quinta-feira, 10 de julho de 2025

Catedral de Faro - Rota das Catedrais (1.º grupo)


A emissão filatélica "Rota das Catedrais – 1.º Grupo", colocada em circulação a 18 de maio de 2012, celebra o património religioso e arquitetónico de Portugal, destacando algumas das mais notáveis catedrais do país. Esta série integra-se num projeto nacional de valorização da arte sacra, promovido em parceria com o Secretariado Nacional para os Bens Culturais da Igreja.

Síntese da emissão:

  • Título da emissão: Rota das Catedrais – 1.º Grupo
  • Data de circulação: 18 de maio de 2012
  • Design: Atelier Acácio Santos / Hélder Soares
  • Impressão: Offset
  • Impressor: Joh. Enschedé
  • Formato dos selos: 40 mm x 30,6 mm
  • Denteado: 13 e "Cruz de Cristo" nos lados verticais

Catedrais representadas:

  • Sé de Braga
  • Sé de Viseu
  • Sé de Santarém
  • Sé de Silves
  • Sé de Vila Real
  • Sé de Viana do Castelo
  • Sé do Porto
  • Sé de Lamego
  • Sé da Guarda
  • Sé de Faro

Design dos selos:

Cada selo apresenta uma imagem cuidadosamente selecionada que destaca a imponência, o detalhe arquitetónico e o contexto urbano de cada catedral. A composição gráfica valoriza a diversidade estilística — do românico ao barroco — e transmite a riqueza espiritual e cultural do património religioso português.

Destaque do Selo da Catedral de Faro

A Sé Catedral de Faro foi construída em 1251 sobre vestígios de um templo romano, uma igreja visigótica e uma mesquita. Após a reconquista cristã, tornou-se sede episcopal em 1577. Sofreu grandes danos em 1596, com o saque inglês, e no terramoto de 1755. Foi reconstruída com elementos góticos, maneiristas e barrocos.

Catedral do Funchal - Rota das Catedrais (2.º grupo)

 


A emissão filatélica "Rota das Catedrais – 2.º Grupo", colocada em circulação a 06 de junho de 2013, celebra o património religioso e arquitetónico de Portugal, destacando algumas das mais notáveis catedrais do país. Esta série integra-se num projeto nacional de valorização da arte sacra, promovido em parceria com o Secretariado Nacional para os Bens Culturais da Igreja.

Síntese da emissão:

  • Título da emissão: Rota das Catedrais – 2.º Grupo
  • Data de circulação: 06 de maio de 2013
  • Design: Atelier Design&etc
  • Impressão: Offset
  • Impressor: Cartor
  • Formato dos selos: 40 mm x 30,6 mm
  • Denteado: 12 ¼ x 12 ¼  e "Cruz de Cristo" nos lados inferior e superior

Catedrais representadas:

  • Sé de Aveiro
  • Sé de Castelo Branco
  • Sé de Coimbra - Sé Nova
  • Sé de Coimbra - Sé Velha
  • Sé de Leiria
  • Sé de Portalegre
  • Sé de Angra - Açores
  • Sé de Funchal - Madeira

Design dos selos:

Cada selo apresenta uma imagem cuidadosamente selecionada que destaca a imponência, o detalhe arquitetónico e o contexto urbano de cada catedral. A composição gráfica valoriza a diversidade estilística — do românico ao barroco — e transmite a riqueza espiritual e cultural do património religioso português.

Destaque do Selo da Catedral do Funchal

A Catedral do Funchal, iniciada em 1493 por ordem de D. Manuel I, é um dos mais antigos edifícios da Madeira. Foi consagrada em 1517 e tornou-se sede da Diocese do Funchal em 1514, abrangendo todas as terras descobertas por Portugal. De estilo gótico manuelino, destaca-se pelo cadeiral da capela-mor e pela cruz processional oferecida por D. Manuel I 

terça-feira, 8 de julho de 2025

Catedral de Lisboa - Rota das Catedrais (3.º grupo)

 


A emissão filatélica "Rota das Catedrais – 3.º Grupo", colocada em circulação a 18 de agosto de 2014, celebra o património religioso e arquitetónico de Portugal, destacando algumas das mais notáveis catedrais do país. Esta série integra-se num projeto nacional de valorização da arte sacra, promovido em parceria com o Secretariado Nacional para os Bens Culturais da Igreja.

Síntese da emissão:

  • Título da emissão: Rota das Catedrais – 3.º Grupo
  • Data de circulação: 18 de agosto de 2014
  • Design: Atelier Design&etc
  • Impressão: Offset
  • Impressor: Cartor
  • Formato dos selos: 40 mm x 30,6 mm
  • Denteado: 12 ¼ x 12 ¼  e "Cruz de Cristo" nos lados inferior e superior

Catedrais representadas:

  • Sé de Bragança - antiga
  • Sé de Bragança - nova
  • Sé de Beja
  • Sé de Elvas
  • Sé de Évora
  • Sé de Lisboa
  • Sé de Miranda do Douro
  • Sé de Setúbal

Design dos selos:

Cada selo apresenta uma imagem cuidadosamente selecionada que destaca a imponência, o detalhe arquitetónico e o contexto urbano de cada catedral. A composição gráfica valoriza a diversidade estilística — do românico ao barroco — e transmite a riqueza espiritual e cultural do património religioso português.

Destaque do Selo da Catedral de Lisboa

A Catedral de Lisboa, ou Sé de Santa Maria Maior, foi iniciada em 1147, após a conquista da cidade por D. Afonso Henriques. É a igreja mais antiga de Lisboa e combina estilos românico, gótico, barroco e neomanuelino. Sobreviveu a vários sismos, incluindo o de 1755. Destacam-se o claustro gótico, a rosácea e o Tesouro-Museu, com arte sacra e relíquias. É sede do Patriarcado e Monumento Nacional desde 1910.

Catedral de Portalegre - Rota das Catedrais (2.º grupo)

 


A emissão filatélica "Rota das Catedrais – 2.º Grupo", colocada em circulação a 06 de junho de 2013, celebra o património religioso e arquitetónico de Portugal, destacando algumas das mais notáveis catedrais do país. Esta série integra-se num projeto nacional de valorização da arte sacra, promovido em parceria com o Secretariado Nacional para os Bens Culturais da Igreja.

Síntese da emissão:

  • Título da emissão: Rota das Catedrais – 2.º Grupo
  • Data de circulação: 06 de maio de 2013
  • Design: Atelier Design&etc
  • Impressão: Offset
  • Impressor: Cartor
  • Formato dos selos: 40 mm x 30,6 mm
  • Denteado: 12 ¼ x 12 ¼  e "Cruz de Cristo" nos lados inferior e superior

Catedrais representadas:

  • Sé de Aveiro
  • Sé de Castelo Branco
  • Sé de Coimbra - Sé Nova
  • Sé de Coimbra - Sé Velha
  • Sé de Leiria
  • Sé de Portalegre
  • Sé de Angra - Açores
  • Sé de Funchal - Madeira

Design dos selos:

Cada selo apresenta uma imagem cuidadosamente selecionada que destaca a imponência, o detalhe arquitetónico e o contexto urbano de cada catedral. A composição gráfica valoriza a diversidade estilística — do românico ao barroco — e transmite a riqueza espiritual e cultural do património religioso português.

Destaque do Selo da Catedral de Portalegre

A Catedral de Portalegre, dedicada a Nossa Senhora da Assunção, começou a ser construída em 1556, por ordem do bispo D. Julião de Alva, e foi concluída em 1575. De estilo renascentista maneirista, destaca-se pelos retábulos com 96 pinturas dos séculos XVI e XVII, claustro barroco e abóbadas decoradas com motivos grotescos. É Monumento Nacional desde 1910 e um dos mais ricos templos do interior português

Catedral de Santarém - Rota das Catedrais (1.º grupo)

 


A emissão filatélica "Rota das Catedrais – 1.º Grupo", colocada em circulação a 18 de maio de 2012, celebra o património religioso e arquitetónico de Portugal, destacando algumas das mais notáveis catedrais do país. Esta série integra-se num projeto nacional de valorização da arte sacra, promovido em parceria com o Secretariado Nacional para os Bens Culturais da Igreja.

Síntese da emissão:

  • Título da emissão: Rota das Catedrais – 1.º Grupo
  • Data de circulação: 18 de maio de 2012
  • Design: Atelier Acácio Santos / Hélder Soares
  • Impressão: Offset
  • Impressor: Joh. Enschedé
  • Formato dos selos: 40 mm x 30,6 mm
  • Denteado: 13 e "Cruz de Cristo" nos lados verticais

Catedrais representadas:

  • Sé de Braga
  • Sé de Viseu
  • Sé de Santarém
  • Sé de Silves
  • Sé de Vila Real
  • Sé de Viana do Castelo
  • Sé do Porto
  • Sé de Lamego
  • Sé da Guarda
  • Sé de Faro

Design dos selos:

Cada selo apresenta uma imagem cuidadosamente selecionada que destaca a imponência, o detalhe arquitetónico e o contexto urbano de cada catedral. A composição gráfica valoriza a diversidade estilística — do românico ao barroco — e transmite a riqueza espiritual e cultural do património religioso português.

Destaque do Selo da Catedral de Santarém

A Catedral de Santarém, dedicada a Nossa Senhora da Conceição, foi originalmente construída no século XVII como igreja do Colégio Jesuíta. Após a extinção da Companhia de Jesus, foi elevada a catedral em 1975. De estilo maneirista e barroco, destaca-se pela fachada sóbria e interior ricamente decorado com talha dourada, azulejos e pinturas. É um dos principais templos religiosos da região ribatejana.


Catedral da Guarda - Rota das Catedrais (1.º grupo)


A emissão filatélica "Rota das Catedrais – 1.º Grupo", colocada em circulação a 18 de maio de 2012, celebra o património religioso e arquitetónico de Portugal, destacando algumas das mais notáveis catedrais do país. Esta série integra-se num projeto nacional de valorização da arte sacra, promovido em parceria com o Secretariado Nacional para os Bens Culturais da Igreja.

Síntese da emissão:

  • Título da emissão: Rota das Catedrais – 1.º Grupo
  • Data de circulação: 18 de maio de 2012
  • Design: Atelier Acácio Santos / Hélder Soares
  • Impressão: Offset
  • Impressor: Joh. Enschedé
  • Formato dos selos: 40 mm x 30,6 mm
  • Denteado: 13 e "Cruz de Cristo" nos lados verticais

Catedrais representadas:

  • Sé de Braga
  • Sé de Viseu
  • Sé de Santarém
  • Sé de Silves
  • Sé de Vila Real
  • Sé de Viana do Castelo
  • Sé do Porto
  • Sé de Lamego
  • Sé da Guarda
  • Sé de Faro

Design dos selos:

Cada selo apresenta uma imagem cuidadosamente selecionada que destaca a imponência, o detalhe arquitetónico e o contexto urbano de cada catedral. A composição gráfica valoriza a diversidade estilística — do românico ao barroco — e transmite a riqueza espiritual e cultural do património religioso português.

Destaque do Selo da Catedral de Viseu

A Catedral da Guarda começou a ser construída em 1390, no reinado de D. João I, e foi concluída por volta de 1540. Combina os estilos gótico e manuelino, com influências do Mosteiro da Batalha. Destacam-se as colunas torsas, o portal manuelino e a abóbada nervurada. É um dos mais notáveis templos portugueses do final da Idade Média e está classificada como Monumento Nacional desde 1907.

Catedral da Guarda - Rota das Catedrais (1.º grupo)

 

A emissão filatélica "Rota das Catedrais – 1.º Grupo", colocada em circulação a 18 de maio de 2012, celebra o património religioso e arquitetónico de Portugal, destacando algumas das mais notáveis catedrais do país. Esta série integra-se num projeto nacional de valorização da arte sacra, promovido em parceria com o Secretariado Nacional para os Bens Culturais da Igreja.

Síntese da emissão:

  • Título da emissão: Rota das Catedrais – 1.º Grupo
  • Data de circulação: 18 de maio de 2012
  • Design: Atelier Acácio Santos / Hélder Soares
  • Impressão: Offset
  • Impressor: Joh. Enschedé
  • Formato dos selos: 40 mm x 30,6 mm
  • Denteado: 13 e "Cruz de Cristo" nos lados verticais

Catedrais representadas:

  • Sé de Braga
  • Sé de Viseu
  • Sé de Santarém
  • Sé de Silves
  • Sé de Vila Real
  • Sé de Viana do Castelo
  • Sé do Porto
  • Sé de Lamego
  • Sé da Guarda
  • Sé de Faro

Design dos selos:

Cada selo apresenta uma imagem cuidadosamente selecionada que destaca a imponência, o detalhe arquitetónico e o contexto urbano de cada catedral. A composição gráfica valoriza a diversidade estilística — do românico ao barroco — e transmite a riqueza espiritual e cultural do património religioso português.

Destaque do Selo da Catedral de Viseu

A Catedral da Guarda começou a ser construída em 1390, no reinado de D. João I, e foi concluída por volta de 1540. Combina os estilos gótico e manuelino, com influências do Mosteiro da Batalha. Destacam-se as colunas torsas, o portal manuelino e a abóbada nervurada. É um dos mais notáveis templos portugueses do final da Idade Média e está classificada como Monumento Nacional desde 1907.

Catedral de Viseu - Rota das Catedrais (1.º grupo)


A emissão filatélica "Rota das Catedrais – 1.º Grupo", colocada em circulação a 18 de maio de 2012, celebra o património religioso e arquitetónico de Portugal, destacando algumas das mais notáveis catedrais do país. Esta série integra-se num projeto nacional de valorização da arte sacra, promovido em parceria com o Secretariado Nacional para os Bens Culturais da Igreja.

Síntese da emissão:

  • Título da emissão: Rota das Catedrais – 1.º Grupo
  • Data de circulação: 18 de maio de 2012
  • Design: Atelier Acácio Santos / Hélder Soares
  • Impressão: Offset
  • Impressor: Joh. Enschedé
  • Formato dos selos: 40 mm x 30,6 mm
  • Denteado: 13 e "Cruz de Cristo" nos lados verticais

Catedrais representadas:

  • Sé de Braga
  • Sé de Viseu
  • Sé de Santarém
  • Sé de Silves
  • Sé de Vila Real
  • Sé de Viana do Castelo
  • Sé do Porto
  • Sé de Lamego
  • Sé da Guarda
  • Sé de Faro

Design dos selos:

Cada selo apresenta uma imagem cuidadosamente selecionada que destaca a imponência, o detalhe arquitetónico e o contexto urbano de cada catedral. A composição gráfica valoriza a diversidade estilística — do românico ao barroco — e transmite a riqueza espiritual e cultural do património religioso português.

Destaque do Selo da Catedral de Viseu

A Catedral de Viseu, dedicada a Santa Maria, começou a ser construída no século XII, com traços românicos. Ao longo dos séculos, foi enriquecida com elementos góticos, manuelinos, renascentistas e barrocos. Destacam-se o claustro renascentista, a abóbada de nós e a fachada maneirista. É um dos mais importantes monumentos religiosos do país e está classificada como Monumento Nacional desde 1910

Catedral de Lamego - Rota das Catedrais (1.º grupo)

A emissão filatélica "Rota das Catedrais – 1.º Grupo", colocada em circulação a 18 de maio de 2012, celebra o património religioso e arquitetónico de Portugal, destacando algumas das mais notáveis catedrais do país. Esta série integra-se num projeto nacional de valorização da arte sacra, promovido em parceria com o Secretariado Nacional para os Bens Culturais da Igreja.

Síntese da emissão:

  • Título da emissão: Rota das Catedrais – 1.º Grupo
  • Data de circulação: 18 de maio de 2012
  • Design: Atelier Acácio Santos / Hélder Soares
  • Impressão: Offset
  • Impressor: Joh. Enschedé
  • Formato dos selos: 40 mm x 30,6 mm
  • Denteado: 13 e "Cruz de Cristo" nos lados verticais

Catedrais representadas:

  • Sé de Braga
  • Sé de Viseu
  • Sé de Santarém
  • Sé de Silves
  • Sé de Vila Real
  • Sé de Viana do Castelo
  • Sé do Porto
  • Sé de Lamego
  • Sé da Guarda
  • Sé de Faro

Design dos selos:

Cada selo apresenta uma imagem cuidadosamente selecionada que destaca a imponência, o detalhe arquitetónico e o contexto urbano de cada catedral. A composição gráfica valoriza a diversidade estilística — do românico ao barroco — e transmite a riqueza espiritual e cultural do património religioso português.

Destaque do Selo Catedral de Lamego

A Catedral de Lamego, dedicada a Nossa Senhora da Assunção, foi fundada em 1129 sobre uma antiga capela. De estilo gótico, conserva a torre original, mas sofreu várias remodelações nos séculos XVI e XVIII. Destaca-se o claustro renascentista e a capela-mor barroca. É um dos mais importantes monumentos religiosos do país e símbolo da cidade, classificado como Monumento Nacional desde 1910.

Chafariz dos Almocreves - 75 anos de Turismo

 


A emissão filatélica "75 Anos do Turismo", colocada em circulação a 10 de fevereiro de 1987, assinalou o papel fundamental do turismo no desenvolvimento económico, cultural e social de Portugal. Esta emissão celebrou a criação da primeira estrutura oficial de promoção turística no país, em 1911, e destacou a evolução do setor ao longo de sete décadas.

Síntese da emissão:

  • Título da emissão: 75 Anos do Turismo
  • Data de circulação: 10 de fevereiro de 1987
  • Design: Carlos Rocha
  • Impressão: Imprensa Nacional-Casa da Moeda
  • Técnica de impressão: Offset
  • Formato dos selos: Tradicional retangular
  • Temática: Turismo, património, identidade nacional

O Chafariz dos Almocreves, também conhecido como Fonte da Pedra, foi construído em 1827 e é um dos mais imponentes de Arraiolos. De estilo romântico com elementos barrocos, apresenta um corpo central com três arcos, duas bicas e um escudo real no topo. Na parte traseira, um lavadouro octogonal coberto servia a população local. Situado à entrada da vila, era ponto de paragem para almocreves e animais de carga


Fonte da Praça do Giraldo, Évora - Chafarizes de Portugal

 


A emissão filatélica "Chafarizes de Portugal", lançada em 1 de outubro de 2003, celebrou os mais belos e emblemáticos chafarizes do país, destacando a sua importância histórica, artística e funcional. Entre os exemplares destacados está a Fonte da Praça do Giraldo, em Évora, uma peça central do espaço urbano eborense.

Destaques do selo da Fonte da Praça do Giraldo:

  • Valor facial: €0,43
  • Localização: Praça do Giraldo, Évora
  • Data de emissão: 1 de outubro de 2003
  • Design: Sofia Martins
  • Fotografia: Jorge Barros

Sobre a fonte:

A fonte foi construída em 1571-1573, após a demolição de estruturas anteriores, como um arco romano, para abrir espaço à nova organização da praça. De estilo barroco, é feita em mármore branco e possui oito bicas, cada uma representando uma das ruas que desembocam na praça. No topo, uma coroa real foi colocada por ordem de Filipe III de Espanha, em 1619, como símbolo de nobreza e centralidade urbana 1.

Design do selo:

A imagem do selo destaca a simetria da fonte e a sua integração no coração da cidade. A fotografia valoriza o mármore claro sob a luz alentejana, com foco na coroa e nas bicas, transmitindo a importância simbólica e funcional da água no espaço público.

segunda-feira, 7 de julho de 2025

Fonte da Senhora da Saúde, São Marcos de Tavira - Chafarizes de Portugal

 

A emissão filatélica "Chafarizes de Portugal", lançada em 1 de outubro de 2003, homenageou os mais belos e emblemáticos chafarizes do país, destacando a sua importância histórica, artística e funcional no espaço urbano português. Entre os exemplares destacados está a Fonte da Senhora da Saúde, em São Marcos de Tavira, uma peça de valor artístico e simbólico ligada à ermida homónima.

Destaques do selo da Fonte da Senhora da Saúde:
  • Valor facial: €0,43
  • Localização: São Marcos, Tavira
  • Data de emissão: 1 de outubro de 2003
  • Design: Sofia Martins
  • Fotografia: Jorge Barros
Sobre a fonte:
A fonte, de estilo barroco, integra-se no conjunto da Ermida de Nossa Senhora da Saúde, datada do século XVI. Apresenta uma bica única inserida num alçado retangular que se estreita no topo, culminando numa concha vertical suportada por figuras míticas. Esta composição escultórica revela a influência decorativa da época e a ligação simbólica à água como elemento de purificação e devoção 1.

Design do selo:
A imagem do selo destaca a verticalidade e o detalhe escultórico da fonte, com ênfase na concha e nas figuras mitológicas. A fotografia valoriza o contraste entre a pedra trabalhada e o fundo branco da ermida, transmitindo a serenidade e espiritualidade do local.


Fonte da Vila Castelo de Vide - Chafarizes de Portugal


A emissão filatélica "Chafarizes de Portugal", lançada em 1 de outubro de 2003, celebrou os mais notáveis chafarizes do país, destacando o seu valor histórico, artístico e funcional. Entre os exemplares mais emblemáticos está a Fonte da Vila, em Castelo de Vide, símbolo da ligação entre o património hidráulico e a herança judaica portuguesa.

Destaques do selo da Fonte da Vila:

  • Valor facial: €0,43
  • Localização: Largo Dr. Frederico Laranjo, Castelo de Vide
  • Data de emissão: 1 de outubro de 2003
  • Design: Sofia Martins
  • Fotografia: Jorge Barros

Sobre a fonte:

Construída no século XVI, durante o reinado de D. João III, a Fonte da Vila localiza-se no coração da antiga judiaria de Castelo de Vide. É composta por um tanque retangular com colunas de mármore que sustentam uma cobertura piramidal. Ao centro, um corpo discóide com quatro bicas e decoração heráldica — incluindo as armas de Portugal e do concelho — rematado por uma pinha em forma de flor. Ao lado, um tanque adicional servia os animais de carga.

Design do selo:

A imagem do selo capta a simetria e elegância da fonte, com destaque para os seus elementos escultóricos e o enquadramento urbano. A fotografia valoriza a textura da pedra e a harmonia do conjunto, evocando a importância da água como elemento vital e social.

Pelourinho de Tabuleiro / Vila de Rua - Pelourinhos de Portugal

 

A emissão filatélica “Pelourinhos de Portugal”, lançada pelos CTT – Correios de Portugal a 19 de setembro de 2001, presta tributo a um dos mais emblemáticos símbolos da história administrativa e judicial portuguesa: o pelourinho. Estes monumentos, erguidos em pedra nas praças centrais das vilas e cidades, representavam a autonomia municipal e a autoridade conferida pelo rei. Os selos dedicados aos pelourinhos, tiveram valor facial de 53$00 (0,26€) e uma tiragem de 200.000 exemplares. Foram desenhados por Luiz Duran e impressos pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda (INCM), integrando uma coleção que valoriza o património arquitetónico e cultural do país.

O Pelourinho da Vila da Rua, em Moimenta da Beira, foi construído no século XVI, após o foral manuelino de 1512. De estilo manuelino, assenta sobre soco octogonal com seis degraus e possui fuste prismático encimado por capitel decorado com cabeças coroadas e rosetas. O remate em tabuleiro exibe cinco pináculos, simbolizando a justiça régia. É Monumento Nacional desde 1915.

Pelourinho de Linhares da Beira - Pelourinhos de Portugal

 


A emissão filatélica “Pelourinhos de Portugal”, lançada pelos CTT – Correios de Portugal a 19 de setembro de 2001, presta tributo a um dos mais emblemáticos símbolos da história administrativa e judicial portuguesa: o pelourinho. Estes monumentos, erguidos em pedra nas praças centrais das vilas e cidades, representavam a autonomia municipal e a autoridade conferida pelo rei. Os selos dedicados aos pelourinhos, tiveram valor facial de 53$00 (0,26€) e uma tiragem de 200.000 exemplares. Foram desenhados por Luiz Duran e impressos pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda (INCM), integrando uma coleção que valoriza o património arquitetónico e cultural do país.
O Pelourinho de Linhares da Beira foi construído no início do século XVI, após o foral manuelino concedido em 1510. Ergue-se num largo central da vila, junto aos antigos Paços do Concelho. Apresenta um fuste prismático sobre soco octogonal e é encimado por uma esfera armilar com cruz em ferro. Símbolo da autonomia municipal, é um dos mais emblemáticos exemplares do estilo manuelino na Beira Interior

Chafariz de São João, localizado em Mouçós, Vila Real - Chafarizes de Portugal

A emissão filatélica "Chafarizes de Portugal", lançada em 1 de outubro de 2003, foi uma homenagem aos mais belos e emblemáticos chafarizes do país, destacando a importância histórica, artística e funcional destas estruturas no espaço urbano português.

Síntese da emissão:

  • Título da emissão: Chafarizes de Portugal
  • Data de circulação: 1 de outubro de 2003
  • Design: Sofia Martins
  • Fotografia: Jorge Barros
  • Impressão: Litografia Maia
  • Formato dos selos: 40 mm x 30,6 mm
  • Denteado: 12 x 12 ½

O Chafariz de São João, localizado em Mouçós, Vila Real, é uma estrutura hidráulica de grande valor histórico e patrimonial, destacada na emissão filatélica "Chafarizes de Portugal" de 2003.

Destaques do Chafariz de São João:

  • Localização: União das freguesias de Mouçós e Lamares, Vila Real
  • Estilo: Arquitetura infraestrutural setecentista
  • Características principais:
  • Espaldar em cantaria com tanque retangular
  • Duas bicas em forma de carranca, elemento decorativo tradicional que remete à simbologia protetora
  • Enquadrado por um cruzeiro e elementos religiosos, reforçando a ligação entre abastecimento de água e espaços de devoção popular 1

Este chafariz é um exemplo da funcionalidade e estética das fontes públicas portuguesas do século XVIII, que serviam simultaneamente como ponto de abastecimento, encontro comunitário e expressão artística.

Fonte da Virtudes - Chafarizes de Portugal


A emissão filatélica "Chafarizes de Portugal", lançada em 1 de outubro de 2003, foi uma homenagem aos mais belos e emblemáticos chafarizes do país, destacando a importância histórica, artística e funcional destas estruturas no espaço urbano português.

Síntese da emissão:

  • Título da emissão: Chafarizes de Portugal
  • Data de circulação: 1 de outubro de 2003
  • Autoria:
  • Design: Sofia Martins
  • Fotografia: Jorge Barros
  • Impressão: Litografia Maia
  • Formato dos selos: 40 mm x 30,6 mm
  • Denteado: 12 x 12 ½

O selo dedicado à Fonte das Virtudes, no Porto, faz parte da emissão filatélica "Chafarizes de Portugal" de 2003 e destaca uma das fontes mais elegantes e históricas da cidade.

Destaques do selo da Fonte das Virtudes:

  • Valor facial: €0,43
  • Localização: Rua das Virtudes, Porto
  • Data de emissão: 1 de outubro de 2003
  • Design: Sofia Martins
  • Fotografia: Jorge Barros

Sobre a fonte:

  • A Fonte das Virtudes é uma estrutura barroca do século XVII;
  • Artisticamente, trata-se de uma fonte barroca, organizada em três panos sobre uma mesma parede fundeira. O pano central é o mais decorado, delimitado por duas pilastras e entablamento sugerido e com uma inscrição emoldurada ao centro, de mármore, onde se inscreveu a data de edificação do conjunto. Por cima, dois castelos representando as armas da cidade ladeiam um nicho hoje vazio, mas que se pensa ter sido concebido para abrigar uma imagem de Nossa Senhora das Virtudes. A coroar o chafariz um frontão circular, levemente abatido, cortado ao meio para realçar o escudo com as armas reais, uma composição posterior, de feição já neoclássica, e que atenua levemente a rigidez horizontal com que terminava originalmente o chafariz.

Design do selo:

  • A imagem do selo capta a verticalidade e a elegância da fonte, com destaque para os seus elementos ornamentais e a integração na encosta arborizada.
  • A fotografia valoriza a textura da pedra e o jogo de luz e sombra, transmitindo a serenidade do local.

Rua Nova de Lamego - As Judiarias de Portugal

 


Em 5 de julho de 2010, os CTT lançaram uma emissão filatélica dedicada às judiarias de Portugal, homenageando a herança judaica no país. Com design da Folk Design, os selos foram impressos em offset pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda, destacando-se pela qualidade gráfica e simbologia histórica. Esta emissão celebra a memória das comunidades judaicas que, durante séculos, contribuíram para o desenvolvimento cultural, científico e económico de Portugal. Os selos retratam elementos arquitetónicos e culturais das judiarias de cidades como Tomar, Castelo de Vide e Lamego, onde ainda hoje se preservam vestígios da presença judaica. A iniciativa visa promover o reconhecimento da diversidade religiosa e cultural, reforçando a importância da tolerância e do diálogo intercultural. Esta coleção é um tributo visual à história viva das judiarias portuguesas.

A Porta da Rua Nova, em Lamego, remonta ao século XV e marcava o acesso à judiaria nova da cidade. Esta zona, habitada por judeus desde o século XIV, era encerrada à noite por ordem de D. Duarte. Na Rua Nova, ainda se observa um portal ogival granítico, possível vestígio da antiga sinagoga. A porta simboliza a presença judaica e a organização urbana das comunidades hebraicas em Portugal medieval.

domingo, 6 de julho de 2025

Pelourinho do Azinhoso - Pelourinhos de Portugal

 


A emissão filatélica “Pelourinhos de Portugal”, lançada pelos CTT – Correios de Portugal a 19 de setembro de 2001, presta tributo a um dos mais emblemáticos símbolos da história administrativa e judicial portuguesa: o pelourinho. Estes monumentos, erguidos em pedra nas praças centrais das vilas e cidades, representavam a autonomia municipal e a autoridade conferida pelo rei. Os selos dedicados aos pelourinhos, tiveram valor facial de 53$00 (0,26€) e uma tiragem de 200.000 exemplares. Foram desenhados por Luiz Duran e impressos pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda (INCM), integrando uma coleção que valoriza o património arquitetónico e cultural do país.

O Pelourinho de Azinhoso, situado em Mogadouro, foi provavelmente construído no século XVII, após o foral manuelino de 1520 concedido por D. Manuel I. De estilo brigantino, ergue-se sobre três degraus quadrangulares, com base e fuste cilíndricos. O capitel apresenta uma cruz de braços iguais e o remate é em pinha piramidal com decoração de esferas e cordões. Símbolo da autonomia judicial da vila, está classificado como Imóvel de Interesse Público desde 1933.

Pelourinho de Frechas - Pelourinhos de Portugal

A emissão filatélica “Pelourinhos de Portugal”, lançada pelos CTT – Correios de Portugal a 19 de setembro de 2001, presta tributo a um dos mais emblemáticos símbolos da história administrativa e judicial portuguesa: o pelourinho. Estes monumentos, erguidos em pedra nas praças centrais das vilas e cidades, representavam a autonomia municipal e a autoridade conferida pelo rei. Os selos dedicados aos pelourinhos, tiveram valor facial de 53$00 (0,26€) e uma tiragem de 200.000 exemplares. Foram desenhados por Luiz Duran e impressos pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda (INCM), integrando uma coleção que valoriza o património arquitetónico e cultural do país.

O Pelourinho de Frechas, situado na freguesia de Frechas, Mirandela, foi construído no século XVI, após a concessão do foral manuelino em 1513 por D. Manuel I. De estilo manuelino, ergue-se sobre cinco degraus quadrangulares e possui uma coluna octogonal em granito, ricamente decorada com elementos heráldicos e figuras antropomórficas. É símbolo da antiga autonomia judicial da vila e está classificado como Imóvel de Interesse Público desde 1933.

Pelourinho de Sernancelhe - Pelourinhos de Portugal


A emissão filatélica “Pelourinhos de Portugal”, lançada pelos CTT – Correios de Portugal a 19 de setembro de 2001, presta tributo a um dos mais emblemáticos símbolos da história administrativa e judicial portuguesa: o pelourinho. Estes monumentos, erguidos em pedra nas praças centrais das vilas e cidades, representavam a autonomia municipal e a autoridade conferida pelo rei. Os selos dedicados aos pelourinhos, tiveram valor facial de 53$00 (0,26€) e uma tiragem de 200.000 exemplares. Foram desenhados por Luiz Duran e impressos pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda (INCM), integrando uma coleção que valoriza o património arquitetónico e cultural do país.

O Pelourinho de Sernancelhe foi erguido em 1554, após a concessão do foral manuelino em 1514 por D. Manuel I. De estilo manuelino, apresenta uma estrutura em granito com base octogonal de quatro degraus, fuste também octogonal e remate em forma de gaiola com colunelos e pináculo. Localiza-se na Praça da República, frente à antiga cadeia. É símbolo da autonomia judicial da vila e está classificado como Imóvel de Interesse Público desde 1933.

Pelourinho do Soajo - Pelourinhos de Portugal

 


A emissão filatélica “Pelourinhos de Portugal”, lançada pelos CTT – Correios de Portugal a 19 de setembro de 2001, presta tributo a um dos mais emblemáticos símbolos da história administrativa e judicial portuguesa: o pelourinho. Estes monumentos, erguidos em pedra nas praças centrais das vilas e cidades, representavam a autonomia municipal e a autoridade conferida pelo rei. Os selos dedicados aos pelourinhos, tiveram valor facial de 53$00 (0,26€) e uma tiragem de 200.000 exemplares. Foram desenhados por Luiz Duran e impressos pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda (INCM), integrando uma coleção que valoriza o património arquitetónico e cultural do país.

O Pelourinho de Soajo, situado no Largo do Eiró, foi provavelmente construído após o foral concedido por D. Manuel I em 1514, embora a data exata seja incerta. Supõe-se que seja do século XVII. De estilo simples, ergue-se sobre três degraus com uma coluna ovalada, encimada por uma carranca sorridente e um topo triangular. Classificado como Monumento Nacional desde 1910, simboliza a autonomia e justiça municipal da antiga vila de Soajo.


Pelourinho de Arcos de Valdevez - Pelourinhos de Portugal

 


O selo dedicado ao Pelourinho de Arcos de Valdevez integra a emissão filatélica “Pelourinhos de Portugal”, lançada pelos CTT a 19 de setembro de 2001. Com valor facial de 53$00 (0,26€), presta homenagem a este monumento manuelino do século XVI, erguido após o foral de D. Manuel I em 1515. Obra do mestre João Lopes, o pelourinho destaca-se pela sua estrutura em gaiola circular, colunelos torsos e remate com esferas armilares, símbolo da autoridade régia e autonomia municipal.

Pousada dos Loios - Pousadas Históricas

 


A emissão filatélica "Pousadas Históricas de Portugal", lançada em circulação a 7 de novembro de 1994, foi uma homenagem às emblemáticas pousadas que preservam o património histórico e arquitetónico português. Esta série, autorizada pela Portaria n.º 1052/94, foi composta por quatro selos, cada um representando uma pousada distinta: o Forte de São Filipe em Setúbal (45$00), o Castelo de Óbidos (75$00), o Convento dos Lóios em Évora (100$00) e o Mosteiro de Santa Marinha em Guimarães (140$00).

Os selos foram desenhados por Carlos Leitão, impressos pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda, com dimensões de 40 mm x 30,6 mm e picotado 12 x 12½. Esta emissão destacou-se pela sua qualidade artística e pelo valor cultural, promovendo o turismo e a valorização do património nacional. Com tiragens que variaram entre 500.000 e 1.000.000 exemplares.

A Pousada dos Lóios, em Évora, ocupa o antigo Convento de São João Evangelista, fundado em 1485 por D. Rodrigo de Melo como panteão familiar. Construído sobre ruínas do castelo medieval, é um exemplo da arquitetura gótica-manuelina com influências árabes. Após o terramoto de 1755, sofreu danos e foi restaurado. Desde 1965 funciona como pousada, preservando o claustro, azulejos e a igreja original.

Forte de São Filipe - Pousada Históricas

 

A emissão filatélica "Pousadas Históricas de Portugal", lançada em circulação a 7 de novembro de 1994, foi uma homenagem às emblemáticas pousadas que preservam o património histórico e arquitetónico português. Esta série, autorizada pela Portaria n.º 1052/94, foi composta por quatro selos, cada um representando uma pousada distinta: o Forte de São Filipe em Setúbal (45$00), o Castelo de Óbidos (75$00), o Convento dos Lóios em Évora (100$00) e o Mosteiro de Santa Marinha em Guimarães (140$00).

Os selos foram desenhados por Carlos Leitão, impressos pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda, com dimensões de 40 mm x 30,6 mm e picotado 12 x 12½. Esta emissão destacou-se pela sua qualidade artística e pelo valor cultural, promovendo o turismo e a valorização do património nacional. Com tiragens que variaram entre 500.000 e 1.000.000 exemplares.

O Forte de São Filipe, em Setúbal, foi mandado construir por D. Filipe I em 1582, com projeto do engenheiro italiano Filippo Terzi. Erguido para proteger a cidade e a foz do rio Sado de ataques de piratas, destaca-se pela sua planta em estrela e localização estratégica sobre o mar. Concluído em 1600, inclui uma capela decorada com azulejos barrocos. É hoje um símbolo histórico e miradouro privilegiado sobre a baía.

Monsanto - Aldeias Históricas

 

A emissão filatélica "Aldeias Históricas de Portugal", colocada em circulação a 8 de julho de 2005 pelos CTT – Correios de Portugal, celebra o património arquitetónico, cultural e paisagístico de algumas das mais emblemáticas aldeias históricas do país. Esta emissão insere-se num esforço de valorização e promoção do interior de Portugal, destacando localidades com forte identidade histórica e relevância patrimonial.
Monsanto, aldeia histórica do concelho de Idanha-a-Nova, foi conquistada por D. Afonso Henriques em 1165 e doada à Ordem dos Templários, que ali ergueram o castelo. Com vestígios de ocupação desde o Neolítico, foi habitada por romanos, visigodos e mouros. Em 1938, recebeu o título de “Aldeia Mais Portuguesa de Portugal”. As suas casas entre penedos graníticos e lendas de resistência fazem de Monsanto um símbolo da identidade nacional

Piodão - Aldeias Históricas

 


A emissão filatélica "Aldeias Históricas de Portugal", colocada em circulação a 8 de julho de 2005 pelos CTT – Correios de Portugal, celebra o património arquitetónico, cultural e paisagístico de algumas das mais emblemáticas aldeias históricas do país. Esta emissão insere-se num esforço de valorização e promoção do interior de Portugal, destacando localidades com forte identidade histórica e relevância patrimonial.

O selo de €0,57 dedicado a Piódão integra uma emissão filatélica dos CTT que homenageia aldeias históricas e patrimónios rurais de Portugal. Este selo destaca a aldeia de Piódão, situada na Serra do Açor, no concelho de Arganil, e é conhecida pelo seu traçado pitoresco, com casas de xisto e telhados de lousa, perfeitamente integradas na encosta da serra.

Síntese do selo:

  • Valor facial: €0,30
  • Tema: Aldeia de Piódão
  • Motivo: Valorização do património arquitetónico e cultural das aldeias históricas portuguesas
  • Características visuais: Representa a paisagem típica da aldeia, com as suas casas em xisto, ruas estreitas e a envolvência natural da serra
  • Objetivo da emissão: Promover o turismo cultural e a preservação das tradições e da arquitetura rural portuguesa
Este selo é um tributo à autenticidade e beleza de Piódão, frequentemente apelidada de “aldeia presépio”, e reforça o papel da filatelia na valorização do património nacional. 

sexta-feira, 4 de julho de 2025

Mosteiro Santa Marinha Guimarães - Pousadas Históricas

 

A emissão filatélica "Pousadas Históricas de Portugal", lançada em circulação a 7 de novembro de 1994, foi uma homenagem às emblemáticas pousadas que preservam o património histórico e arquitetónico português. Esta série, autorizada pela Portaria n.º 1052/94, foi composta por quatro selos, cada um representando uma pousada distinta: o Forte de São Filipe em Setúbal (45$00), o Castelo de Óbidos (75$00), o Convento dos Lóios em Évora (100$00) e o Mosteiro de Santa Marinha em Guimarães (140$00).

Os selos foram desenhados por Carlos Leitão, impressos pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda, com dimensões de 40 mm x 30,6 mm e picotado 12 x 12½. Esta emissão destacou-se pela sua qualidade artística e pelo valor cultural, promovendo o turismo e a valorização do património nacional. Com tiragens que variaram entre 500.000 e 1.000.000 exemplares.

O Mosteiro de Santa Marinha da Costa, em Guimarães, foi fundado no século XII por Dona Mafalda, esposa de D. Afonso Henriques. Erguido sobre vestígios romanos e pré-românicos, foi entregue aos Cónegos Regrantes de Santo Agostinho e mais tarde, em 1528, à Ordem de São Jerónimo. No século XVI sofreu grandes obras, incluindo a construção do claustro e da nova capela-mor. Em 1951, após um incêndio, foi restaurado e transformado em pousada.



Castelo de Óbidos - Pousadas Históricas

 

A emissão filatélica "Pousadas Históricas de Portugal", lançada em circulação a 7 de novembro de 1994, foi uma homenagem às emblemáticas pousadas que preservam o património histórico e arquitetónico português. Esta série, autorizada pela Portaria n.º 1052/94, foi composta por quatro selos, cada um representando uma pousada distinta: o Forte de São Filipe em Setúbal (45$00), o Castelo de Óbidos (75$00), o Convento dos Lóios em Évora (100$00) e o Mosteiro de Santa Marinha em Guimarães (140$00).

Os selos foram desenhados por Carlos Leitão, impressos pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda, com dimensões de 40 mm x 30,6 mm e picotado 12 x 12½. Esta emissão destacou-se pela sua qualidade artística e pelo valor cultural, promovendo o turismo e a valorização do património nacional. Com tiragens que variaram entre 500.000 e 1.000.000 exemplares.

O Castelo de Óbidos é uma fortaleza medieval situada na vila de Óbidos, em Portugal. Construído no século XII sobre vestígios romanos e muçulmanos, destaca-se pela sua arquitetura militar gótica e muralhas bem preservadas. Foi classificado como Monumento Nacional em 1951. Hoje, integra a rede das Pousadas de Portugal, oferecendo uma experiência única de hospedagem histórica. 

Castelo Mendo - Aldeias Históricas de Portugal

A 8 de junho de 2005, os CTT lançaram uma emissão filatélica dedicada às Aldeias Históricas de Portugal, celebrando o património arquitetónico e cultural destas localidades. Com um total de 70 000 exemplares, esta emissão destacou-se pelo cuidado artístico e técnico. Os selos foram desenhados por Acácio Santos e Elisabete Fonseca, dois nomes reconhecidos no design filatélico nacional, e impressos em offset, técnica que garante elevada qualidade de reprodução e detalhe.

Castelo Mendo, aldeia histórica do concelho de Almeida, foi elevada a vila e sede de concelho em 1229, por foral de D. Sancho II. Com origens que remontam à Idade do Ferro, destaca-se pelo seu castelo e muralhas medievais do século XII. A povoação divide-se em dois núcleos: o burgo velho e o burgo novo, ambos com forte valor patrimonial. Hoje, é um testemunho vivo da história e da arquitetura militar portuguesa.

Almeida - Aldeias Históricas de Portugal

 


A 8 de junho de 2005, os CTT lançaram uma emissão filatélica dedicada às Aldeias Históricas de Portugal, celebrando o património arquitetónico e cultural destas localidades. Com um total de 70 000 exemplares, esta emissão destacou-se pelo cuidado artístico e técnico. Os selos foram desenhados por Acácio Santos e Elisabete Fonseca, dois nomes reconhecidos no design filatélico nacional, e impressos em offset, técnica que garante elevada qualidade de reprodução e detalhe.

Cada selo retrata uma aldeia histórica, captando a essência das suas paisagens, construções em pedra e tradições seculares. Esta coleção não só promove o turismo cultural, como também valoriza a identidade portuguesa, preservando a memória de locais como Monsanto, Sortelha ou Castelo Rodrigo. A emissão tornou-se um objeto de interesse para colecionadores e amantes da história, reforçando o papel dos selos como veículos de divulgação cultural e artística.

Almeida, situada no distrito da Guarda, é uma das Aldeias Históricas de Portugal, conhecida pela sua impressionante fortaleza em forma de estrela, construída no século XVII. Esta estrutura defensiva foi crucial nas Guerras da Restauração e das Invasões Francesas. Com ruas empedradas, muralhas bem preservadas e um rico património militar, Almeida é um exemplo notável da arquitetura abaluartada e um destino imperdível para os amantes de história e cultura.

Idanha-a-Velha - Aldeias Históricas de Portugal


A emissão filatélica "Aldeias Históricas de Portugal", colocada em circulação a 8 de julho de 2005 pelos CTT – Correios de Portugal, celebra o património arquitetónico, cultural e paisagístico de algumas das mais emblemáticas aldeias históricas do país. Esta emissão insere-se num esforço de valorização e promoção do interior de Portugal, destacando localidades com forte identidade histórica e relevância patrimonial.

Idanha-a-Velha, situada no concelho de Idanha-a-Nova, foi fundada no século I a.C., durante o reinado do imperador romano Augusto. Conhecida como Civitas Igaeditanorum, foi uma importante cidade romana, mais tarde visigótica e muçulmana. Em 1229, D. Sancho II concedeu-lhe foral. Hoje, é uma das Aldeias Históricas de Portugal, preservando vestígios de várias civilizações, como muralhas, termas, templos e a antiga catedral 

Castelo Novo - Aldeias Históricas de Portugal

 


A 8 de junho de 2005, os CTT lançaram uma emissão filatélica dedicada às Aldeias Históricas de Portugal, celebrando o património arquitetónico e cultural destas localidades. Com um total de 70 000 exemplares, esta emissão destacou-se pelo cuidado artístico e técnico. Os selos foram desenhados por Acácio Santos e Elisabete Fonseca, dois nomes reconhecidos no design filatélico nacional, e impressos em offset, técnica que garante elevada qualidade de reprodução e detalhe.

Castelo Novo, aldeia histórica do concelho do Fundão, recebeu o seu primeiro foral em 1202, atribuído por D. Sancho I à então vila de Alpreada, que passou a chamar-se Castelo Novo. Situada na encosta da Serra da Gardunha, destaca-se pelo seu castelo medieval e traçado urbano preservado. A aldeia foi doada aos Templários em 1208, o que impulsionou o seu desenvolvimento.

quinta-feira, 3 de julho de 2025

Sortelha - Aldeias Históricas de Portugal

 


A 8 de junho de 2005, os CTT lançaram uma emissão filatélica dedicada às Aldeias Históricas de Portugal, celebrando o património arquitetónico e cultural destas localidades. Com um total de 70 000 exemplares, esta emissão destacou-se pelo cuidado artístico e técnico. Os selos foram desenhados por Acácio Santos e Elisabete Fonseca, dois nomes reconhecidos no design filatélico nacional, e impressos em offset, técnica que garante elevada qualidade de reprodução e detalhe.

Sortelha, uma das mais antigas e bem preservadas aldeias históricas de Portugal, recebeu foral em 1228, concedido por D. Sancho II. Situada no concelho do Sabugal, destaca-se pelo seu castelo medieval e muralhas que envolvem um núcleo urbano de traça quinhentista. A sua origem remonta à Idade Média, tendo sido vila fronteiriça de grande importância estratégica.

Linhares da Beira - Aldeias Históricas de Portugal

 


A 8 de junho de 2005, os CTT lançaram uma emissão filatélica dedicada às Aldeias Históricas de Portugal, celebrando o património arquitetónico e cultural destas localidades. Com um total de 70 000 exemplares, esta emissão destacou-se pelo cuidado artístico e técnico. Os selos foram desenhados por Acácio Santos e Elisabete Fonseca, dois nomes reconhecidos no design filatélico nacional, e impressos em offset, técnica que garante elevada qualidade de reprodução e detalhe.

Linhares da Beira, aldeia histórica situada no concelho de Celorico da Beira, recebeu o seu primeiro foral em 1169, concedido por D. Afonso Henriques. Com origens que remontam à Idade do Ferro, foi posteriormente romanizada e desempenhou papel estratégico na defesa do território. O seu castelo medieval, construído no reinado de D. Dinis, é um dos principais marcos da aldeia.

Castelo Mendo - Aldeias Históricas de Portugal

 


A 8 de junho de 2005, os CTT lançaram uma emissão filatélica dedicada às Aldeias Históricas de Portugal, celebrando o património arquitetónico e cultural destas localidades. Com um total de 70 000 exemplares, esta emissão destacou-se pelo cuidado artístico e técnico. Os selos foram desenhados por Acácio Santos e Elisabete Fonseca, dois nomes reconhecidos no design filatélico nacional, e impressos em offset, técnica que garante elevada qualidade de reprodução e detalhe.

Castelo Mendo, aldeia histórica do concelho de Almeida, foi elevada a vila e sede de concelho em 1229, por foral de D. Sancho II. Com origens que remontam à Idade do Ferro, destaca-se pelo seu castelo e muralhas medievais do século XII. A povoação divide-se em dois núcleos: o burgo velho e o burgo novo, ambos com forte valor patrimonial. Hoje, é um testemunho vivo da história e da arquitetura militar portuguesa.

Trancoso - Aldeias Históricas de Portugal


A 8 de junho de 2005, os CTT lançaram uma emissão filatélica dedicada às Aldeias Históricas de Portugal, celebrando o património arquitetónico e cultural destas localidades. Com um total de 70 000 exemplares, esta emissão destacou-se pelo cuidado artístico e técnico. Os selos foram desenhados por Acácio Santos e Elisabete Fonseca, dois nomes reconhecidos no design filatélico nacional, e impressos em offset, técnica que garante elevada qualidade de reprodução e detalhe.

Trancoso, situada no distrito da Guarda, Portugal, é uma cidade histórica com raízes medievais profundas. Foi oficialmente fundada em 1157, quando recebeu o seu primeiro foral por D. Afonso Henriques, o primeiro rei de Portugal. Com um castelo imponente e muralhas que testemunham séculos de história, Trancoso desempenhou um papel estratégico na defesa do território durante a Reconquista. Hoje, preserva um rico património cultural e arquitetónico. 

Almeida - Aldeias Históricas de Portugal

 


A 8 de junho de 2005, os CTT lançaram uma emissão filatélica dedicada às Aldeias Históricas de Portugal, celebrando o património arquitetónico e cultural destas localidades. Com um total de 70 000 exemplares, esta emissão destacou-se pelo cuidado artístico e técnico. Os selos foram desenhados por Acácio Santos e Elisabete Fonseca, dois nomes reconhecidos no design filatélico nacional, e impressos em offset, técnica que garante elevada qualidade de reprodução e detalhe.

Cada selo retrata uma aldeia histórica, captando a essência das suas paisagens, construções em pedra e tradições seculares. Esta coleção não só promove o turismo cultural, como também valoriza a identidade portuguesa, preservando a memória de locais como Monsanto, Sortelha ou Castelo Rodrigo. A emissão tornou-se um objeto de interesse para colecionadores e amantes da história, reforçando o papel dos selos como veículos de divulgação cultural e artística.

Almeida, situada no distrito da Guarda, é uma das Aldeias Históricas de Portugal, conhecida pela sua impressionante fortaleza em forma de estrela, construída no século XVII. Esta estrutura defensiva foi crucial nas Guerras da Restauração e das Invasões Francesas. Com ruas empedradas, muralhas bem preservadas e um rico património militar, Almeida é um exemplo notável da arquitetura abaluartada e um destino imperdível para os amantes de história e cultura.

Marialva - Aldeias Históricas de Portugal

 

A 8 de junho de 2005, os CTT lançaram uma emissão filatélica dedicada às Aldeias Históricas de Portugal, celebrando o património arquitetónico e cultural destas localidades. Com um total de 70 000 exemplares, esta emissão destacou-se pelo cuidado artístico e técnico. Os selos foram desenhados por Acácio Santos e Elisabete Fonseca, dois nomes reconhecidos no design filatélico nacional, e impressos em offset, técnica que garante elevada qualidade de reprodução e detalhe.

Cada selo retrata uma aldeia histórica, captando a essência das suas paisagens, construções em pedra e tradições seculares. Esta coleção não só promove o turismo cultural, como também valoriza a identidade portuguesa, preservando a memória de locais como Monsanto, Sortelha ou Castelo Rodrigo. A emissão tornou-se um objeto de interesse para colecionadores e amantes da história, reforçando o papel dos selos como veículos de divulgação cultural e artística.

Marialva, situada no concelho de Mêda, é uma das Aldeias Históricas de Portugal com origens que remontam ao século VI a.C., quando foi fundada pelos Túrdulos como Cidade de Aravor. Posteriormente, foi romanizada como Civitas Aravorum, reconstruída nos tempos dos imperadores Adriano e Trajano. Em 1063, foi conquistada por D. Fernando Magno, que lhe deu o nome de Marialva. Com o seu castelo medieval, ruas em pedra e três núcleos distintos — Cidadela, Arrabalde e Devesa —, Marialva é um testemunho vivo da história portuguesa 

Castelo de Beja - Castelos e Brasões de Portugal

 


A emissão filatélica "Castelos e Brasões de Portugal", lançada a 18 de fevereiro de 1986, inclui um selo dedicado ao imponente Castelo de Beja, símbolo da herança militar e histórica do Alentejo. Esta peça foi desenhada por José Luís Tinoco e J. Bérnard Guedes, artistas reconhecidos pela sua contribuição para a filatelia portuguesa. A impressão foi realizada em offset na Imprensa Nacional-Casa da Moeda, utilizando papel de esmalte, conferindo ao selo uma apresentação de elevada qualidade. Com uma tiragem de 1.000.000 de exemplares, esta emissão teve ampla distribuição, promovendo o património nacional. O Castelo de Beja, com origens romanas e reconstruções sucessivas ao longo da Idade Média, destaca-se pela sua torre de menagem em mármore, uma das mais altas de Portugal.

O Castelo de Beja, situado no Alentejo, tem origens romanas e foi reconstruído durante a ocupação muçulmana. Após a reconquista cristã, no século XIII, foi ampliado por ordem de D. Dinis. A sua torre de menagem, em mármore, é uma das mais altas de Portugal. Ao longo dos séculos, desempenhou um papel estratégico na defesa da região, sendo hoje um símbolo da história militar e arquitetónica portuguesa.