de Portugal lançam a partir desta sexta-feira, dia 04 de abril, uma coleção de selos dedicada às   Camélias do Parque Terr...

Castelo de Chaves - Castelos e Brasões de Portugal



A emissão filatélica “Castelos e Brasões de Portugal – 9.º Grupo” foi colocada em circulação no âmbito de uma série dedicada ao património histórico e heráldico nacional. Esta emissão destacou-se por combinar a representação de castelos medievais com os brasões das respetivas cidades ou regiões, celebrando assim a identidade histórica e cultural de Portugal.

Destaques do Selo – Castelo de Chaves
  • Data de emissão: 1 de julho de 1988
  • Valor facial: 27$00
  • Ilustração: Representação do Castelo de Chaves, com destaque para a sua torre de menagem, símbolo da resistência e da importância estratégica da cidade no contexto da defesa da fronteira norte.
  • Brasão associado: Vila Real (capital de distrito)
  • Design:
  • Castelo: José Luís Tinoco
  • Heráldica: José Bènard Guedes
  • Tiragem:
  • 1.000.000 exemplares em folhas de 5x10
  • 85.000 carteiras ilustradas com quatro selos
  • Impressão: INCM – Imprensa Nacional-Casa da Moeda
  • Obliterações de 1.º dia: Lisboa, Porto, Coimbra, Faro, Funchal, Ponta Delgada e Chaves
O Castelo de Chaves, com origens medievais, é um dos mais emblemáticos do norte de Portugal.

Castelo de Vila Nova de Cerveira - Castelos e Brasões de Portugal

 


A emissão filatélica “Castelos e Brasões de Portugal – 8.º Grupo” foi colocada em circulação no âmbito de uma série dedicada ao património histórico e heráldico nacional. Esta emissão destacou-se por combinar a representação de castelos medievais com os brasões das respetivas cidades ou regiões, celebrando assim a identidade histórica e cultural de Portugal.

Destaques do Selo – Castelo de Vila Nova de Cerveira

  • Data de emissão: 15 de março de 1988
  • Valor facial: 22$50
  • Ilustração: Representação artística do castelo medieval de planta oval, com torres quadrangulares e muralhas robustas, situado na margem do rio Minho
  • Brasão: Inclui o brasão de armas de Vila Nova de Cerveira, reforçando a identidade histórica da vila
  • Design: José Luís Tinoco (castelo) e José Bènard Guedes (heráldica)
  • Impressão: INCM – Imprensa Nacional-Casa da Moeda

O Castelo de Vila Nova de Cerveira, mandado construir por D. Dinis em 1321, é um símbolo da defesa da fronteira norte de Portugal. A sua representação no selo destaca a importância estratégica e histórica da fortificação, que ainda hoje domina o centro histórico da vila.

Este selo tornou-se uma peça valorizada entre colecionadores, não só pela sua beleza gráfica, mas também pelo seu valor cultural e simbólico. A emissão contribuiu para a divulgação do património nacional através da filatelia, promovendo o conhecimento da história local e da arquitetura militar portuguesa.

Mostra de Maximafilia - 8.º Aniversário da Associação Portuguesa de Maximafilia - Casas Alentejanas Arquitetura Popular Portuguesa

 


Entre 1985 e 1989, os CTT – Correios de Portugal colocaram em circulação uma das mais emblemáticas séries filatélicas dedicadas ao património cultural português: a emissão “Arquitetura Popular Portuguesa”. Esta série destacou-se por retratar, com grande detalhe e sensibilidade artística, as diversas tipologias de habitação tradicional espalhadas pelas diferentes regiões do país.

Cada selo representa uma casa típica de uma região portuguesa, desde as casas de granito do Minho, passando pelas construções alentejanas caiadas de branco, até às habitações em pedra vulcânica dos Açores. Esta diversidade arquitetónica reflete a adaptação das comunidades locais ao clima, aos materiais disponíveis e às tradições culturais.

A emissão teve um forte impacto não só entre colecionadores, mas também como instrumento de valorização do património vernacular português. Através da filatelia, promoveu-se o conhecimento e a preservação de formas de habitar que fazem parte da identidade nacional.

Destaques do Selo das Casas Alentejanas (22$50)

  • Valor facial: 22$50 (vinte e dois escudos e cinquenta centavos)
  • Região representada: Alentejo
  • Características arquitetónicas retratadas:
  • Paredes caiadas de branco, com barras coloridas em azul ou ocre, típicas da estética alentejana.
  • Coberturas de telha de canudo, com baixa inclinação, adequadas ao clima quente e seco da região.
  • Chaminés altas e decoradas, símbolo de identidade local e funcionalidade.
  • Portas e janelas pequenas, que ajudam a manter o interior fresco durante os verões intensos.

Vultos da História e da Cultura: Câmara Pestana (1863 - 1899) - Cientistas Portugueses


Vultos da História e da Cultura: Câmara Pestana (1863 - 1899): A emissão filatélica “Cientistas Portugueses”, colocada em circulação a 1 de dezembro de 1966, foi uma homenagem dos CTT a oito figuras marcantes da ciência em Portugal. Esta série, numerada de 986 a 993, destacou personalidades que contribuíram significativamente para o avanço do conhecimento científico nacional e internacional.

Cada selo apresenta o retrato de um cientista, acompanhado do seu nome e área de atuação, com um design sóbrio e elegante, típico das emissões da época. A série foi emitida com carimbo de primeiro dia em Lisboa, e é hoje considerada uma das mais emblemáticas da filatelia portuguesa, tanto pelo valor histórico como pelo apelo visual.

quarta-feira, 25 de junho de 2025

80 anos do Clube Filatélico de Portugal - Rainha D. Maria II

 


O inteiro postal comemorativo dos 80 anos do Clube Filatélico de Portugal foi colocado em circulação pelos CTT a 31 de outubro de 2023, celebrando uma das mais antigas e prestigiadas associações filatélicas do país.

Este inteiro postal, classificado como Inteiro Postal da República, presta homenagem ao papel do Clube na promoção da filatelia nacional ao longo de oito décadas. A peça foi concebida com um design que reflete a identidade visual do clube e a sua ligação à história postal portuguesa.

Depois de muitas batalhas, foi a 8 de novembro de 1943 que, finalmente, se deu a publicação do Alvará nº 117 do Governo Civil de Lisboa, com a data de 27 de outubro de 1943. Assim, foi este dia que, naturalmente, foi considerado como o dia da fundação do Clube.

O pintor Pedro Guedes foi o responsável pelo logótipo do Clube Filatélico de Portugal e, de acordo com a página do Clube, depois de o desenhar, ainda assinou mais duas séries de selos em 1949 e 1951: Fundação da Dinastia de Avis, e 1.º Centenário do Nascimento de Guerra Junqueiro.

Para a elaboração deste postal máximo utilizou-se o selo alusivo aos 200 anos do nascimento de D. Maria II e obliteração da emissão dos Vultos da História e Cultura de 2024 para obtenção da concordância.

  1. O inteiro postal: neste caso, apresenta o retrato de D. Maria II, o que estabelece o tema principal da peça — a figura histórica da rainha.
  2. O selo comemorativo: é um selo da emissão de 2019 que assinala os 200 anos do nascimento de D. Maria II, reforçando o tema e acrescentando valor histórico e filatélico à peça.
  3. A obliteração (carimbo): pertence à emissão de 2024 intitulada “Vultos da História e Cultura”, que, apesar dessa série não ter qualquer selo alusivo a D. Maria II o tem do carimbo enquadra perfeitamente o tema principal da peça, completando assim a tríade temática.


A 25 de fevereiro de 2019, os CTT – Correios de Portugal lançaram uma emissão filatélica comemorativa dos 200 anos do nascimento de D. Maria II, uma das figuras mais marcantes da monarquia portuguesa. Esta emissão incluiu quatro selos e um bloco filatélico, com tiragens de 100.000 exemplares por selo e 45.000 exemplares do bloco, com valores faciais entre 0,53€ e 2,00€.

Os selos retratam momentos e locais emblemáticos da vida da rainha, como o seu batismo no Rio de Janeiro, a leitura da Carta Constitucional, o Palácio de S. Cristóvão, retratos oficiais e o Teatro Nacional D. Maria II. O bloco filatélico destaca a cidade natal da rainha, a coroa do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, e um retrato de D. Maria II.

A emissão foi acompanhada do livro “D. Maria II – Uma mulher entre a família e a política”, de Paulo Drumond Braga, que traça o percurso da rainha desde a infância no Brasil até à sua morte precoce aos 34 anos. A obra, bilingue e com design de Fernando Pendão, teve uma tiragem limitada de 4.000 exemplares numerados.

O selo de 0,86€ da emissão filatélica comemorativa dos 200 anos do nascimento de D. Maria II, lançada pelos CTT a 25 de fevereiro de 2019, destaca um momento marcante da vida política da rainha: a leitura da Carta Constitucional.

Este selo simboliza o papel de D. Maria II como figura central do liberalismo português, sublinhando o seu compromisso com os ideais constitucionais e a modernização do Estado. A imagem representa a jovem rainha num gesto solene, evocando a sua coragem e determinação num período de intensas convulsões políticas.

Com uma tiragem de 100.000 exemplares, este selo integra uma coleção de quatro selos e um bloco filatélico, todos com design do Atelier Pendão & Prior


200 anos do nascimento de D. Maria II


A 25 de fevereiro de 2019, os CTT – Correios de Portugal lançaram uma emissão filatélica comemorativa dos 200 anos do nascimento de D. Maria II, uma das figuras mais marcantes da monarquia portuguesa. Esta emissão incluiu quatro selos e um bloco filatélico, com tiragens de 100.000 exemplares por selo e 45.000 exemplares do bloco, com valores faciais entre 0,53€ e 2,00€.

Os selos retratam momentos e locais emblemáticos da vida da rainha, como o seu batismo no Rio de Janeiro, a leitura da Carta Constitucional, o Palácio de S. Cristóvão, retratos oficiais e o Teatro Nacional D. Maria II. O bloco filatélico destaca a cidade natal da rainha, a coroa do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, e um retrato de D. Maria II.

A emissão foi acompanhada do livro “D. Maria II – Uma mulher entre a família e a política”, de Paulo Drumond Braga, que traça o percurso da rainha desde a infância no Brasil até à sua morte precoce aos 34 anos. A obra, bilingue e com design de Fernando Pendão, teve uma tiragem limitada de 4.000 exemplares numerados.

O selo de 0,91€ da emissão filatélica comemorativa dos 200 anos do nascimento de D. Maria II, lançada pelos CTT a 25 de fevereiro de 2019, destaca-se por representar um dos momentos mais simbólicos da vida da rainha: a inauguração do Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa.

Este selo presta homenagem ao legado cultural da monarca, que deu nome a uma das mais emblemáticas instituições teatrais do país. A imagem retrata a fachada do teatro na época da sua inauguração, evocando o papel de D. Maria II como promotora das artes e da cultura durante o seu reinado.

Com uma tiragem de 100.000 exemplares, este selo integra uma coleção de quatro selos e um bloco filatélico, todos com design do Atelier Pendão & Prior


200 anos do nascimento de D. Maria II

 


A 25 de fevereiro de 2019, os CTT – Correios de Portugal lançaram uma emissão filatélica comemorativa dos 200 anos do nascimento de D. Maria II, uma das figuras mais marcantes da monarquia portuguesa. Esta emissão incluiu quatro selos e um bloco filatélico, com tiragens de 100.000 exemplares por selo e 45.000 exemplares do bloco, com valores faciais entre 0,53€ e 2,00€.

Os selos retratam momentos e locais emblemáticos da vida da rainha, como o seu batismo no Rio de Janeiro, a leitura da Carta Constitucional, o Palácio de S. Cristóvão, retratos oficiais e o Teatro Nacional D. Maria II. O bloco filatélico destaca a cidade natal da rainha, a coroa do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, e um retrato de D. Maria II.

A emissão foi acompanhada do livro “D. Maria II – Uma mulher entre a família e a política”, de Paulo Drumond Braga, que traça o percurso da rainha desde a infância no Brasil até à sua morte precoce aos 34 anos. A obra, bilingue e com design de Fernando Pendão, teve uma tiragem limitada de 4.000 exemplares numerados.

O selo do bloco filatélico emitido pelos CTT a 25 de fevereiro de 2019, em homenagem aos 200 anos do nascimento de D. Maria II, é uma peça de destaque na coleção. Com um valor facial de 2,00€ e uma tiragem limitada de 45.000 exemplares, este selo apresenta uma composição rica em simbolismo histórico:

  • Uma imagem do Rio de Janeiro, cidade natal da rainha.
  • A Coroa do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, evocando a união das coroas sob D. João VI.
  • Um retrato de D. Maria II, que sublinha a sua importância como figura central do liberalismo português.

O bloco tem dimensões de 125 x 95 mm e foi desenhado pelo Atelier Pendão & Prior, integrando-se numa emissão que celebra a vida e o legado de uma das mais marcantes rainhas de Portugal

terça-feira, 24 de junho de 2025

Vultos da História e da Cultura: D. Maria II (1819 - 1853)



Vultos da História e da Cultura: D. Maria II (1819 - 1853): Maria da Glória Joana Carlota Leopoldina da Cruz Francisca Xavier de Paula Isidora Micaela Gabriela Rafaela Gonzaga de Bragança nasceu...

A emissão de selos comemorativa do 1.º Centenário do Selo Postal em Portugal foi lançada a 3 de outubro de 1953 pelos CTT – Correios e Telégrafos de Portugal, assinalando os cem anos da introdução do selo postal no país. Portugal foi um dos primeiros países do mundo a adotar este sistema inovador de pré-pagamento do serviço de correio, tendo emitido os seus primeiros selos em 1853, com a efígie da Rainha D. Maria II.

A série de 1953 celebrou este marco com uma coleção de selos que evocavam a história e a evolução do correio português ao longo de um século. Os selos apresentavam elementos gráficos inspirados nos primeiros exemplares, como molduras ornamentadas, tipografia clássica e referências à monarquia, refletindo o estilo da época oitocentista. Esta emissão teve não só um valor filatélico, mas também simbólico, ao homenagear o papel do selo como instrumento de comunicação, identidade nacional e modernização administrativa.

Além do seu valor estético e histórico, a emissão do centenário foi amplamente valorizada por colecionadores e estudiosos da filatelia, sendo considerada uma das mais importantes do século XX em Portugal. Representou também uma oportunidade para reforçar a ligação entre os CTT e o património cultural do país, promovendo a memória postal e a valorização do selo como objeto de arte e de história.

Mostra Filatélica Tomás Cabreira - Ano Internacional da Criança

 

Em 1979, Portugal juntou-se à celebração global do Ano Internacional da Criança, proclamado pela Organização das Nações Unidas (ONU) com o objetivo de chamar a atenção para os direitos, necessidades e bem-estar das crianças em todo o mundo. Como parte desta iniciativa, os Correios de Portugal lançaram uma emissão filatélica especial que se tornou um marco na história da filatelia nacional.

O selo de 5$50, em particular, destacou-se pela sua representação simbólica e cativante: crianças a brincar. Esta imagem simples, mas poderosa, capturava a essência da infância — a liberdade, a alegria e a importância do brincar como parte fundamental do desenvolvimento infantil. Com dimensões de 37 mm x 30,4 mm e picotado 12 x 12½, este selo teve uma tiragem de 1.000.000 de exemplares, tornando-se um dos mais emblemáticos da série.

A escolha do tema “crianças a brincar” para o selo de menor valor facial não foi aleatória. Representava a universalidade da infância e a necessidade de garantir a todas as crianças o direito ao lazer, à segurança e à felicidade. Através da arte filatélica, esta emissão procurou não só homenagear as crianças, mas também despertar consciências para os desafios que muitas enfrentavam — e ainda enfrentam — em todo o mundo.


Exposição Filatélica Leiria 1954 - Castelo de Leiria - Selo da autoridade de D. Dinis


O selo da autoridade de D. Dinis, também conhecido como o “selo do cavalinho”, é uma das emissões mais icónicas da filatelia portuguesa. Lançado em 1953 pelos CTT – Correios de Portugal, este selo faz parte da série ordinária que retrata o rei D. Dinis como cavaleiro medieval, simbolizando a autoridade régia e o espírito cavaleiresco da época.

Características do Selo

  • Ano de emissão: 1953
  • Design: Representa D. Dinis montado a cavalo, com armadura e estandarte, evocando a figura do rei como defensor do reino e promotor da cultura.
  • Valor simbólico: O selo celebra o papel de D. Dinis na consolidação do Estado português, na fundação da Universidade de Coimbra e na promoção da língua portuguesa.
  • Apelido popular: “Selo do cavalinho”, por causa da imagem marcante do cavaleiro medieval.

D. Dinis (1261–1325), conhecido como o Rei Poeta, foi uma figura central na história de Portugal. Além de guerreiro e administrador, destacou-se como patrono das artes e da educação. O selo procura capturar essa dualidade — o rei como figura de autoridade militar e símbolo cultural.

O rei D. Dinis e a cidade de Leiria estão profundamente ligados por vários elementos históricos, culturais e simbólicos. Aqui estão os principais pontos de conexão entre ambos:

1. Castelo de Leiria

  • D. Dinis mandou realizar importantes obras de reconstrução e ampliação no Castelo de Leiria, transformando-o numa residência real.
  • O castelo tornou-se um dos principais símbolos da cidade e um marco da presença régia na região.

2. Promoção da Cultura e da Língua Portuguesa

  • D. Dinis foi um grande promotor da língua portuguesa, tendo ordenado que fosse usada nos documentos oficiais.
  • Leiria, como cidade ligada à corte, beneficiou desse impulso cultural, sendo palco de atividades literárias e administrativas.

3. Fundação do Pinhal de Leiria

  • Uma das ações mais visionárias de D. Dinis foi a plantação do Pinhal de Leiria, com o objetivo de proteger os solos e fornecer madeira para a construção naval.
  • Este pinhal é ainda hoje um dos maiores legados ecológicos e económicos da região.

4. Presença Administrativa

  • Durante o reinado de D. Dinis, Leiria foi sede de cortes e decisões administrativas importantes.
  • A cidade ganhou relevância política e estratégica no reino.

5. Legado Cultural

  • D. Dinis, conhecido como o Rei Poeta, escreveu várias cantigas de amigo e de amor.
  • Leiria, com o seu ambiente cortesão e artístico, foi cenário provável de manifestações culturais ligadas à lírica trovadoresca.